
Inesquecível foi ontem casamento da Infanta Maria Francisca com Duarte Sousa Araújo Martins que juntou em Mafra a Casa Real com a população que acorreu em grande número para assistir à colorida festa, pintada de azul e branco. A Real Associação de Lisboa orgulha-se de ter ajudado a escrever esta página para a história da Casa de Bragança e de Portugal.
Este evento foi ontem o programa mais visto da televisão portuguesa, com 9% de audiência média e 26,8% de share, chegando a ter uma vantagem de mais de 20 pontos percentuais.
Embrulhar o quê? Há sempre velhas a ver casamentos e vestidos e a tv tem de vender anúncios.
ResponderEliminarAfinal quem veio, para além dos parentes luxemburgueses? Os brasileiros é um caso engraçado: nunca os vejo com os primos do lado de Dona Maria Francisca, mas vejo-os sempre ao lado do ramo de Vassouras, extremistas de direita conhecidos. Deve ser história de partilhas. Toca a todos.
Conseguiram bater o big brother e o portugal em festa do malato? Está bem visto onde está a preferência cultural e ideológica do povo lusitano.
ResponderEliminar(bem espertos foram em não casar em simultâneo com um jogo do glorioso, aí não tinham hipóteses)
O povo e as elites andam de costas voltadas em Portugal. Será, na minha opinião, uma das causas da nossa decadência. Aprendi a respeitar a Causa Real pela proximidade da Familia Real com o povo . Hoje estou convencido que ter um Rei seria o melhor para Pořtugal. Quem sabe deixaremos esse legado aos nosso filhos.
ResponderEliminarPena é que, em Portugal, a acção dos monárquicos se reduza a festas e conversas de salão.
ResponderEliminarSeria importante mais e melhor intervenção política.
foi um «equívece»
ResponderEliminarFelicitações ao João Távora por ter ajudado a produzir um programa televisivo de tanto sucesso!
ResponderEliminarEmbrulhem?
ResponderEliminarO que há para embrulhar? Um evento banal e futil que devia ter ficado restrito aos noivos e a quem eles convidaram.
Toda a comédia, lamentável, à volta do mesmo foi apenas mais um facto que não devia ocorrido e que miserabiliza mais a condição de Portugal.
os jornalistas que Duarte Duque tinha casa em Bragança e que a filha se chamava Infanta por ter andado no infantário
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ResponderEliminarToma, toma, toma.
Nhã, nhã, nhã. Quem diz é quem é.
Vou fazer queixa ao meu pai que é polícia
Embrulha? Parabéns à prima. A D. Francisca, o Sr. Duarte e o Sr. Goucha abençoados pela TVI, que belo ménage à trois!!!
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ResponderEliminarUm evento [...] que devia ter ficado restrito aos noivos e a quem eles convidaram.
Como assim? Então houve montes de gente que se deu ao trabalho de televisionar o evento, e você vem dizer que ele deveria ter ficado restrito? Então toda essa gente deveria ter sido impedida de ver aquilo que de facto viram? Você quer impedir as pessoas de verem aquilo que elas gostam de ver?
É divertidíssimo ver os apoiantes de Buíças e afins a espumar por causa de um casamento da monarquia.
ResponderEliminarEm roda livre, mostravam o que são na realidade: gente rancorosa, burgessa e que não tolera a diferença, qualquer que seja.
Balio, os meus respeitos pela sua pessoa que só demonstra isenção.
ResponderEliminarSe a TV passou (eu não vi, não estava cá) é porque o acontecimento tinha a a atenção dos portugueses. Aqui não há favores.
Foi uma Infanta de Portugal. A danação resulta de não ser a filha de um PR.
Cumprimentos
João-Afonso Machado, não se trata de isenção, trata-se de liberalismo. Eu não televisionei o evento, porque ele não me interessa. Porém, penso que as pessoas, se gostam do evento, devem ter a possibilidade de o televisionar. Isto é, devem ser livres. Somente isto.
ResponderEliminar"Aqui não há favores."
ResponderEliminarAi não? Então o que é que a moçoila fez em Portugal para merecer destaque?
Se não fosse filha "de" eu queria ver se também tinha honras de reportagem.
Ó Carlos Sousa, num regime de sucessão dinástica o casamento de um membro da Família Real assume a importância da continuidade.
ResponderEliminarO amigo pode gostar do regime republicano (suponho eu com eleições livres de x e, x anos). Está no seu pleno direito e a maioria dos portugueses também é o que prefere.
O povo português que opta pelo símbolo da nação posto numa Família que a ela, Nação, se dedica, aprecia estes passos familiares. Com eles caminha a nossa gente.
Em suma, as escolhas são suas e eu não as discuto. Mas não ponha a coisa em termos de "casamento de alta sociedade" (palavras minhas).
Eu aceito isso tudo, compreendo que só lá vai quem quer, só não entendo é o porquê da soberba. Para que é o "embrulhem"? Como se a monarquia fosse um regime perfeito. Tem podres como todos os outros, para quê a tentativa de provocar pirraça?
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ResponderEliminarMonarquia? Qual monarquia?!
Não é pirraça. É manifestar apenas que o Ideal monárquico está bem vivo.
ResponderEliminarMonarquia do bolo à fatia.
ResponderEliminar- EMBRULHEM POIS...! GANDA PINTA A INFANTA E O MARIDO TEREM INCOMODADO TANTOS RAIVOSOS /PIROSOS COM A SUA DISTINTA E IMPULSIVA ALEGRIA, E BOA DISPOSIÇÃO, APESAR DO GRANDE CALOR!
ResponderEliminarQUE ALÍVIO APARECEREM PROGRAMAS BONS NA TV QUE NOS PRENDAM A ATENÇÃO, POR FIM ...
DESEJAMOS LONGOS ANOS DE FELICIDADE AOS NOIVOS!
Tens de fazer queixa do teu porque ... és idiota!
ResponderEliminarAquela que foi afastada pelos meios que se conhecem e que iniciaram o exemplar - de exemplo do pior, entenda-se - período de dezasseis anos que se sabe (esse período e os que se lhe seguiram). Há quem ainda hoje se orgulhe de uns e do outro e os imponha, verdadeiros dogmas, como momentos altos da história nacional.
ResponderEliminarEnfim, é mais uma manifestação da infinitude. Não a do Universo, entenda-se; a da estupidez. Na verdade, nos que chefiam essa horda de fervorosos "republicanos", orgulhosos herdeiros dessa "primeira república", nem se tratará de estupidez. É coisa pior, nada estúpida, tem muito de dolo, de plena consciência da iniquidade do que reiteradamente se fez.
À cautela, a constituição desta república lá tem plasmado certo "limite material".
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ResponderEliminarDevem ser os mesmos que gostam dos reality shows tipo big brother e afins, alguns tabém envolvem casamentos...
ResponderEliminarOlha a virgem ofendida. É por essa bitola que os monárquicos agem perante os eventos republicanos?
ResponderEliminarDeve ser. Pelo menos os eventos republicanos não são nescimentos, baptizados e casamentos. Serão quando muito funerais quando os defuntos fizeram algo pelo país e não porque nasceram em determinada cama. Alguns mais tarde só vem envergonhar o país que o idolatra e tudo lhes paga.
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ResponderEliminarVai uma sondagem? Se estão assim tão "inchados", deve ser do banquete, façam a sondagem e depois vamos ver quanto vale "o ideal monárquico".
ResponderEliminarNão sou nada. Quem diz é quem é.
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ResponderEliminar"É manifestar apenas que o Ideal monárquico está bem vivo."
Porque um casamento teve "share" (já agora, essa percentagem corresponde a quantas pessoas?).
Basta ver o que domina a audiência televisiva... a novela portuguesa está bem viva, ou o benfiquismo porque uns milhões viram o Eusébio ir para o panteão, ou o culto do enchido ao som do Quim Barreiros. O portuga preferir ver um casório com vestidos de gala e boa mesa a meia dúzia de mecos discursarem no 5 de Outubro não siginifica que prefiram a monarquia à república.
Há um problema em Portugal: tem um povo sem memória histórica. E um povo que não conhece o seu passado e os seus feitos, não tem referências, e perde aos poucos a sua identidade ; Quem não sabe donde vem, não sabe quem é. Desfazer a ignorância é meio caminho andado.
ResponderEliminarComo sabemos, o "sucesso" da República depende da sua capacidade de apagar (convenientemente) o passado histórico de um povo. É assim, à custa desse "apagão" histórico, que o regime republicano vai conseguindo permanecer e vingar.
É. portanto, uma questão vital (de vida ou morte) para a sobrevivência e durabilidade do regime, eliminar todo um legado de mais de 800 anos de História e assim manter o povo em estado de amnésia, num absurdo desconhecimento do seu percurso e de quem realmente é e quem foram e o que fizeram os seus grandes Homens.
E deste extremo desconhecimento resulta um país que não celebra a sua Pátria, nem dela sente orgulho.( É obra! ) E é também um caso inédito _ não acontece em nenhum outro país! _ que não se festejem datas, não se comemorem feitos, nem se celebrem figuras históricas de referência.
Seremos o único povo sem fundadores, sem um percurso nem heróis?
Neste contexto, não é difícil "adivinhar" que o regime republicano tivesse toda a conveniência em elaborar um plano concertado e sistemático para diabolizar a monarquia e a associar a todos os nossos males. E se o pensaram, melhor o fizeram. Não só eliminaram violentamente e de facto o regime monárquico, como de forma meticulosa, foram incutindo no bom povo uma espécie de inconsciência do Passado, expurgando-o de si, de modo a levar os cidadãos a uma existência apenas no Presente, sem memória e sem vínculos ao passado.
A partir daí foi apenas «uma questão de tempo» e «habilidade» até se instalar a crença de que o país é uma criação recente e só existe desde a implantação da República, símbolo do Bem. A propaganda tratou de reduzir o passado a uma fantasmagoria sem regresso que perdura até hoje. Um apagão geral e sempre renovado!
Não se estranha, portanto, que, neste lugarzinho a quem mutilaram a memória, as datas de referência que se festejam com pompa e circunstância são datas de "regime": 5/ Out -- 25/Abril -- 10/Junho (instituído pelos republicanos).
Que hipóteses de escolha têm os portugueses hoje? Nenhumas!
Não têm qualquer possibilidade de escolha, nem podem reconciliar-se com o Passado, se a Monarquia permanecer eternamente desconhecida.
Depende dos portugueses continuarem a admitir esta ruptura com a sua História e com a Monarquia. e não permitirem que ela exista "só" na categoria de "mito colectivo".
Convenhamos que é bem difícil aos portugueses essa opção, se aos olhos dos portugueses o regime monárquico não tem existência "real", surge-lhes como uma espécie de período fantasioso, com reminiscências lendárias, sem suporte real, portanto. Com essa visão, talvez se afigure ao espírito dos portugueses como um regime inviável. Como poderão ajustar-se para viverem "dentro" dum regime que lhes soa a quimera, e dar-lhe uma existência prática e real? Eis a questão.
Ou melhor, eis o nó górdio! A quem cabe desatar este emaranhado de fios e restituir a memória?
ResponderEliminarCalma...
Mais que "prefere a monarquia" seria perceber que família real queremos. Podemos reimplantar a monarquia, mas por exemplo com El-Rei Marcelo I. Ou a Casa Real Ronaldista.
És um herói por detrás de um teclado. Ao vivo é que gostava de ver essa verborreia. Mas como só actuas no anonimato, mereces o que se dá aos burros: palha
ResponderEliminarNão perca tempo caro Costa: não passam de Buícas acéfalos, cheios de rancor e ódio. O mesmo ódio que naquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908 demonstraram. Com esta gwnte não pode haver diálogo: não conseguem juntar 2 palavras sem que venha logo à tona o ódio. São uns burgessos autenticos
ResponderEliminarHoje o analfabetismo é tal, que ninguém tem consideração pela própria História. Que importância têm as "linhagens" se o pedigree que importa é o dos seus cãezinhos de apartamento a quem põem nomes de gente?. E no meio desta disfuncionalidade há lugar para celebrar algum herói? Claro, há sempre um Cristiano Ronaldo à mão _ ou o vencedor dum Big Brother qualquer ou assim... Há likes para tudo.
ResponderEliminarBem me disseram que os monárquicos eram mais inteligentes e evoluídos. Temos aqui um espécime que demonstra a teoria.
ResponderEliminarConclusão : o grande problema de Portugal não avançar, não é só a falta do dinheiro e de posses - é a tacanhez e a ignorância.
ResponderEliminarSerá que esta gente nem sequer estudou a História na primária? É que já dava para entender como e quem conquistou Portugal...
Se até a figura máxima da República diz que "we are bacalhau, we are fado, we are Cristiano Ronaldo" ... quem sou eu para o desmentir?!?
ResponderEliminarPergunte a qualquer jovem ou adolescente qualquer coisa básica sobre a História de Portugal e verá a ignorância. Dê também uma vista de olhos aos manuais escolares se puder e verá como ela é "contada"... Consulte também o número de alunos que entram anualmente nas Faculdades no curso de História e ficará no fim do recado de como está comprometida a possibilidade do ensino da disciplina de História num futuro sem professores desta área.
ResponderEliminarAcredite, somos um país destinado a perder a sua identidade e talvez a desaparecer. Veja ainda como se está a reescrever a nossa História numa auto-flagelação doentia, auto-punitiva e deturpada. Um país torna-se inviável, se
mutilado de Passado e sem esperança de Futuro.
Cumprimentos.
HV
ResponderEliminarUma multidão semelhante à de qualquer programa de domingo à tarde, nada de especial...
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