Parece-me patética a choraminguice da comitiva nacional da selecção de futebol reclamando as condições do terreno de jogo onde a equipa irá enfrentar a sua congénere Bósnia, país que há pouco mais de seis anos era dilacerado por uma funesta guerra civil. Mais extraordinário do que as más condições do relvado em Zenica, é o facto dos Bósnios estarem a disputar um “play off” de apuramento com a excelsa e distinta equipa portuguesa, feita de ofuscantes estrelas e artistas. Que tenham vergonha na cara e joguem á bola na sexta-feira, é só o mínimo que se lhes exige.
Foto daqui
Exigir que joguem à bola, concordo; mas exigir que joguem futebol, naquelas condições, é pedir demais.
ResponderEliminarClaro que temos todos muita peninha dos bósnios e da sua guerra civil; mas o facto é que há pelo menos um campo em melhores condições naquele país, e que poderia perfeitamente ser o palco do jogo.
Considero inaceitável o risco que se corre de se sair estropiado daquele batatal. E não é tanto pelas prime donne, mas mais pela guerra, que está em crescendo, entre clubes e selecções,
Deviam mas era lá ter mandado a equipa do Sebordingue, que nunca se queixa de nada. Nem do sistema.
ResponderEliminarUm país dilacerado pela guerra não justifica que não sejam hospitaleiros nem que usem golpes baixos para prejudicar a equipa adversária. jogando num batatal.
ResponderEliminarPois é, mas o Sebordingue teve de ir a Angola apanhar na pá. Paciência...
ResponderEliminar6 anos?
ResponderEliminarCaro João,
ResponderEliminarO melhor é a nossa selecção levar sachos!