
Antigamente comprava-se um ou outro jornal quotidianamente, diário ou semanário, consoante o atractivo que apresentava, escolhido por causa dum colunista específico ou algum assunto destacado na capa. Gosto muito de ler jornais, por isso hoje teimo comprar um semanário ao fim de semana e assino um jornal online para a família toda, independentemente dos conteúdos diários que apresente. A minha escolha reduzida.
Salvaguardadas as diferenças, confesso que esta greve dos jornalistas se assemelha demasiado a um protesto de chapeleiros nos anos sessenta. Infelizmente.
Jornalistas... ou "desinformadores interessados" de capelinhas ideológicas?...
ResponderEliminarEssa "troupe" não informa , opina segundo a cartilha esquerdista em voga., sonegando ou distorcendo os factos.
Psitacídeos/amanuenses perfeitamente descartáveis.
Juromenha
Não leio jornais. Já gasto demasiadamente os olhos em frente ao computador o dia todo para ainda os ir gastar ainda mais à noite. Ler por ler, há coisas mais importantes.
ResponderEliminarNão se assemelha nada. Os chapeleiros não faziam mau trabalho.
ResponderEliminarOs chapeleiros não estavam controlados por uma clique activista que só queria chapéus vermelhos a rosas.
Não tenho nenhuma pena deles, deixaram de ser portugueses para serem de Bruxelas... A África Portuguesa foi trocada pela Europa de leste, perseguem os donos de Portugal e as suas comunidades, defendendo o repovoamento de Portugal com os Mohameds e as seitas envagelicas e a última é que apoia a ida de portugueses para as trincheiras do leste...
ResponderEliminarExactamente. Subscrevo tudo.
ResponderEliminarInfelizmente os próprios não têm tido capacidade de auto-análise com sentido crítico. Talvez percebessem que o sectarismo ideológico da classe é tão flagrante aos nossos olhos, que se tornou a principal causa da sua perda de respeitabilidade junto de leitores e ouvintes que querem ser informados com imparcialidade e isenção.
Já ninguém suporta ser persistentemente "doutrinado" pelo "dirigismo" político que está alojado por detrás dos órgãos de comunicação. Se prestassem mais atenção às mudanças sociais, também perceberiam que já ninguém se deixa levar na caça aos gambuzinos! As pessoas têm a pestana aberta, como se viu no dia 10 de Março. O jornalismo, fechado na sua bolha mediática, é que ainda não percebeu isso.
escrevem burrices 'de se lhe tirar o chapéu'.
ResponderEliminarhá 20 anos que não leio.
ResponderEliminarhttps://observador.pt/opiniao/a-grande-estupidez-do-regime/
Sem dúvida!
ResponderEliminarPode muito bem ser o fim do PSD. O que daqui sai é que o PSD deixou de ser reconhecido como um partido de mudança; apenas mais um partido da côrte de Lisboa, que distribuirá o dinheiro europeu de forma (ligeiramente) diferente da do PS e, talvez, com menos ímpetos estatistas. Mais do isso não será de esperar. Ou seja, o PSD, arrisca-se a não servir para nada. Com muita probabilidade poderá seguir os passos do CDS em direcção à irrelevancia.
Que eu saiba ninguém sente grande falta de chapéus. As mulheres livraram-se dessa despesa e os homens só mesmo em dia invernio e no geral apenas usam boné. O mundo continuou. Continuou a fazer sol e a fazer chuva, os industriais de chapéus mudaram para outros ramos do têxtil e os lojistas passaram a vender lingerie, bikinis, se é que não mudaram para o inevitável pastel de nata.
ResponderEliminarPara os jornalistas da economia - os tais que Pacheco Pereira diz nunca terem antecipado roubalheira alguma nesta terra - é caso para dizer, é Schumpeter a funcionar.
Era bom que se reconhecesse que a comunicação social organizada é uma ameaça à saúde pública, pela maneira como ataca a estabilidade mental das pessoas para se impor à sua curiosidade e insegurança.
ResponderEliminarQuando ainda por cima se pretendem arrogar o exclusivo da comunicação porque "são verificados", e debitam as versões oficiais que lhes mandam,
deviam ser presos.
Com tantos jornalistas numa situação de precariedade laboral ; outros que nem chegam a auferir do salário mínimo ; e outros que provavelmente vão ficar desempregados ; provavelmente a maioria deles terá como destino ter de procurar outra profissão, conforme o admitiu uma representante máxima que se encontrava no meio dos jornalistas em greve.
ResponderEliminar"Eles perderam mais de quarenta deputados e com eles, o sossego do bem bom em que estavam instalados há eternos nove anos, com maiorias de esquerda, a assassinar a nossa matriz identitária e a sociedade em geral, com a esquizofrenia ideológica que os caracteriza, mas afinal o enguiço quebrou-se, o país acordou, tomou consciência do caos e disse, (C)chega" ------------------------------ Do blog 'Mais ou menos coisa e tal' aqui no sapo blogs.
ResponderEliminarAinda não acabou ?!
ResponderEliminar«Pode muito bem ser o fim do PSD».
ResponderEliminarEngana-se: este partido, por constituir o "centro" e os moderados tem sempre um eleitorado fixo que ronda os 27-29%.
É mais certo que o fim seja o do PS assim como a sua sede no Largo do Rato. Veja o que lhes aconteceu em França. Até o célebre "Solfé", onde esteve instalada a sua sede durante 40 anos, teve de ser vendida.
Leia com atenção e verá quem é a próxima "vítima" do Chega onde ele tenciona ir buscar o seu eleitorado:
ResponderEliminarPelo facto de o Chega falar em "identidade" "
ResponderEliminar--- por André Abrantes Amaral