domingo, 14 de setembro de 2014

A importância de se chamar António

 


Prova provada de que nem sempre a substância prevalece sobre a forma são as eleições primárias no partido socialista, em que tal matéria foi definitivamente banida da discussão. Simplificando, o que está verdadeiramente sujeito a sufrágio resume-se ao António. Ou ao outro, o tempo o dirá. Tem razão Jorge Coelho para se preocupar: o processo eleitoral no dia 28 tem que transparecer absolutamente imaculado, o que não é líquido, sabendo-se como as disputas dentro dos partidos tendem para deslealdade, obscuridade, fraudes e chapeladas. Se assim não for nem a vitória clara do António salvará o Partido Socialista de uma enorme catástrofe. 

1 comentário:

  1. .Peanuts..verdadeiramente espantosa é a tendência de comentadores, colunistas, cartomantes e “politólogos” para se entusiasmarem com os desabafos dos Antónios, fundamentados em coisa nenhuma excepto na convicção de que um deles acabará a mandar no País.
    A acontecer tamanho flagelo, de resto plausível, importa é perceber se o País sobreviverá a qualquer dos Antónios.
    Sabe Deus e sabem os contribuintes alemães que Portugal tem resistido a muito.
    Faltam meses para o ajuste de contas acontecer:
    a) Ao Portas pede-se que modere...a boca e não os impostos;
    b)Ao Seguro/Costa pede-se que cumpram o Pacto Orçamental que uma boa fatia da Internacional Socialista apoiou.
    c) Ao Passos que não soube extinguir municípios, vender hospitais, despedir 90 000 no mínimo, vender a TAP, Berlengas, e o Palácio de Belém que mude de pasta: será melhor ver um socialista retinto a fazer esta coisa apesar da lamúria tuga.

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...