quinta-feira, 21 de junho de 2012

Três bostas... uma arte


 


exposição de Yoko Ono em Londres - daqui

7 comentários:

  1. Nãosejas pequeno-burguês amarrado a uma estética baumgartiana   que mais não fazia do que perpetuar a influência judaico-cristã na arte.
    Isto é a expressão   pós-dadísta do renascer do útero-mão-terra na sua tríplice configuração do desespero da mortalidade.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado, pela generosidade da tua densa explicação, Filipe. Provavelmente fui mal educado... mas prometo que vou esforçar-me por abrir a mais minha mente tacanha. :-) 

    ResponderEliminar
  3. O Filipe engana-se. Não é nada disso. É a força telúrica trifacetada que abala e conforma as nossas vidas - corpo, medo, anseio - assim jazendo qual vulcão extinto (interrogação: existe tal coisa, o vulcão extinto?) aos pés da protagonista (a protagonista-vítima ou a protagonista-intérprete). No fim, pega numa pázinha e vai fazer montinhos p`ra outro lado (sic transit).

    ResponderEliminar
  4. Sim, não atinges a metanóia performativa da síntese pós-edipiana. O conteúdo e a forma são subjectividades narcísicas que autora pretende denunciar através da  exposição a um olhar ambivalente e primordial.

    ResponderEliminar
  5. Discordo, José.
    O que podemos  suspeitar, porque nada há para ver, é a caverna do eterno retorno nietzschiano. A extrusão das campas subentende a impossibilidade do ser que se reassegura da sua própria imortalidade.

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...