"Tiago Brandão Rodrigues, o novo Ministro da Educação, decidiu acabar com os exames no ensino básico e secundário porque "a cultura da nota é nociva". O argumento é arrasador, mas deixa-me uma pequena dúvida: como é que ele foi aceite no Doutoramento em Cambridge? Por simpatia?"
Pedro Picoito, aqui.
Talvez por cunha ....
ResponderEliminarTalvez por cunha ....
ResponderEliminarTsc, tsc, não percebe nada! Entrou em Cambridge porque era feliz!
ResponderEliminarComo é que ele conseguiu entrar num doutoramento em Cambridge, sem ter feito cá exames no ensino primário? Cambridge deve ser uma bandalheira. Os mais velhinhos que aqui faziam exames na quarta classe felizmente conseguiram entrar todos nas nossas gloriosas universidades.
ResponderEliminarPara se ser aceite no doutoramento em Cambridge é preciso fazer um exame? E somente a nota desse exame é que conta?
ResponderEliminarNão se impressionem tanto com obturamentos em oxónia ou em cantabrígia. Não são melhores do que os nossos e depois eles têm uns especiais, para pretos.
ResponderEliminar'nunca, jamais em tempo algum' cérebros tão privilegiados tomaram conta da administração do rectângulo.
ResponderEliminardiz-se por aí, mas não acredito, que é o boneco do ventríloquo prof nogueira
a ser verdade a cgtp tomou conta da 'geringonça'
Não perca o seu tempo. Eles nunca saberão.
ResponderEliminarEm apenas umas semanas, não tenho dúvidas em que pode vir a ser o melhor ministro de sempre nesta área.
ResponderEliminarEra URGENTE devolver a tranquilidade e a alegria à escola pública, devolvendo o primado à avaliação contínua. A escoa não é um lugar de adestramento para exames que apenas refletem as assimetrias sociais.
Não servem para nada.
Apenas para trazer stress aos garotos, tirá-los do seu contexto, do seu professor, da sua escola.
Pode haver exceções como em tudo, mas é evidente que os que vêm de meios sócio-económicos favorecidos têm sempre melhores classificações.
Mais do que estas, importa a formação global do aluno, a aprendizagem em constante avaliação pelo seu professor em contexto da sala de aula.
Mais - é um ministro que, acredito, vai governar COM os sindicatos de professores, não contra eles.
ResponderEliminarQuem melhor do que os sindicatos de professores para melhorar a educação na nossa pátria?
O senhor comunistas está em todas. Os seus comentários não podem ser tomados à letra. Ou então é daqueles que gostam de sentir a areia a rolar debaixo dos pés a arratá-lo para o mar. Se um cidadão arrasa o sistema de ensino em 40 dias pode ser considerado o melhor ME, será o equivalente a dizer que o seu antecessor andou a brincar com o sistema de ensino nos quatro anos anteriores. Se for capaz, explique-me. Anteriormente havia os exames do 4º ano e do 9º ano para serem substituído por provazinhas no 2º no 5º e no 8º. Demencial e psicologicamente será que as nossas criancinhas não serão afetada substituindo os termos de examezinhos por avaliações do faz-de-conta
ResponderEliminarNão me venha com essa de que as nossas crianças ficam muito deficitárias e traumatizadas com o terrorismo de uma educação saudável porque hoje, no século XXI, o ensino e aqueles que pretendem aprender têm outro prazer e outros meios que no século XXIX ou XX não tinham e não se acharam inferiorizados. Nuno Crato cometeu erros tremendos não na implementação dos exames mas na perda de tempo administrativo a que sufocou os professores em prejuízo do ensinamento. Mas na escola continua tudo na mesma. E enquanto a retenção do aluno for um peso para qualquer ME, não poderemos ter um ensino de qualidade, para requerer e alterar a estatística do sucesso do ensino em Portugal. Para que serve dizer que houve evolução se pela frente encontramos seres humanos que, quando lhe perguntamos as qualificações/habilitações literárias respondem - 9º ano ou 12º ano, para depois não serem capazes de responderem a uns questionário corretamente. Dou-lhe apenas um exemplo desta sociedade formativa. Demorando o utente a preencher uma parte do nome cerca de 15 minutos ex. José Silva, questionei-o do tempo de conclusão do percurso estudantil respondendo ter sido apenas retido uma vez no 4º ano.
ResponderEliminarOs sindicatos não servem só (e já é muito) para defender os direitos laborais dos docentes.
Desengane-se senhor comunista.
Num dos recentes concurso para professores do quadro o ME cometeu uma argolada. Abriu concurso para locais onde não havia vagas. Colocou professores na mobilidade quando os docentes lecionavam há mais de 20 anos na escola e de um momento para o outro viram-se substituídos por outros. Questionadas as centrais sindicais, os seus membros não acreditaram no erro do MEC e até punham em questão a veracidade afirmativa do docente. Pediu-se auxilio à Fenprof. Como resposta disseram nada poder fazer. Recorreu-se então aos Tribunais evocando o nome dos professores favorecidos e desfavorecidos. Quem ficou sem trabalho e atirado para a mobilidade viu o seu processo indeferido com a agravante de ter de indemnizar o colega apenas por ter dado o nome. E não é que a Fenprof ameaçou recorrer aos Tribunais se não vi-se ressarcida a verba que dispensou na defesa do seu associado?
Lamento informar mas o país é livre, por isso estou em todas, se e quandome apetece, sou uma pessoa educada e limito-me a expressar o que penso, com argumentos que julgo válidos.
ResponderEliminarAs pessoas de direita acham isso mal? Paciência, é a liberdade de expressão.
O indivíduo Nuno Crato conseguiu governar contra os professores, contra os alunos, representa pedagogias totalmente ultrapassadas, exames que quase nenhum país da Europa tem, uma "avaliação" docente que humilha pessoas de uma forma que nunca imaginei ser possível.
Reter alunos é muito fácil, chumbar é muito fácil. Acompanhar e recuperar garotos é que dá trabalho e é exigente. Implica o reconhecimento de contextos, a atenção mais individualizada com turmas mais pequenas, mas para a direita isso é "despesa pública" e não INVESTIMENTO NO FUTURO. Claro que implica dinheiro, mas é dinheiro gasto num bem superior que é a educação.
A ideia salazarenta de fazer mais com menos é como falar de um círculo quadrado. Não dá.
Pátria na sua boca cheira a obscenidade. Desde quando um comunista tem PÁTRIA ? Um comunista foi, é e será sempre um vendedor do interesse nacional ao oportunismo internacionalista e que ainda por cima lhe canta o hino.
ResponderEliminarVExa além de comuna é tolo, doido varrido.
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ResponderEliminarO que é verdadeiramente importante é que os alunos aprendam a ler, escrever e contar e serem felizes não se precisa de mais e que quando saírem da faculdade não o tenham esquecido. Precisamos muito de gente que saiba ler escrever e contar
E depende tambem da parcialidade ou não e da boa vontade ou não e da tolerância ou não do professor.
ResponderEliminarSe um professor der 20 a todos os seus alunos em avaliação continua pode....
A ideia não era os exames aferir efetivamente a aprendizagem? Ou a ideia é dar 15 a todos os miudos na nota para todos serem felizes e nenhum se sentir diminuido perante os seus pares?
Sou comunista, opção livre e democrática e a minha pátria é Portugal.
ResponderEliminarEstá a fazer confusão, a direita é que vendeu Portugal à Alemanha e pôs o país de rastos perante Bruxelas.
Passos, o ultraliberal, e Portas, o traidor da pátria, fizeram de Portugal um tapete para outros pisarem.
Só uma besta é que afirma ser nocivo aquilo que lhe deu proveito e fama. EXAMES.
ResponderEliminarA liberdade de expressão só é VÁLIDA quando for para o BEM. A liberdade de expressão para fazer o MAL não é liberdade de expressão: é MALDADE.
ResponderEliminarNão. Por engano!...
ResponderEliminarConvinha manter um certo nível de educação.
ResponderEliminarAcho que este blog merece que as caixas de comentários não se transformem em lixo.
Portanto, argumentos, sim. Chamar nomes, não.
Tenho enorme admiração e respeito pelos professores, é uma classe que está a ser atacada desde 2005 e que, finalmente, vai ser tratada com o respeito que merece. A avaliação contínua é a chave do sucesso da escola inclusiva. Os professores são profissionais sérios, conheço muitos, a escala é de 0 a 20 e eles não dão "15 a todos", igualdade não é dar a mesma nota a todos, é proporcionar condições para que todos possam tirar de si o máximo possível.
ResponderEliminarMas o senhor é como o Medina Carreira? É dono do bem e da verdade e os que pensam diferente de si são o mal e a aldrabice?
ResponderEliminarO dogmatismo é um contra-valor e traz de volta o ar bafiento do 24 de abril.
Pensar que se entra e faz doutoramento em Cambridge, "por engano", é burrice inominável. A não ser que esteja a ser irónico e a gozar com o autor do post....
ResponderEliminarTípico do tuga atrasado vir sugerir aos países mais desenvolvidos da europa que são todos uns tansos e uns irresponsáveis por náo fazerem exames aos alunos da quarta classe. Mandem o homem à Dinamarca e à Noruega palestrar sobre a porcaria que é o sistema deles. Melhor, mandem o Crato ensinar aos bárbaros da Noruega como é que deve ser uma educação escolar às direitas.
ResponderEliminarAinda duvida? É claríssimo.
ResponderEliminarou foi de cunha, ou tinha um percurso académico muito bom. só é pena não saber Português.
ResponderEliminarum ministro mentiroso! disse que dialogava antes de decidir e não o fez.
ResponderEliminarum ministro que esteve 15 anos fora.
um ministro que fala mal Português.
enfim.
claro que para este governo serve.
este ministro quando interrogado acerca do motivo de estar agora aqui, respondeu que sentiu um apelo. não respondeu que era competente. não respondeu que esteve fora 15 anos. não respondeu que não tinha experiência sobre o ensino.
ResponderEliminaragora vai poder reformar-se cedo, com um reforma choruda paga por todos nós.
até pode ser boa pessoa, mas para já só mostrou o contrário. para além do sorriso socrático e bem disposto, como quem olha para os otários...
Muito equivocado. Tive uma mão cheia de excelentes alunos oriundos de meios desfavorecidos que além de bem integrados, eram felizes e conviviam saudavelmente. São, em grande parte, os adultos que enviesam e deturpam a sua ingenuidade e beleza.
ResponderEliminarOs exames reflectem as assimetrias sociais? Fala exactamente de quê?
A aprendizagem não se faz só em contexto de "sala de aula" , meu caro.
E a formação global do aluno é duma tal abrangência que seria leviano, sequer abordar.
Procure fazer uma formação superior (ex. Lic., Mestr . e/ou MBA) e vai ver se o consegue sem exames.
Os caracteres disponíveis ser-me-iam insuficientes para falar da Escola onde encontrei crianças e jovens incríveis de todos os estratos sociais bem como Encarregados de Educação muito correctos e muito empenhados.
informação sobre o 'pau mandado' de coira num comentário do blog 'Porta da Loja'
ResponderEliminarpertenceu ao
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Para entrar em Cambridge ou em Oxford é preciso fazer um exame de acesso de quatro horas e ter uma nota alta, é preciso ter uma média do ensino secundário que seja no mínimo 18, e ainda é preciso passar por uma entrevista em que a personalidade do aplicante é testada com perguntas invulgares, para distinguir quem é mais desenvolto e de mente aberta, dado que são muito mais os candidatos (de todo o mundo) do que as vagas.
ResponderEliminarPara fazer um doutoralmente em Cambridge é preciso ter tido uma carreira académica muito boa até aí. Ali não se fazem "mestrados" em "Tortura".
O que é grave é que para este "ministro" os portugueses não são capazes de ser disciplinados e trabalhadores como ele óbviamente teve de ser para fazer a sua carreira académica. Não, o "povinho" tem de ter um "ensino" público que infantiliza, em que passa toda a gente para não traumatizar ninguém, e que depois perpetua o analfabetismo funcional. Enquanto isto a elite tuga põe os filhos a estudar em colégios estrangeiros para depois saírem para Oxford ou para Harvard. Já nem a Católica está na moda, quem é, ou quer ser alguém em Portugal vai directo estudar para fora.
Esta é a pior forma de DESIGUALDADE possível e qualquer pai ou mãe consciente devia insurgir-se furiosamente contra a cultura do facilitismo no ensino, porque prejudica os filhos de quem não tem dinheiro para os pôr a estudar no estrangeiro, cá dentro e lá fora. Ter uma licenciatura numa universidade de topo abre imensas portas e quem não começa cedo a ter boas notas e a fazer currículo na escola não tem hipótese nenhuma depois de entrar numa grande universidade.
os exames são fatores de exclusão social, a avaliação contínua, com testes e trabalhos, é a mais justa e adequada, os exames não têm em conta o contexto do aluno. Apenas me parecem admissíveis, como opcionais, para quem quer subir a nota, no 12º ano.
ResponderEliminarInsurgente
ResponderEliminarOs exames permitem ultrapassar diferenças sociais. A avaliação contínua por trabalhos pode ser muito injusta. Basta os alunos terem ajuda dos papás. Pessoalmente agradeço aos exames que tive e à exigência da fundação C. Gulbenkian na atribuição de bolsas no ensino secundário: média de 14 valores e sem cadeiras em atraso. Sem isso não teri entrado na faculdade pois para os meus pais bastava passar.
ResponderEliminarMorto por saber as respostas que vão ser dadas (?) pelo Sr. Professor. Vamos ver como é que o PS descalça a bota. Quem mandou subestimar Maria de Belém?
ResponderEliminaros media e jornalistas subservientes não falam disso. estão à espera do tempo novo em que poderão receber uns subsídios, ou satisfazer as suas afinidades políticas no caso dos jornalistas.
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