Esta é a obra-prima que "embeleza" o centro da rotunda da Galiza (Estoril). A escultura (?), cuja autoria desconheço, e a que eu apelido de "clip", é o verdadeiro paradigma do legado artístico dos nossos tempos de decadência. A "coisa" fala por si: não diz nada.
Não sei quanto custou aos contribuintes, mas suspeito que terá sido algo "pra cima dum dinheirão", a moeda corrente destes últimos anos, tempos de cleptocrática abundância.
Essa coisa indica que atingimos o Ponto G.
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ResponderEliminarAté senti um calafrio com essa do ponto G.
Mas o monumento comemorativo do foral de Oeiras é ainda melhor. E asseguro-lhe que custou para cima de um dinheirão.
Quanto à simplicidade do objecto, lembro a aparente simplicidade do traço de Picasso ou de Miró.
Miró... sem dúvida deve ser isso que a coisa que dizer! O problema é meu: falta de sensibilidade.
ResponderEliminarNão se zangue. Entendeu-me mal. Não quis comparar o clip com Miró. Simplesmente quis lembrar que por vezes a fronteria é difícil. Também não gosto do G. Se é insensibilidade minha ou não, não sei. O que sei é que um simples traço de Picasso (dos seus desenhos) consegue comover-me tal a energia e expressividade que desse traço sobressai. Não é o caso do G, mas não sei explicar porquê.
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