As fotografias das homenagens ás vitimas dos ataques terroristas nas ruas de Paris mostram uma Europa que substituiu a cruz de Cristo (que na verdade é o mais antigo símbolo da Paz) pelos símbolos dos hippies. Porque a semântica dos símbolos é muito relevante, suspeito que isto ainda vai piorar muito antes de um dia poder melhorar.
os hippies defendem a paz, a igualdade, a liberdade, a relatividade cultural, a harmonia, a ecologia...mas aparentemente para si isso é tudo muito mau...
ResponderEliminarPara além de que as rádios, em vez de passarem a transmissão de missas ou orações, passam canções do John Lennon. Onde é que isto vai parar?
ResponderEliminarVai parar onde já foi. A Natureza tem horror ao vazio. Outros ocupam.
ResponderEliminarÉ por essas e por outras que optei, como modelo de existência, por nunca homenagear nada nem ninguém!
ResponderEliminarSobretudo o "Imagine" devia ser ensinado às crianças desde pequenas, é um hino à paz, à humanidade no que tem de melhor...
ResponderEliminarComo dizia o meu avô, que era de um outro tempo, isto está cheio de cabeludos e mulheres de mini-saia pouco tementes a Deus, que usam simbolos profanos como esse da fotografia, em vez da Cruz e cantam cançonetas em vez de orar. Temos de rezar pela salvação do mundo, mas não sei se ainda vamos a tempo.
ResponderEliminarO Joao quer mesmo uma guerra religiosa, nao quer? Quer mesmo fazer a vontade aos extremistas islamicos.
ResponderEliminarNenhum símbolo religioso é um símbolo unificador em sociedades plurais.
ResponderEliminarao ter suportar a sua cruz
ResponderEliminarpor muitos e longos anos
Tendo em conta que muito provavelmente nem todos os que morreram assassinados pelos terroristas eram cristãos (deve haver um número bastante significativo de muçulmanos, judeus, budistas, neopagãos e ateus entre as vítimas, especialmente numa cidade tão cosmopolita como Paris), acho justíssimo que se tenha escolhido um símbolo não religioso e universal para congregar todos os que partilham a dor e o luto nestas horas terríveis. Além de que a França é uma república orgulhosamente laica, razão pelo qual os fanáticos do Daesh a odeiam, aliás.
ResponderEliminarPor outro lado a sua afirmação de que a cruz de Cristo é um símbolo da paz é, no mínimo, discutível.
A cruz era um instrumento de tortura. É um apelo ao sacrifício.
ResponderEliminarPara quem não é cristão um instrumento de tortura como símbolo da paz deve parecer estranho.
E o que é que o mundo tem a ver com isso?
ResponderEliminarV. s fazem luxo em expor a ignorância. A cruz também era a árvore da vida- o peredixion. O alfa e omega de Adão a Cristo.
ResponderEliminarQue bonita a cruz lombarda do século VIII , ver isto convenceu-me de que realmente sou muito ignorante , até porque antes de Cristo a paz devia ser um conceito estranho à Humanidade.
ResponderEliminarO ramo de oliveira como símbolo de paz é usado desde 500 anos de Cristo mas os ignorantes são sempre os outros , especialmente se não pensam como nós nem acreditam nas mesmas coisas.
Pequeno problema. Como é que se faz a Paz com quem quer a guerra e vencer-nos a todo o custo? Se ganharem eles, passam-nos a ferro e fica tudo em "Paz". Ou então ganhamos nós e impomos a nossa Paz. Apesar de tudo, o nosso modo de impor a Paz é incomparavelmente mais humano.
ResponderEliminar"Why then the world's mine oyster..."
ResponderEliminarSó com o gozo e sem violência!
Ai Zazie, ai Zazie, então a cruz como modo de execução e tortura não é um elemento pré-cristão?
ResponderEliminarEssa coisa de se referir sempre aos outros como tontos é, de facto, uma armadilha da qual não consegue escapar.
Saiba, também, que qualquer dos tontos pode facilmente ver nisso uma terrível e constitutiva insegurança!
Eu referi-me ao tonto, como tonto e posso incluí-la a si, como jacobina, fazendo a mesma figura tonta.
ResponderEliminarSe v. tem paranóias com a nacionalidade e com a identidade de um povo, declare-se apátrida.
Porque estes atentados, antes de mais demonstram que meros bairros de imigrantes cuja família já para lá foi por efeitos de outros "refúgios" de há mais de 50 anos, não sentem o país que lhes atribui uma nacionalidade como seu.
Não sentem uma cultura, uma civilização, um local de pertença como seu. Não têm a menor compaixão em matar os vizinhos que deveriam também fazer parte dos seus.
E tudo isto porque a Europa, à conta de ideias imbecis e complexos de culpa como os v.s foi deixando um vazio que depois é preenchido por outros.
O que o João Távora escreveu tem toda a pertinência e eu mesma pensei logo nisso quando vi o logotipo a ser usado por toda a parte.
Ele faz muito bem em dizer isto e eu penso que é obrigação de quem quer defender o seu espaço e a paz fazer o mesmo e não o inverso que v-s defendem.
Porque o que v.s acabam a praticar é um apagamento de símbolos, de valores, de sentido nacional que não está só numa bandeira nem num hino. Devia estar interiorizado culturalmente.
Os que os doutrinam sabem disso. E há-de ser por aí que um vazio depois é preenchido com alucinações de um qualquer "estado islâmico" que se atinge pela droga e pela matança dos seus.
Quanto à cruz cristã faz todo o sentido porque se tratou de um sacrifício.
Se tivesse sido um presépio oferecido pela barbárie dos bunkers de imigração eu também preferiria o Menino-Jesus.
ResponderEliminarjavascript:nicTemp(); (http://www.city-journal.org/2015/eon1117ds.html)
a torre eiffel no meio de um círnão repararam ? é por isso que o símbolo é
ResponderEliminarNão. Ainda ninguém tinha conseguido perceber que era a Torre Eiffel.
ResponderEliminarObrigada pela perspicácia e informação.
Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas.
ResponderEliminarDizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que além de mentirosa e ridícula, essa é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã em toda parte. Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.