quinta-feira, 3 de março de 2016

O preço da cultura

João Soares é um espírito livre e não gosta de circunstâncias normais. Primeiro, mal chegou ao Palácio da Ajuda, anunciou que a prioridade da sua política (chamemos-lhe assim) seria impedir a saída da colecção Berardo para o estrangeiro, uma das ameaças recorrentes do comendador. Por outras palavras, comunicou-lhe publicamente que poderia pedir o preço que quisesse que o Governo, desde que ameaçado, estaria sempre disposto a pagar. Brilhante.

2 comentários:

  1. E os Mirós? Ele não se esqueceu dos Mirós, que estão encaixotados nas sobras do BPN. 
    Segundo o Soares Filho, os Mirós são nossos, dos portugueses, e não vão sair de cá. Para o nosso ministro da cultura (com letra pequena) não interessa nada vender os Mirós para abater à dívida que todos estamos a pagar, em resultado das malandrices do Oliveira Costa e a desastrada nacionalização do Sócrates/Teixeira dos Santos. 
    A Colecção dos Mirós (que não é colecção nenhuma, antes uma forma de aplicar uns capitais) não pode ser alienada. Ela faz falta para que certas figuras façam figura. O povo é sereno, o povo paga, tal como paga para ir ao futebol e ao circo...

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  2. motor aeiou petição demissão de joão soares

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