
Gosto muito de etimologia, perceber a origem e componentes de cada palavra, como se essa descoberta me aproximasse da verdade e do sentido mais profundo das coisas. Por exemplo, recentemente descobri que na palavra Educar, se esconde o termo Duque. É com eDucação, nos aproximamos da idealização do Duque: a soberania, vocábulo que na sua origem grega “Douka” significa "Chefe", e na origem latina “Duce” significa "aquele que comanda".
Restam algumas dúvidas da importância da educação?
Duce não era aquele careca italiano que fazia gestos muito exagerados?
ResponderEliminarNão tenho dúvidas acerca da educação, mas a malta prefere ser valete de copas ou bestão.
ResponderEliminarno baralho republicano: «
ResponderEliminarna 1ª rep havia o '' ministério da Instrução pública ''
>
ResponderEliminar"Conductor"... "Fuhrer"...
ResponderEliminarMais atinente ao educar, não era duque mas escravo: era o grego pedagogo que levava a criança da casa dos pais ao Ginásio escola. E a educação continua a ser isso: conduzir a pessoa da menoridade e dependência doméstica à autonomia da maioridade adulta pelos caminhos do mundo...
>
ResponderEliminarDepois snifaram "tabula rasa", e cá estamos ... manicómio em auto-gestão.
Mais uma palermice monarquica!
ResponderEliminarA educação é uma palermice monárquica?
ResponderEliminarE a estupidez é uma conquista republicana?
Em Portugal, e desde 5 de Outubro de 1910, sim, é.
ResponderEliminar
ResponderEliminarPedro Oliveira,
A educação nunca foi nem será palermice.
A estupidez aparece naturalmente, é genuinamente humana.
Caro Octávio dos Santos,
ResponderEliminarNão gosto de utilizar a palavra "Portugal" em vão.
Isto não é Portugal, é a república portuguesa, no resto estamos de acordo.
A estupidez é universal mas pode aparecer ou não.
ResponderEliminarÉ como a varicela, diria eu.
ResponderEliminarA etimologia é uma área que também me fascina, tal como a evolução semântica das palavras. Um caso notável é o da raiz latina "vir, virtus" que significava a valentia do guerreiro e portanto estava inicialmente associada apenas a qualidades ligadas à força física (masculina). E assim se compreende a presença desse étimo em vocábulos como "viril / virilidade" mantendo o significado inicial ligado à masculinidade. Interessante é verificar-se que a mesma raíz "vir" se encontra na palavra "virtude" , que, por evolução semântica, deixou de se referir à "força física" e passou a significar a "força moral"..
Outro caso também curioso é a evolução semântica da palavra "mundo" cujo significado era "limpo". Actualmente só se mantêm vestígios desse significado inicial no antónimo de " mundo" ,ou seja, em "imundo" que significa "sujo".
Ou se aparece!
ResponderEliminarEu faço um desenho!
ResponderEliminarA educação não é palermice seja em que forma de governo for.
O que é palermice é associar a educação a um nome e quiçá a um título da nobreza, insinuando que a educação é algo menor para outras formas de governo, neste caso a republica.
Quanto à estupidez, a história, este post e alguns comentários revelam que não é exclusiva da qualquer forma de governo.