Prova provada de que nem sempre a substância prevalece sobre a forma são as eleições primárias no partido socialista, em que tal matéria foi definitivamente banida da discussão. Simplificando, o que está verdadeiramente sujeito a sufrágio resume-se ao António. Ou ao outro, o tempo o dirá. Tem razão Jorge Coelho para se preocupar: o processo eleitoral no dia 28 tem que transparecer absolutamente imaculado, o que não é líquido, sabendo-se como as disputas dentro dos partidos tendem para deslealdade, obscuridade, fraudes e chapeladas. Se assim não for nem a vitória clara do António salvará o Partido Socialista de uma enorme catástrofe.
.Peanuts..verdadeiramente espantosa é a tendência de comentadores, colunistas, cartomantes e “politólogos” para se entusiasmarem com os desabafos dos Antónios, fundamentados em coisa nenhuma excepto na convicção de que um deles acabará a mandar no País.
ResponderEliminarA acontecer tamanho flagelo, de resto plausível, importa é perceber se o País sobreviverá a qualquer dos Antónios.
Sabe Deus e sabem os contribuintes alemães que Portugal tem resistido a muito.
Faltam meses para o ajuste de contas acontecer:
a) Ao Portas pede-se que modere...a boca e não os impostos;
b)Ao Seguro/Costa pede-se que cumpram o Pacto Orçamental que uma boa fatia da Internacional Socialista apoiou.
c) Ao Passos que não soube extinguir municípios, vender hospitais, despedir 90 000 no mínimo, vender a TAP, Berlengas, e o Palácio de Belém que mude de pasta: será melhor ver um socialista retinto a fazer esta coisa apesar da lamúria tuga.