Adenda: há imprecisões minhas neste texto no que diz respeito à história dos bebés decapitados e do uso de imagens de bebés vindas de outros contextos. A história dos bebés não é, em rigor, criada pelo Estado israelita, embora se tenha demorado algum tempo a esclarecer. Mas não é uma invenção do Estado israelista (na hipótese mais favorável ao erro que escrevi, é uma invenção da sociedade israelita que demorou algum tempo a ser esclarecida). Quanto às fotografias de bebés queimados há alegações de que os metadados das fotografias demonstrariam o uso de fotografias de outros contextos, alegações que não fui verificar com cuidado (nem vou) porque como são contra os meus argumentos, dou de barato que ainda que assim seja, segue-se o meu argumento, que continua válido.
Esta peça do Observador é muito interessante e deveria ser usada nas escolas de jornalismo como exemplo.
Depois de dias a enfiar-nos pela goela abaixo propaganda do Hamas contrabandeada como "informação no Ministério da Saúde Palestiniano" ou "informam as autoridades locais", nomeadamente quanto aos efeitos da campanha militar de Israel em Gaza no que diz respeito a vítimas civis, o Observador, percebeu que estava a ir longe demais.
O ponto de viragem parece-me ter sido o enorme embuste do suposto ataque israelita a um hospital que teve como consequência a morte de 500 pessoas (o Hamas corrigiu mais tarde para 471, um número muito mais credível que um número redondo, claro).
E a peça para que faço a ligação é mesmo sobre esse embuste.
Em nenhum momento os jornalistas do Observador fazem qualquer avaliação crítica do seu trabalho anterior (e actual, ainda ontem uma jornalista descrevia a actuação de Israel como "a agressão israelita" e todos os dias continuam a repetir números de mortos que são transmitidos pelo Hamas sem qualquer verificação, como se fossem informação e não propaganda) e concluem: "Para já, cada um dos lados mantém as suas versões. As certezas poderiam ser encontradas com uma investigação independente no local. Até este momento, nenhum dos lados pediu que haja uma".
Na verdade, as Nações Unidas pediram uma investigação independente, mas deixemos isso que pode ser só um desfasamento de horas entre a elaboração da peça do Observador e o pedido das Nações Unidas.
Esta conclusão, e toda a peça, parece um exercício de objectividade e equidistância das partes, partindo da ideia de equivalência de credibilidade da informação transmitida pelas duas partes em confronto, isto é, que a credibilidade do Hamas como fonte de informação é a mesma da do Estado israelita.
É verdade que em situações de guerra, todas as partes mentem, todas as partes inventam e a guerra da informação é constante, não havendo qualquer razão para tomar qualquer informação proveniente de uma das partes pelo seu valor facial.
Mas isso não torna equivalentes as duas fontes de informação.
É verdade que o Estado de Israel fabricou imagens sobre o massacre de 7 de Outubro, em especial na história dos bebés decapitados ou dos incinerados - a história da decapitação de 40 bebés está mais de desmentida e as fotografias de bebés carbonizados parecem ser de outra situação que não tem qualquer relação com o massacre de 7 de Outubro -, é verdade que Israel retirou um vídeo por causa da hora do vídeo ser posterior ao do facto a que diria respeito (embora seja uma hora exacta, em vez de 18:59 é 19:59, e haver outro vídeo da Al Jazeera que confirma a substância do vídeo apresentado pelas autoridades israelitas) mas essas mentiras ou falta de rigor (eventualmente, no caso do vídeo apresentado) foram desmontadas em muito pouco tempo porque existem mecanismos de escrutínio independente e as mentiras são rapidamente condenadas pela opinião pública, quer interna, quer externa, representando um custo real para as autoridades de Israel. Por isso o Estado israelita está obrigado a fabricar mentiras minimamente sofisticadas, se quiser ter algum ganho com essas mentiras.
Pelo contrário, o Hamas é conhecido por encenar evidências (como a de pôr dois responsáveis pelo Ministério da Saúde de Gaza, do Hamas, a fazer uma conferência no dito hospital, vestindo batas, como se fossem médidos do hospital a falar, para citar uma que está na peça que refiro, havendo muitas mais e bem mais graves) e dizer o que lhe passa pela cabeça, sem grande preocupação com a sua credibilidade, porque sendo a falta de credibilidade do Hamas um dado seguro, o custo de inventar mentiras é muito baixo, como se demonstra na história do bombardeamento do hospital: é hoje evidente que não houve bombardeamento nenhum, mas sim um acidente com um explosivo, provavelmente um explosivo palestiniano, como referem praticamente todas as fontes independentes que se pronunciaram sobre o assunto, mas o efeito da acusação, falsa, de bombardeamento voluntário de um hospital que provocou 500 mortos, está adquirido.
Não afectou minimamente a credibilidade do Hamas, porque não há qualquer hipótese da credibilidade de quem quer que seja ficar abaixo de zero (zero é a credibilidade de referência do Hamas), mas encheu o espaço mediático de acusações a Israel durante dias e vai sempre haver quem fique a "dizer talvez e a dizer talvez/ E a dizer, pois sim/ E a dizer, pois é/ E a dizer, que remédio/ ...E a dizer, mas sabe/ E a dizer, que pena/ E faz e acontece".
Ainda hoje o Observador apresenta as versões do Hamas e de Israel como equivalentes, quando sendo verdade que nenhuma das versões está inteiramente confirmada, a versão do Hamas está hoje completamente desacreditada e a versão de Israel, não estando totalmente confirmada (por exemplo, se o foguete explodiu ou foi interceptado por Israel), está maioritariamente confirmada por todas as fontes independentes que se pronunciam com a informação disponível (que não chega, é verdade, mas dá indicações fortes).
Não, senhores jornalistas, o Hamas e o Estado de Israel não são duas faces da mesma moeda, não são moral e informativamente equivalentes, são duas partes interessadas no meio de uma guerra, por isso devem ser as duas olhadas com desconfiança em relação à informação que produzem, mas existem mecanismos de controlo em sociedades democráticas e abertas criam limites reais à utilização aberta da mentira e da ilusão, o que não acontece em grupos sociais fechados, autocráticos e brutalmente repressivos, como é o caso do Hamas.
ResponderEliminarEsse artigo no link continua a dizer que foi um "ataque".
E o Observador ainda não pediu desculpa aos seus leitores por uma notícia grave e totalmente falsa. Nem vai pedir.
Que o Observador está do lado do Hamas, isso é claro pelas suas notícias que em vez de dizerem "Hamas diz" muda para
Há sempre um "mas"...
ResponderEliminarQuem não dá água a crianças ...de certeza que ataca hospitais
ResponderEliminarNunca ninguém disse que houve 40 bebés decapitados, nem sequer 40 bebés número certo. As notícias falaram de “cerca de” ou “mais de” 40, de que alguns decapitados. Que eu visse, nunca foi apresentado um número de decapitados, mas houve fotos. Vi uma, apresentada como tal.
ResponderEliminarQuanto aos bebés queimados, terão sido vários, no quadro de famílias que foram queimadas, no fogo largado a suas casas.
Onde viu o desmentido de bebés decapitados e queimados? Seria grave (além de estupidez) que Israel lançasse mentiras e informações falsas. Mas, se o fez, gostaria de o saber.
ResponderEliminarImpressiona pessoas que são incapazes de pensar pela própria cabeça e que o que dizem não passe uma macaquice do que outros dizem.
Sabe qual definição de Genocídio?
Sobre a explosão no parque de estacionamento do complexo hospital consegue explicar como é que o Israelitas despejam lá litros de combustível para fazerem aquele incêndio sem fragmentação visível?
Você embarca na construção do ódio. E mais tarde ou mais cedo terá a paga da realidade.
ResponderEliminarContinuação---------
ResponderEliminarhttps://sol.sapo.pt/2023/10/19/israel-e-o-estranho-odio-de-uma-certa-esquerda/
Tem razão, há uma imprecisão minha que vou corrigir
ResponderEliminarVou pôr uma adenda
ResponderEliminar
ResponderEliminara liberdade e isenção dos meios de comunicação ocidentais é tão grande que já vejo a alj azeera e a gravitas para saber a versão do outro lado.
neste preciso momento há uma mega manifestação em londres pró palestina , e há 10 minutos vi a sogra do primeiro ministro escocês a dar a versão dela , lá na palestina.
ADOLFO LEÓN GÓMEZ in Breve tratado sobre la mentira
ResponderEliminarQuais notícias?
ResponderEliminar40 bebés mortos, alguns dos quais decapitados. Essa notícia ainda existe na versão digital de sites noticiosos, basta procurar.
Também ouvi o Piers Morgan dizê-lo, duvido que tenha sido o único.
Muita, muitíssima atenção em quem se vota , partindo do princípio que se vota, nas próximas eleiçõe para o "Parlament o Europeu"...
ResponderEliminarE , a talho de foice, há notícias da Polónia ?...
Juromenha
A mentira e falsa narrativa dos «bebés decapitados» foi fabricada e promovida pelo canal de televisão judeu «i24 News» que trabalha por procuração para o dr. Benjamim (https://pt.wikipedia.org/wiki/Benjamin_Netanyahu) e recebe orientações por parte deste.
ResponderEliminarNeste canal de televisão («i24 News») trabalham 35 veteranos que serviram nas forças armadas do "Estado" Israel.
Channa Rifkin jornalista do «i24 News», trabalhava como editora das redes sociais do canal, depois foi transferida para as forças armadas israelitas.
Polina Gareav, é uma jornalista alemã que trabalha para o «i24 News» que iniciou carreira como editora de notícias para a revista «Israeli Military».
David Matlin, é um antigo sargento das forças armadas israelitas e dirige o grupo de lóbi «AIPAC».
Eyal Pinko, representante dos serviços de informação da marinha israelita e do gabinete do primeiro-ministro, foi jornalista desse canal.
Daniel Tsemach, gerente de redes sociais para as forças armadas israelitas, foi jornalista desse mesmo canal e representante da «Rafeal Systems».
ResponderEliminarE temos mais um combatente do Hamas aqui que diz que Israel tem mais responsabildiade que o seu Hamas.
Quem gasta o orçamento numa maquina militar bem maior que vários países Europeus com rockets até 250km alcance, centenas de km de tuneis e deixou o aquifero de Gaza poluír-se e a água não ter tratamento, mas a responsabilidade é de Israel.
Os Aliados deveriam ter fornecido àgua à Alemanha Nazi?
As coisas são muito simpkes, independentemente da retórica: ou estamos do lado da civilização, ou estamos do lado da barbárie. E começam a sair das respectivas cavernas onde se disfarçam de gente de bem , os trogloditas que apoiam directa ou disfarcadamente o antissemitismo. São apenas racistas, apoiantes do Sr Adolfo, mas só eles é que pensam que não.
ResponderEliminarVoltámos à década de 30 do século passado. Com as consequências que vieram à posteriori. Devia estar sempre no incosciente colectivo, mas sobretudo no consciente, para que nunca mais se repetisse tal. Mas é pedir demasiado: é a "luta" deles. De mãos dadas com a selvajaria. Convinha que não abdicássemos da nossa: a da liberdade e da civilização contra esta matilha de tarados e seus apoiantes.
Pelo andar da carruagem a Polonia vai também ser engolida pelo global multi-coiso e tal ocidental made in UE.
ResponderEliminarAgradeço a adenda, mas continuo (e não sou o único) a considerar verdadeiras a decapitação e a incineração de bebés (não necessariamente de 40, um número que até hoje desconhecia) por terroristas do Hamas. Para isso baseio-me em notícias como esta...
ResponderEliminarhttps://www.jpost.com/breaking-news/article-767951
... que, até ao momento, não foi desmentida nem corrigida.
Por falar em multi-coiso e tal.
ResponderEliminarhttps://24.sapo.pt/atualidade/artigos/alemanha-regista-em-setembro-numero-mais-alto-em-sete-anos-de-imigrantes-ilegais
Notícias da Polónia: Paulo Portas, na sua habitual homilia dominical na TVI, regozijou-se com os resultados obtidos pelos partidos da oposição na Polónia, saindo-se com o disparate de que pela primeira vez, na Europa, o centro-direita derrotou a extrema-direita.
ResponderEliminarAtenção que a realidade continua a bater na nossa porta:
ResponderEliminarhttps://executivedigest.sapo.pt/noticias/mais-de-mil-menores-assinalados-por-islamismo-radical-em-franca/
E este agora https://executivedigest.sapo.pt/noticias/jovens-detidos-por-terrorismo-em-espanha-queriam-derramar-sangue-para-recuperar-a-peninsula-iberica/
"(...) é hoje evidente que não houve bombardeamento nenhum, mas sim um acidente com um explosivo (...). (HPS)
ResponderEliminarErrado. O que é evidente, porque factual, é o tweet posteriormente apagado, mas do qual há na net imagens (por exemplo aqui: https://sonar21.com/israeli-bombing-of-baptist-hospital-intelligence-failure-or-deliberate/), onde Hananya Naftali, secretário de imprensa do PM Israelita, 23 minutos após a explosão escrevia:
"Breaking: Isareli Air Force struck a Hamas terrorist base inside a hospital in Gaza. A multiple number of terrorists are dead (...)".
Isto é que é evidente, porque é factual. Ao contrário de teorias, conjecturas e consensos.
Também é evidente que não se trata de um facto isolado:
"(...) the World Health Organization (WHO) documented more than 136 attacks on health care services in the occupied Palestinian territory, including 59 attacks on the Gaza Strip, which resulted in the death of at least 16 health workers since the beginning of hostilities on 7 October."
(https://www.ohchr.org/en/press-releases/2023/10/gaza-un-experts-decry-bombing-hospitals-and-schools-crimes-against-humanity)
Assim como é agora evidente "(...) que o Estado de Israel fabricou imagens sobre o massacre de 7 de Outubro, em especial na história dos bebés decapitados ou dos incinerados (...)" (HPS) e, portanto, mentiu.
Mentiu comprovada, deliberada e conscientemente com o intuito de enganar e manipular a opinião pública, instituições e governos e, mesmo assim, segundo o autor do post "(...) o Hamas e o Estado de Israel não são duas faces da mesma moeda, não são moral e informativamente equivalentes (...) (HPS).
Talvez porque "(...) o Estado israelita está obrigado a fabricar mentiras minimamente sofisticadas (...)" (HPS). Deve ser essa a causa da ausência de equivalência moral e informativa: só as mentiras sofisticadas são moral e informativamente aceitáveis, porque não são descobertas, e por isso no restante, para além dos 40 bebés, o Estado israelita não está a mentir, é tudo verdade porque é moral e informativamente aceitável - o corolário lógico de raciocínios demenciais.
Contudo, exemplos "imorais e informativamente inaceitáveis" dessa "falsa objectividade de uma falsa equivalência" estão abundantemente documentados. Por exemplo aqui:
ResponderEliminarSettlers take advantage of Gaza war to launch West Bank pogroms
Israeli settlers and soldiers have killed 51 Palestinians in the West Bank this past week, with two villages entirely depopulated after attacks."
(https://www.972mag.com/settler-attacks-west-bank-gaza-war/)
E aqui:
"Rear Admiral Daniel Hagari, a spokesman for the Israeli military, has said that "the emphasis is on damage and tents" by the end of the campaign.
(https://www.telegraph.co.uk/world-news/2023/10/11/israel-abandon-precision-bombing-eliminate-hamas-officials/)
Não sendo evidente até ao momento, o plano parece ser mesmo esse: reduzir Gaza a uma cidade de tendas. Ou ainda pior, por aquilo que parece circular nos meios diplomáticos:
Following the embrace of President Joseph Biden and Prime Minister Benjamin Netanyahu, the US has endorsed the
This formula has been pressed on Egypt, the other Arab states, China, and Russia to accept by the UN Secretary-
They have emphasized there is no alternative to the destruction of Gaza, and its full absorption into the state
Reinforcing them, the US has cast its veto of all resolutions proposed in the UN Security Council (UNSC) by
https://johnhelmer.org/in-the-corridors-of-power-the-us-and-israel-are-daring-russia-china-and-the-world-to-go-to-
Perante todo este emaranhado, não posso deixar de me questionar, na certeza de que em questões estratégicas e geo-estratégicas - jogadas no "The Grand Chessboard" que é o tabuleiro do Mundo - a moral está sempre ausente:
ResponderEliminar- não existe gás natural no offshore de Gaza?
- porque foi a mesquita de Al-Aqsa invadida por colonos israelitas dias antes de 7 de Outubro, perante a passividade inicial das forças de segurança israelitas?
- não originou a visita de Ariel Sharon à mesquita uma Intifada?
- porque razão se realizou a rave party a apenas 3 km do muro?
- porque razão os avisos da espionagem egípcia foram ignorados?
- como foi possível que a aglomeração de um pequeno exército no "jardim da frente" não tenha sido detectada pela Mossad e IDF?
- como foi possível as IDF terem demorado cerca de 6 horas a reagir?
É tudo muito estranho, as coincidências são muitas e quem conectar os pontos e tiver conhecimento da História, daquela desconhecida para 99,9% das pessoas, estou certo que encontrará paralelo entre a Al-Aqsa Storm e o ataque japonês a Pearl Harbour (vd. "Day of Deceit: The Truth About FDR and Pearl Harbor" by Robert Stinnett).
Sic transit gloria mundi.
Não me lembro de um " quero acreditar" tão irracional como no caso da explosão no Hospital. Dir-se-ia que boa parte da opinião pública europeia quer mesmo que Israel seja culpado de tudo o que de mau aconteça no mundo e arredores, talvez para se desculparem do que os avós fizeram aos vizinhos judeus há 80 anos. No fundo, não são exactamente iguais a nós...
ResponderEliminarEstá portanto a falar da Fatah e do Hamas que têm nas rspectivas carta/bandeira a destruição de Israel.
ResponderEliminarNão é por repetir incessantemente a propaganda do Hamas, mesmo quando veiculada através de agências da ONU ou da Organização Mundial de Saúde (vá ver, nos documentos originais citados, qual é a fonte dos dados usados por estas agências) que a realidade passa a ser diferente da que é
ResponderEliminarDizer que o Hamas está ausente da Cisjordânia penso que estabelece, com clareza, o grau de credibilidade que se deve atribuir às suas longas diatribes em defesa do terrorismo e de organizações terroristas como método de actuação política.
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ResponderEliminarEu consideraria informar-se mais sobre Gaza, o Hamas e os seus objectivos como a destruição de Israel.
Cerca de 10-15% dos rockets disparados de Gaza caem na em Gaza por defeito de fabrico ou funcionamento. Desde que esta guerra começou mais de 550 rockets disparados de Gaza cairiam com algumas dezenas caidos no mar estamos a falar de uns 500 cairam em Gaza. Mas atendendo à sua reacção e de outras pessoas torna-se muito lucrativo para o Hamas bombardear o seu Hospital.
É estranho que o Elvimonte só permita o Sagrado aos outros.
ResponderEliminarOs assassinatos de padres e ataques a Igrejas por extremistas muculmanos na Europa devem originar o quê a mais que uma visita?
ResponderEliminarOnde está o retorno ás suas propriedades e indeminizações aos Portugueses de Angola, Moçambique , Guiné?
Você sabe que a Itália, Alemanha tiveram milhões de refugiados 4 anos antes? E que o Paquistão e India tiveram 15 milhões de refugiados na mesa altura.
O Estado de Israel é um estado fascista.
ResponderEliminarComo comentador, tanto aqui como noutros sítios, o "Elvimonte" sempre foi das pessoas que mais respeitei pelo cuidado que punha no que escrevia e nas fontes que utilizava.
ResponderEliminarLucklucky, eu sei que tu és de extrema-direita.
ResponderEliminarO facto de não a desmentirem torna-a verdadeira?
ResponderEliminarVou então dar a palavra a distintos israelitas, alguns antes mesmo de o serem.
ResponderEliminar"We must use terror, assassination, intimidation, land confiscation, and the cutting of all social services to rid the Galilee of its Arab population." Israel Koenig, "The Koenig Memorandum".
“Let us not ignore the truth among ourselves…politically we are the aggressors and they defend themselves… The country is theirs, because they inhabit it, whereas we want to come here and settle down, and in their view we want to take away from them their country.” Speech by David Ben-Gurion, 1938, quoted in Zionism and the Palestinians by Simha Flapan, 1979.
"Between ourselves it must be clear that there is no room for both people in this country…there is no other way than to transfer the Arabs to the neighbouring countries, to transfer all of them; not one village, not one tribe should be left." Yosef Weitz of the Jewish National Fund, diary entry, 1940.
“The most spectacular event in the contemporary history of Palestine - more spectacular in a sense than the creation of the Jewish state - is the wholesale evacuation of its Arab population which has swept with it also thousands of Arabs from areas threatened and/or occupied by us outside our boundaries.” Moshe Sharett -latter Israeli Foreign Minister - in a letter to Goldmann, 15 June 1948.
"I vow that if I was just an Israeli civilian and I met a Palestinian I would burn him and I would make him suffer before killing him. With one hit I've killed 750 Palestinians (in Rafah in 1956). I wanted to encourage my soldiers by raping Arabic girls as the Palestinian women is a slave for Jews, and we do whatever we want to her and nobody tells us what we shall do but we tell others what they shall do." Ariel Sharon, In an interview with General Ouze Merham, 1956.
"We shall reduce the Arab population to a community of woodcutters and waiters." Rabin's description of the conquest of Lydda, after the completion of Plan Dalet - Uri Lubrani, PM Ben-Gurion's special adviser on Arab Affairs, 1960. From "The Arabs in Israel" by Sabri Jiryas.
"Jewish villages were built in the place of Arab villages. You do not even know the names of these Arab villages, and I do not blame you because geography books no longer exist. Not only do the books not exist, the Arab villages are not there either. Nahlal arose in the place of Mahlul; Kibbutz Gvat in the place of Jibta; Kibbutz Sarid in the place of Huneifis; and Kefar Yehushua in the place of Tal al-Shuman. There is not a single place built in this country that did not have a former Arab population." Moshe Dayan, address to the Technion, Haifa, reported in Haaretz, April 4, 1969.
"It is the duty of Israeli leaders to explain to public opinion, clearly and courageously, a certain number of facts that are forgotten with time. The first of these is that there is no Zionism, colonization or Jewish State without the eviction of the Arabs and the expropriation of their lands." Yoram Bar Porath, Yediot Aahronot, of 14 July 1972.
I don't mind if after the job is done you put me in front of a Nuremberg Trial and then jail me for life. Hang me if you want, as a war criminal. What you don't understand is that the dirty work of Zionism is not finished yet, far from it. Ariel Sharon to Amos Oz, editor of Davar, Dec. 17, 1982.
"When we have settled the land, all the Arabs will be able to do about it will be to scurry around like drugged cockroaches in a bottle." Raphael Eitan, Chief of Staff of the Israeli Defence Forces, New York Times, 14 April 1983.
"We have to kill all the Palestinians unless they are resigned to live here as slaves." Chairman Heilbrun of the Committee for the Re-election of General Shlomo Lahat, the mayor of Tel Aviv, October 1983.
Por lapso, não mencionei a fonte de onde retirei as citações reproduzidas.
ResponderEliminarA fonte: https://francesleader.substack.com/p/i-dont-argue-with-israeli-propaganda
A questão não é essa, mas já que a coloca...
ResponderEliminarA Europa está a ser colonizada paulatina e subrepticiamente sob a égide de uma geração de políticos que considero a pior desde o final da 2ª GM.
Veja-se o que está a acontecer na Suécia e em França. O que, para mim, é deveras curioso é tudo isto ter sido teorizado pelo conde Coudenhove-Kalergi, nomeadamente nos seus livros "Pan-Europe" (1923) e " Praktischer Idealismus" (1925).
Também não posso deixar de assinalar como curioso o facto de ele ter sido o primeiro a receber o prémio Charlemagne.
O ex-presidente francês
“What is the goal? It’s going to be controversial. The goal is to meet the challenge of racial interbreeding. The to more coercive measures.
"The man of the future will be of mixed race. The races and classes of today will gradually disappear due to the
Li cuidadosamente essa longa lista de citações e não encontrei nelas nenhuma referência objectiva que me permita dizer que o que aconteceu no hospital não é um acidente, muito provavelmente decorrente de um lançamento do lado palestiniano
ResponderEliminarSe tivesses nascido no campo de concentração da Faixa de Gaza, a maior prisão do mundo ao ar livre, de certeza que não te importavas que o governo do Hamas gastasse o dinheiro para te libertar da ocupação, opressão, assassinatos, prisões arbitrárias, dos bombardeamentos constantes, do bloqueio de 16 anos, da dependência do Inimigo (terceiro em exportações), de alimentos, água, eletricidade, de se aproveitar dos trabalhadores com a mao de obra barata, e lutar pela independência do seu país!
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