quarta-feira, 13 de maio de 2015

O Estado nacionalizou a minha língua.

A partir de hoje passo a escrever com erros ortográficos.

7 comentários:

  1. 1. O erro está no facto de existir este "acordo".
    2. A língua não foi nacionalizada, mas sim distorcida e vendida a outros, provavelmente aos brasileiros.

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  2. Tem toda a razão! 
    Eu, por exemplo, ainda hoje escreve êle, sciência, scisão, ennegrecer, emmalar, etc. Sempre tive más notas a Português, mas que diabo!, para quê adaptar-me à evolução da língua se posso usar a ortografia de 1940, ano em que a minha bem-amada avó nasceu?!

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  3. João Távora,
    Também eu começarei a dar erros de português. Mas, convenhamos, sempre usámos uma língua "nacionalizada", como diz, ou seja, imposta pelo Estado. A queixa será a mesma que terá sido usada pelo meu Avô, que Deus tem há muito. Os meus netos escrevem de acordo com o novo acordo e não tenho dificuldade em entendê-los, porque, mais consoante, menos consoante, escrevem lindamente e fazem-se entender. 


    Barata de Tovar

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  4. Foi o contrário. O PS-PSD privatizaram a nossa língua, venderam-na a interesses e vontades que não são as do povo. 

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  5. Uma foto de nove Reis  (para si João)
    http://www.viralnova.com/weird-photos-from-history-2/44/ (http://www.viralnova.com/weird-photos-from-history-2/44/)

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  6. "sciência, scisão, ennegrecer, emmalar"
    Quer dizer que escreveria numa ortografia próxima da francesa. Uma coisa de gente pouco sofisticada.
    Tem razão em preferir a brasileira de 1943.
    A vida cultural da França nada é ao pé da vida cultural e científica brasileira. Em sicence (physics e afins), o Brasil colecciona Nobéis. Já os franceses, coitados deles.  E os anglo-saxóncos, nesses nem vale a pena pensar: os desgraçados têm a mesma ortografia há 300 anos: não dão uma para a caixa.

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