Nãosejas pequeno-burguês amarrado a uma estética baumgartiana que mais não fazia do que perpetuar a influência judaico-cristã na arte. Isto é a expressão pós-dadísta do renascer do útero-mão-terra na sua tríplice configuração do desespero da mortalidade.
Obrigado, pela generosidade da tua densa explicação, Filipe. Provavelmente fui mal educado... mas prometo que vou esforçar-me por abrir a mais minha mente tacanha. :-)
O Filipe engana-se. Não é nada disso. É a força telúrica trifacetada que abala e conforma as nossas vidas - corpo, medo, anseio - assim jazendo qual vulcão extinto (interrogação: existe tal coisa, o vulcão extinto?) aos pés da protagonista (a protagonista-vítima ou a protagonista-intérprete). No fim, pega numa pázinha e vai fazer montinhos p`ra outro lado (sic transit).
Sim, não atinges a metanóia performativa da síntese pós-edipiana. O conteúdo e a forma são subjectividades narcísicas que autora pretende denunciar através da exposição a um olhar ambivalente e primordial.
Discordo, José. O que podemos suspeitar, porque nada há para ver, é a caverna do eterno retorno nietzschiano. A extrusão das campas subentende a impossibilidade do ser que se reassegura da sua própria imortalidade.
Nãosejas pequeno-burguês amarrado a uma estética baumgartiana que mais não fazia do que perpetuar a influência judaico-cristã na arte.
ResponderEliminarIsto é a expressão pós-dadísta do renascer do útero-mão-terra na sua tríplice configuração do desespero da mortalidade.
dadaísta
ResponderEliminarObrigado, pela generosidade da tua densa explicação, Filipe. Provavelmente fui mal educado... mas prometo que vou esforçar-me por abrir a mais minha mente tacanha. :-)
ResponderEliminarO Filipe engana-se. Não é nada disso. É a força telúrica trifacetada que abala e conforma as nossas vidas - corpo, medo, anseio - assim jazendo qual vulcão extinto (interrogação: existe tal coisa, o vulcão extinto?) aos pés da protagonista (a protagonista-vítima ou a protagonista-intérprete). No fim, pega numa pázinha e vai fazer montinhos p`ra outro lado (sic transit).
ResponderEliminarSim, não atinges a metanóia performativa da síntese pós-edipiana. O conteúdo e a forma são subjectividades narcísicas que autora pretende denunciar através da exposição a um olhar ambivalente e primordial.
ResponderEliminarDiscordo, José.
ResponderEliminarO que podemos suspeitar, porque nada há para ver, é a caverna do eterno retorno nietzschiano. A extrusão das campas subentende a impossibilidade do ser que se reassegura da sua própria imortalidade.
Ah! Ah! Ah! lindo!
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