palpita-me que é solteiro. os tempos mudaram. quando vejo alguém de aliança presumo que seja casado, mas é uma mera presunção. Será o primeiro casório? o segundo? o terceiro? hetero? homo? relação fechada? aberta? há um terceiro ou terceira no leito? gostam de clubes de swing? as coisas estão difíceis para esse sacramento.
<br />João Távora,<br /><br />Há de tudo. Eu tive a felicidade de nascer numa família sólida. A impressão que tenho dos tempos que correm é que andam à procura de uma quimera e acabam na secura. Enfim, é lá com eles.<br /><br />Sim, concordo com o comentário segundo o qual não percebo nada de casamentos - e não lamento. Agora cosmopolita/gazprom (que será?) vou-lhe contar uma história aldeã: era uma vez uma moçoila muito prendada que estava casada com um bom rapaz. Já mãe de filhos apaixonou-se por outro rapaz. Viveram estes uma paixão fogosa. O marido não gostava mas a casa era dos dois. Continuaram a viver juntos. Dormiam na mesma cama mas ela tinha à mesa de cabeceira o retrato do amado. Não sei se o marido dormia virado para a parede ou se já se habituara ao focinho do concorrente. Um dia o amado bateu a asa. No enterro ela chorou como uma viuva perdida para indignação da família do defunto que a queria fora do pranto. E continuou casada com o primeiro. Até que este também caiu para o lado. Assim nasceu uma viuva de dois maridos, um oficial e outro oficioso. História de aldeia esta, do nosso Portugal, das festas religiosas apimentadas pela música pimba.
Tem toda a razão,de facto há casamentos desgraçados, Manuel Branco. Não vou alimentar uma discussão do século XIX (ou anterior até), não é isso que está em causa. Cordeais cumprimentos
ResponderEliminarpalpita-me que é solteiro. os tempos mudaram. quando vejo alguém de aliança presumo que seja casado, mas é uma mera presunção. Será o primeiro casório? o segundo? o terceiro? hetero? homo? relação fechada? aberta? há um terceiro ou terceira no leito? gostam de clubes de swing? as coisas estão difíceis para esse sacramento.
são sempre de fachada para os cosmopolitas, não pescas nada disto...
ResponderEliminarabraço tipo gazprom
Amo a memória do meu pai, mas um dia tive que lhe dizer. Pai, não fui eu que casei com ela . Ainda não tinha vinte anos.
ResponderEliminarHá casamentos desgraçados, claro.
ResponderEliminarGazprom não que eu uso o do norte de África, Filipe.
ResponderEliminarAbraço
<br />João Távora,<br /><br />Há de tudo. Eu tive a felicidade de nascer numa família sólida. A impressão que tenho dos tempos que correm é que andam à procura de uma quimera e acabam na secura. Enfim, é lá com eles.<br /><br />Sim, concordo com o comentário segundo o qual não percebo nada de casamentos - e não lamento. Agora cosmopolita/gazprom (que será?) vou-lhe contar uma história aldeã: era uma vez uma moçoila muito prendada que estava casada com um bom rapaz. Já mãe de filhos apaixonou-se por outro rapaz. Viveram estes uma paixão fogosa. O marido não gostava mas a casa era dos dois. Continuaram a viver juntos. Dormiam na mesma cama mas ela tinha à mesa de cabeceira o retrato do amado. Não sei se o marido dormia virado para a parede ou se já se habituara ao focinho do concorrente. Um dia o amado bateu a asa. No enterro ela chorou como uma viuva perdida para indignação da família do defunto que a queria fora do pranto. E continuou casada com o primeiro. Até que este também caiu para o lado. Assim nasceu uma viuva de dois maridos, um oficial e outro oficioso. História de aldeia esta, do nosso Portugal, das festas religiosas apimentadas pela música pimba.
ResponderEliminarTem toda a razão,de facto há casamentos desgraçados, Manuel Branco. Não vou alimentar uma discussão do século XIX (ou anterior até), não é isso que está em causa.
ResponderEliminarCordeais cumprimentos