quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A ousadia de ser livre

 


"Essa história do “pretendente ao trono” não faz sentido nenhum – eu represento a Casa de Bragança a Família Real Portuguesa. Quem tem de pretender ou não pretender que eu assuma o cargo da Chefia do Estado  são os portugueses." Reiterou o Chefe da Casa Real Portuguesa à jornalista  Cristina Esteves no programa Protagonistas da passada segunda-feira na RTP Informação. 

6 comentários:

  1. E pudessem os portugueses escolher!... Aliás, poder, podem, só que não os deixam. A figura do referendo é letra morta na constituição de Abril. É que, ao contrário do que pretendem muitos "abrileiros", a constituição deles, mas vigente em Portugal, não tem entre as limitações nela previstas a de referendar o regime. Aliás, apor nela como limitação "a forma republicana de governo" é uma patetice jurídica, por imprecisão quanto ao que aquela é e por confusão cientifica quanto ao que se pretende conceptualizar na mesma.   

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  2. É livre de dizer o que quer, mas não existe nenhuma "família real portuguesa".

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  3. com sorte conseguiria um resultado parecido ao obtido pelos pretendentes brasileiros.

    quanto ao título, bom, se quem reinou de 1834 a 1910 o foi só de facto, então é o herdeiro. caso contrário, um quinto ou sexto primo do último soberano, a coisa fia fino, muito fino - o mesmo vale para os concorrentes, descendentes de uma infanta com casamento polémico. e nem falar do homem de verona.

    a fé vai tão mal por aquelas bandas que já se esqueceram que houve bandeiras brancas e azul e branco.

    é uma boa maneira de passar o tempo: na sicília há dois candidatos, com os saboia há dois candidatos, em frança há dois candidatos, em saxe havia dois candidatos, os da prússia tentaram abanar o sobrinho, os da rússia não se entendem e por aí e por aí. certamente voltarão todos aos seus tronos e os seus fieis vassalos ajoelharão.
    boa sorte



     

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  4. Manuel
    Presumo que estás agora a esfolar os joelhos perante o Cavaco, depois de teres feito o mesmo com os ilustres antecessores, sem qualquer hesitação sobre as suas legítimas origens.

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  5. não, nem sequer sou republicano. só que o que está morto morto está.
    seria engraçado ver em rainha a bisneta do visconde da ribeira brava acompanhada dos cunhados, os infantes irmãos de sua majestade.
    e já agora é duvidoso que o regime parlamentar seja o mais indicado para Portugal. Seria também curioso ver Duarte Pio a exercer o poder moderador.

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  6. Fiquei mais tranquilo com a resposta.
    Quanto a dúvidas sobre qualidades e competências das pessoas referidas para eventuais cargos, recorde o que temos aturado, certamente ficariamos a ganhar.

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