Felizes são os ingleses, os espanhóis, os belgas, os suecos, os holandeses, os dinamarqueses que têm a sorte de não terem de aturar esta coisa sinistra das "presidenciais". E depois há os outros, como alemães e os italianos, que fazem a coisa no recato do parlamento. Menos mau.
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Há também os austríacos, que tal e qual como nós escolhem o presidente mediante uma eleição geral. E cujo presidente tem poderes muito parecidos com os do nosso.
ResponderEliminarHistoricamente, verifica-se que nunca nenhum país que fosse uma república se tornou uma monarquia. As transições são sempre no sentido inverso. Algum motivo deve haver para isso.
ResponderEliminarAi os austríacos, já me esquecia desses caturras!
ResponderEliminarDigamos que a amostra temporal não é muito significativa.
ResponderEliminarNão se preocupe, então.
consta que tivemos nesta republiqueta social-fascista:
ResponderEliminar1 general de aviário e 2 advogados chicaneiros.
diz-se que depois do 'foge cão que te fazem barão'
veio 'foge Ausenda que o sampaio oferece-te uma comenda'
como diz o autor do blog Dalai Lima 'poarece a volta a Portugal em bicicleta'
até as gaja dão um ar de desgraça
com música do fado corrido e no jocoso
'andava a esgarçadinha no gamanço'
ou
'dou vinho ao meu cavalo, mas sou eu que m,e emborracho'
Portugal é uma república e é esse o sentir da maioria dos portugueses.
ResponderEliminarEvidentemente, candidaturas folclóricas como Neto, Tino ou Sequeira, não deviam ter lugar porque não representam nada, é só para aparecer.
Mas uma campanha eleitoral é sempre um momento de debate de ideias, claro que aos monárquicos isso não convém.
Bom dia João,
ResponderEliminarUma eleição indirecta é melhor do que uma eleição directa? Sim? Então acabe-se com a democracia!
Está o António a dizer-me que os países parlamentaristas não têm democracia?
ResponderEliminarÉ evidente que não. No entanto, uma eleição directa, porque foge (ou procura-se que fuja) aos directórios partidários parece ser mais democrático do que as eleições indirectas, resultantes de jogos partidários. Imagina você o que seria, nesta lógica - e no actual xadrez político - ter a Catarina Martins ou Jerónimo de Sousa Presidentes da República?
ResponderEliminarNo entanto, eu preferia uma monarquia constitucional!
Bem, eu gosto de escolher quem me representa, independentemente do que façam ingleses ou italianos. O João Távora prefere que escolham por si para não ter trabalho?
ResponderEliminarOu os sauditas.
ResponderEliminarConcordo consigo e até vou mais longe. Sou pela monarquia mas voto. Porque, mesmo não havendo um rei ou uma rainha, eu gosto de votar, de escolher quem me governe.
ResponderEliminarNão há gente mais perigosa e infantil do que os chamados objectores de consciência. São como aqueles avançados que, com a baliza aberta, chutam sempre para o lado!
Feliz, muito feliz, foi o Ali Bábá: só tinha 40 ladrões...
ResponderEliminarÉ cada TÓINO a comentar neste blogue!
ResponderEliminarUm até chega ao ponto de responder "É evidente que não", quando perguntado se que os países parlamentaristas não têm democracia. Se não têm democracia, os seus parlamentares não foram eleitos. Então como é que foram escolhidos? O ditador lá do sítio nomeou-os, foi isso?
E depois há o outro cromo, sempre na vanguarda do progresso - à boa maneira portuguesa - a dizer "que nunca nenhum país que fosse uma república se tornou uma monarquia. As transições são sempre no sentido inverso." Entendeu senhor João Távora, ou precisa que lhe expliquem melhor?
Restaurar a monarquia em Portugal? Nada de regredir para o Neolítico em que se encontram a Suécia (que eles tanto fingem admirar) o Reino Unido, o Japão ou a Holanda.
E finalmente há o que gosta de escolher quem o representa. Coitados dos alemães e dos italianos, não têm chefe de estado que os represente! Pois se não podem há eleições presidenciais directas nesses países! Até estou com curiosidade. Que responderia este meco se lhe perguntassem se o prof. Cavaco Silva o "representa"?
ResponderEliminarIsso não é verdade. Dois exemplos, um mais recente e outro menos: primeiro, a Espanha, de Franco para Juan Carlos; segundo, a Grã-Bretanha, de Cromwell para Carlos II.