A partir de hoje passo a escrever com erros ortográficos.
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1. O erro está no facto de existir este "acordo".
ResponderEliminar2. A língua não foi nacionalizada, mas sim distorcida e vendida a outros, provavelmente aos brasileiros.
Tem toda a razão!
ResponderEliminarEu, por exemplo, ainda hoje escreve êle, sciência, scisão, ennegrecer, emmalar, etc. Sempre tive más notas a Português, mas que diabo!, para quê adaptar-me à evolução da língua se posso usar a ortografia de 1940, ano em que a minha bem-amada avó nasceu?!
Eu também João!
ResponderEliminarJoão Távora,
ResponderEliminarTambém eu começarei a dar erros de português. Mas, convenhamos, sempre usámos uma língua "nacionalizada", como diz, ou seja, imposta pelo Estado. A queixa será a mesma que terá sido usada pelo meu Avô, que Deus tem há muito. Os meus netos escrevem de acordo com o novo acordo e não tenho dificuldade em entendê-los, porque, mais consoante, menos consoante, escrevem lindamente e fazem-se entender.
Barata de Tovar
Foi o contrário. O PS-PSD privatizaram a nossa língua, venderam-na a interesses e vontades que não são as do povo.
ResponderEliminarUma foto de nove Reis (para si João)
ResponderEliminarhttp://www.viralnova.com/weird-photos-from-history-2/44/ (http://www.viralnova.com/weird-photos-from-history-2/44/)
"sciência, scisão, ennegrecer, emmalar"
ResponderEliminarQuer dizer que escreveria numa ortografia próxima da francesa. Uma coisa de gente pouco sofisticada.
Tem razão em preferir a brasileira de 1943.
A vida cultural da França nada é ao pé da vida cultural e científica brasileira. Em sicence (physics e afins), o Brasil colecciona Nobéis. Já os franceses, coitados deles. E os anglo-saxóncos, nesses nem vale a pena pensar: os desgraçados têm a mesma ortografia há 300 anos: não dão uma para a caixa.