E, de pasta na mão, pronto para sair, despeço-me do pessoal e uma ponta de vaidade me assalta. O meu barco navega, este é o meu tempo, e o mundo mantém inalterável a sua paleta infinita de cores, mistérios, poesia e paixão.
E, de pasta na mão, pronto para sair, despeço-me do pessoal e uma ponta de vaidade me assalta. O meu barco navega, este é o meu tempo, e o mundo mantém inalterável a sua paleta infinita de cores, mistérios, poesia e paixão.
É absolutamente espantoso André Ventura ter usado ontem, no debate da sua Moção de Censura, como “bom exemplo” a Revolução Puritana de Olive...
ResponderEliminarAfinal Vasco (Lobo Xavier) cumpri a minha promessa só escrevi no corta fitas quando escreveram sobre poesia.
Uns minutos depois mas no mesmo dia.