quarta-feira, 18 de maio de 2022

A república do faz-de-conta

Para além do transtorno para os clientes, parece não haver qualquer noção do prejuízo para o ambiente que significa uma greve do metropolitano de Lisboa. Os mesmos que fomentam estes conflitos querem acabar com o transporte individual na cidade. Já o ministro Pedro Nuno Santos assobia para o lado, como se não fosse nada com ele.

4 comentários:

  1. É precisa uma nova regulamentação do direito à greve, que (1) acabe com as greves a pretexto dos "plenários de trabalhadores", e (2) acabe com as greves a tempo parcial, feitas só numa pequena parte do dia.

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  2. O Ministro Nuno Santos usa transporte privado. Acima dos limites de velocidade. Quer lá saber de Metros.
    Em boa verdade, o Metro também não quer saber dos clientes (utentes? Utilizadores?), portanto estão todos uns para os outros.

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  3. Ora aí está. Nem está preocupado com os milhões dos contribuintes para a TAP, os transportes aéreos "nacionais".

    Os eleitores que precisam do Metro até votam nele. Os que precisam da TAP pagam a dobrar e até são em menor número de votantes.

    Nos combustíveis fósseis a brincadeira é outra. Os governos só se podem meter a fingir. Aquilo tem dono. A ver vamos.

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  4. Portugal cansa.


    A ler:
    https://observador.pt/opiniao/portugal-cansa/

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