Um dia destes, a propósito do vandalismo e violência da manifestação lisboeta pelo direito à habitação, de que reproduzo uma fotografia, vi um exercício muito engraçado de alguém que pretendia diexar bem clara a diferença entre os bons, pacíficos e adoráveis manifestantes pacíficos e os arruaceiros responsáveis pelo vandalismo e a violência.

E este post é só para dizer uma coisa simples: os bons, pacíficos e adoráveis manifestantes manifestaram-se, durante muito tempo, ao lado dos arruaceiros, sem nunca os isolar, contestar e anular.
E, por isso, são tão responsáveis pelo vandalismo e a violência como os arruaceiros (um bocadinho menos, vá, um cúmplice é só um cúmplice, não é o centro da acção).
Dito de forma popular: tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta.
ResponderEliminarClaro que são responsáveis. No mínimo, deveriam ter chamado a polícia mais cedo.
Tal como são responsáveis por terem marcado o desfile para a avenida Almirante Reis, uma avenida relativamente estreita e com muitas lojas ao longo dela, onde seria previsível que se gerassem distúrbios, dado que a manifestação (ao contrário das usualmente bem organizadas pela CGTP) não tinha serviço de ordem. Se não podiam garantir a ordem, então não deveriam ter feito um desfile pela avenida - ficavam-se pela Alameda.
Completamente de acordo.
ResponderEliminarAssim como tão pedófilo é o padre pecaminoso como os seus defensores.
Sou apologista que se feche as portas à emigração!! Se nos já não temos casa para nós ainda temos uma política de portas abertas!!!?? Que absurdo!!! O humanismo é subsidiar habitação para os refugiados e emigrantes, enquanto os portugueses ficam a ver navios...
ResponderEliminarIsto não é nada e estas arruaças (ou o que se lhes queira chamar) nada significam. Não correspondem a uma verdadeira consciência cívica. Se correspondessem a uma verdadeira consciência cívica haveria um golpe de Estado e não arruaças. O país está prestes a chegar a um ponto de não retorno «com este desfile de horrores» (citando o Luís Aguiar-Conraria) e ninguém tem coragem de dizer que isto é um Estado falhado.
ResponderEliminarTomei nota de um cartaz com a frase "Portugal já 'Era', sold . Check https://sigaabola.blogs.sapo.pt/siga-a-bola-que-nao-e-mentira-3987
ResponderEliminarO seu caso é deveras invulgar: de maneira geral os mortos não dizem asneiras
ResponderEliminar(https://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/29/cultura/1467214901_163889.html)
ResponderEliminarNão mintas que eu sei que tu gostas dos oligarcas russos.
ResponderEliminarTão especuladora é a escumalha senhoria como a bófia e os comentadores profissionais que os defendem.
ResponderEliminarRobespierre amou demais.
ResponderEliminarJá há uns anos valentes (talvez décadas mesmo) que li numa parede da Av D.Henrique ,perto de Santa Apolónia, que Portugal morreu (não sei se é verdade, mas em muita coisa parece) .
ResponderEliminarSó não é um Estado completamente falhado devido ao "chapéu" financeiro da UE. Por outro lado este desfile de horrores é em boa parte o resultado de politicas que vemos ser conduzidas no espaço da UE.
ResponderEliminarOu então os padres pedófilos são tão criminosos como os seus encobridores
ResponderEliminarComo és defensor de Putin, é natural que defendas que a polícia use a violência.
ResponderEliminarVenham mais que há casas para todos...
ResponderEliminarÉ o sr Ba?
ResponderEliminarUma mansão para cada oligarca russo, é o que tu queres...
ResponderEliminarNão. Mas concordo com ele quando ele diz que a bófia é uma bosta. É que a bófia de facto muitas vezes demonstra ser uma bosta.
ResponderEliminarQue tristeza! Ter uma casa alugada é ser rico? Muitos dos que lá iam devem ser mais ricos do que alguns senhorios que conheço.
ResponderEliminarNão sou senhoria.
Páscoa Feliz!
ResponderEliminarQue tristeza! Ser traficante de droga é ser rico?
Que tristeza! Ser ladrão é ser rico?
Não sou nem ladrão nem traficante de droga.
Páscoa Feliz!
Com esses exemplos tão inteligentes era pedir muito que percebesses o que a Catarina Silva disse.
ResponderEliminarÉ que ela acrescentou ali mais uma frase mas, lá está, não te convinha.
Muitos dos que compram droga são mais ricos que os traficantes.
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