Para além do transtorno para os clientes, parece não haver qualquer noção do prejuízo para o ambiente que significa uma greve do metropolitano de Lisboa. Os mesmos que fomentam estes conflitos querem acabar com o transporte individual na cidade. Já o ministro Pedro Nuno Santos assobia para o lado, como se não fosse nada com ele.
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É precisa uma nova regulamentação do direito à greve, que (1) acabe com as greves a pretexto dos "plenários de trabalhadores", e (2) acabe com as greves a tempo parcial, feitas só numa pequena parte do dia.
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ResponderEliminarO Ministro Nuno Santos usa transporte privado. Acima dos limites de velocidade. Quer lá saber de Metros.
Em boa verdade, o Metro também não quer saber dos clientes (utentes? Utilizadores?), portanto estão todos uns para os outros.
ResponderEliminarOra aí está. Nem está preocupado com os milhões dos contribuintes para a TAP, os transportes aéreos "nacionais".
Os eleitores que precisam do Metro até votam nele. Os que precisam da TAP pagam a dobrar e até são em menor número de votantes.
Nos combustíveis fósseis a brincadeira é outra. Os governos só se podem meter a fingir. Aquilo tem dono. A ver vamos.
Portugal cansa.
ResponderEliminarA ler:
https://observador.pt/opiniao/portugal-cansa/