(...) O pior é que esta interferência presidencial representa a defesa desesperada de um regime caduco que conduziu Portugal para a desgraça. Não uma desgraça qualquer. Uma desgraça que não é nem de perto nem de longe semelhante a outras do passado. Uma desgraça cujo fim não se conhece, que não está escrito nas estrelas. Um regime baseado no Estado pai, mãe, amigo, castigador, empregador, prestador de todos os serviços, omnipresente na vida, nos negócios, nas consciências e também na morte. (...)
António Ribeiro Ferreira no jornal i
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