É a tentação revolucionária latina que paulatinamente nos direcciona para a mediocridade e pobreza. Um círculo vicioso que só é possível quebrar com nobreza nos principios e preservança nas acções. A política é a arte do possível.
A tentação do radicalismo pode proporcionar um prazer imediato de vingança. Mas ao longo da nossa história significou a nossa desgraça. Não é por acaso que as monarquias só sobrevivem nos países que resistiram aos extremismos, onde prevaleceram consensos. Civilizados.
não sou monárquico e já fui republicano.
ResponderEliminaros socialismos conduzem sempre à miséria a curto prazo
Pois...mas como é tão católico lembro-lhe o que São Paulo escreveu numa das suas cartas: o homem volta ao vício como o cão volta ao seu vómito. Nada a fazer.
ResponderEliminarMas o atual regime europeu e norte-americano (incluindo as regras do FMI, Banco Mundial, etc.) não é neo-Liberal? Não é o Liberalismo que reina há dezenas de anos na Europa? Não há comunismo nem socialismo na Europa. Nunca houve.
ResponderEliminarMais tabaco na mistura...
ResponderEliminarIgnorante.
ResponderEliminarJoão Távora, sorrio _com alguma nostalgia_ desse tempo de "nobreza nos princípios". Quem ontem ouviu o PNSantos na apresentação do programa socialista, certamente percebeu na sua intervenção que já não é possível voltarmos aos consensos, ao cavalheirismo, àquele diálogo em nome do bem comum.
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