Respondendo a alguma direita que começa a sentir-se sem representação nestas eleições presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa disse ontem que candidato presidencial não é um candidato à liderança de um "partido ou de uma coligação ou facção" e que um Presidente da República "não é o presidente de um partido, facção ou coligação". Ora acontece que um candidato presidencial é sempre representante de uma facção, a da sua forma de ver o mundo, do seu curriculum e vida pública. O "Professor" não pode renegar a sua natureza, esconder que é um conservador católico, europeísta, e que defende uma economia de mercado. A concorrer às eleições, o professor terá que cativar um certo eleitorado que não se reveja nas outras candidaturas. Na sua fanática deriva em busca do centro “monárquico” (que é uma paradoxo face ao sistema republicano), ao esvaziar um discurso, da alma e da estética que sensibiliza os seus apoiantes naturais, Marcelo arrisca-se a paralisar-se no meio da ponte. Ou escravizar-se à pureza do nada.
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Não entendo o alcance deste texto. Achas que ele, por se afastar da sua natureza, está a abrir a sua cova, correndo risco de não ser eleito?
ResponderEliminarJustamente, António. Na minha opinião nesta deriva MRS arrisca-se a perder as eleições, porque não convence nem um lado nem o outro - o meio é uma abstracção.
ResponderEliminarCordeais cumprimentos,
pessoal de direita, toca a apoiar o Henrique Neto ou a ir buscar o Medina Carreira
ResponderEliminarSubscrevi a candidatura de Henrique Neto, e como votante do PSD estou tentado a votar nele.
ResponderEliminarComo é lógico! Se eu fosse do PSD ou do CDS era o que fazia.
ResponderEliminarDepois da Festa do Avante e dos rasgados elogios ao camarada Jerónimo ele que insista em disputar votos ao padre madeirense que vai ver o que acontece ao meu voto.
ResponderEliminarHenrique Neto para já foi o único que apontou o vigarista no tempo em que a fera era todo-poderosa.
Se a Honestidade - contraposta à pantominice (para não falar da criminalidade económica e sexual) - for uma virtude, Henrique Neto vai destacado na frente.
Se um candidato se cingir a tentar representar a direita, acontece-lhe o mesmo que à direita nas legislativas, uma vitória moral na 1ª volta e uma derrota na 2ª volta.
ResponderEliminarA Marcelo não lhe apetece fazer a figura que Freitas fez: Ganhou a primeira volta folgadamente e depois não cativou mais nenhum voto à segunda volta e perdeu para Soares.
Marcelo um 'conservador católico'?! Nunca pensei que alguém pudesse ser tão cego.
ResponderEliminarEntre o Marcelo e o Nóvoa não vejo diferença nenhuma, para além da de um ter tido tempo de antena regularmente numa televisão...
ResponderEliminarMil vezes um Medina a Neto sem carreira!
ResponderEliminarVou votar Henrique Neto que tem obra feita (transformou uma pequena empresa da Marinha Grande na maior fábrica do mundo inteiro).
ResponderEliminarO Marceço, por sua vez, nunca desmentiu que mentiu um jantar em Belém tendo até abrilhantado a peta que lhe assacam com um menú completo.
Em qualquer país com um mínimo de amor próprio Marcelo estaria condenado.
Além do mais, como pode ser presidente da república de Portugal alguém que disse isto: “Portugal precisa mais do Brasil, do que o Brasil de Portugal”. Afirmou que o acordo tem “virtuosidades” e disse que “para Portugal conseguir lutar pela lusofonia no mundo tem de lutar por dar a supremacia ao Brasil.”
Portugal tem de lutar para dar a supremacia ao Brasil? Creio que Marcelo se enganou nas eleições: ele quer é suceder à Dilma.