Os sujeitos racializados negros vão continuar a afirmar com autonomia e determinação a escolha do momento de fala. E a força e as circunstâncias do seu aparecimento no espaço público são, efetivamente, uma posição política clara de luta pelo reconhecimento do seu direito à palavra, o seu direito ao lugar na sociedade portuguesa. Mais do que objetos de uma condição histórica determinada apenas por outrem, assumem-se como sujeitos políticos que lutam pela sua afirmação.
Mamadou Ba no Público
Eu não percebo muito bem, porque é que , quando um assunto é sobre racismo ou exploração de pessoas, ou tráficos de influências, ninguém faz comentários..., será que é por a maioria se encontrarem na situação -"rabo preso?"
ResponderEliminarTanto comentador, tanto comentário, tudo vazio de sentido. Só conversas para "boi dormir", aquilo que tem verdadeiro interesse fica abafado- como os "mails do Benfica" ...
Pelos vistos a luta de Mamadu Ba é pelo direito a falar e a que não o perturbem quando fala, e eu acho que ele tem toda a razão. Ele tem o direito a falar. Se alguém não o quiser escutar não é obrigado, mas deixem-no falar e deixem ouvi-lo quem o queira ouvir.
ResponderEliminarParece que, lamentavelmente, isso não aconteceu na Feira do Livro.
Enquanto que a luta de Mamadu Ba fôr somente pelo direito a falar, ele tem toda a razão.
E já alguém falou de racismo entre brancos? Esse sim é racismo a sério ... arreigado ! Não cessa!
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