terça-feira, 5 de junho de 2018

Despotismo

No entanto, esta pequena elite que pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma influência significativa junto do poder político. O clube de Isabel Moreira, da CIG, das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição escrutinava os sussurros dos cristãos-novos.


 


João Miguel Tavares a ler na integra aqui

5 comentários:

  1. como dizia o comedido Ary
    'não há pau para elas'

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  2. Li o artigo todo do J.M.Tavares e não percebi de que é que, muito concretamente, ele está a falar. Parece-me um artigo abstrato em torno de inimigos abstratos que ele, qual D. Quixote, descortina.
    Ele deveria falar de uma campanha feminista concreta em vez de falar de um feminismo abstrato.

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  3. Não assisti a nada relacionado com o que se refere aqui ou no artigo do publico porque há muitos anos tenho o saudável hábito de nao ver televisão antes das 21H e nos canais ditos de informação. Ultimamente nem  isso porque não sou fan de futebol. Mas tenho, a propósito  deste assunto, uma proposta a fazer; porque não são publicadas periodicamente estatísticas que empresas da especialidade já apuram sobre os tempos de antena dedicados a cada partido e seus militantes ( os pseudo-comentadores são políticos com agendas bem definidas embora por vezes disfarçadas cujo tempo de "faladura" deve entrar no seu partido ), dedicados a programas distintivos e programas culturais, etc.etc. As poucas vezes em que tive acesso a esse tipo de informação fiquei...desculpem a expressão antiga...de olhos 
    em bico!

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  4. Ficar botando cordões sanitários em vocabulários (não importa em qual língüa) causa Transtorno Obssessivo Compulsivo.
    Além disso, as próprias mulheres são machistas com elas mesmas.
    Quando uma mulher namora muito, ou casa muitas vezes, são as outras mulheres que a criticam, nunca outro homem

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  5. Estamos na época da caça, mas desta vez quem caça são bruxas frustradas!

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