domingo, 24 de maio de 2015

Ainda a jhiad de José Alberto Carvalho

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 (...) E mesmo a exploração de crimes recentes é preferível à exaltação de crimes remotos, ou a José Alberto Carvalho, em directo do Museu dos Coches, a lembrar o regicídio ("uma data considerada funesta para os monárquicos"), a evocar com carinho a memória do Buíça e a constatar, com certo pasmo, que "mais de um século depois estes princípios republicanos ou de humanidade são ainda objecto de debate". Se os princípios eram a herança francesa do terror, é melhor não conhecer os fins. Já o fim do jornalismo, pelo andar da carruagem (ou do coche, caso apreciem trocadilhos), não deverá andar longe disto.



Alberto Gonçalves hoje no DN

2 comentários:

  1. Consta que o Rei se tinha a si e à sua família como proprietários da chefia do Estado português.  O Rei não quis consultar o povo sobre a sua legitmidade. Presumiu-a.<span style="font-size: medium; line-height: 19.2000007629395px;">O povo lhe deu essa legitimidade, o povo a tirou.</span>  Se o povo quisesse mesmo a monarquia não teria apoiado e continuado a apoiar a República.<br /><br /><br />No assassinato do Rei não está só o crime de Buiça mas o crime da Monarquia de se julgar intrinsecamente representante do povo. Quando foi que consultou o povo sobre essa representatividade? <br /><br /><br />A vossa sanha com o homem da TVI é patética.

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