É com espanto que oiço analistas entusiasmadíssimos com o plano económico apresentado ontem pelo PS “em nome da pluralidade democrática”. Para eles não interessa que o plano seja mau, irrealista e perigoso, desde que introduza uma diferente narrativa na disputa politica: o fim da austeridade e o crescimento económico fundado no consumo interno. Uma sedutora aldrabice que nos deve fazer gelar de pavor: eles não aprenderam.
*Humberto Eco
Ainda não li nada do Nicolau do Laço. Deve estar em êxtase a ver pela reação dos seus colegas Pedro Guerreiro e Bernardo Ferrão. Curiosamente o Costa (o outro) foi mais comedido.
ResponderEliminarMal que pergunte. O Baptista da Silva fez parte do 12 apóstolos?
Há outros para quem não interessa o que consta do plano. Só há um possível, o que defendem, e todos os outros não merecem sequer análise.
ResponderEliminarSeria normal se não passassem a vida a queixar-se de que ninguém apresenta alternativas.
Gostava de ver por aqui um comentário ao clamoroso sucesso que foi a diminuição do desemprego através da redução dos salários. Claro que me vão dizer que será um amanhã que cantará, um dia destes. Está mesmo a começar a cantar. Já se ouvem umas notas.
Umberto Eco...
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