Por acaso o eleitorado cuidou de que gastar mais do que o que se tem e pedir emprestado sem saber se se pode pagar, podia dar muito mal? A maioria não cuidou. Agora não gostam da Democracia? Fraca imagem dão de si próprios, comportando-se como uns criançolas. Quem reage assim só dá razão à opinião que Salazar tinha dos portugueses, razão pela qual ele achava que a Democracia não era viável em Portugal.
Sempre que alguém, justamente indignado, tece críticas à classe política (que se tem portado como uma quadrilha de lapidários, de ladrões e de videirinhos torpes), aparece de imediato um ou mais opinadores ou escrevedores mesmo a dizer que aqui d'el-rei que querem acabar com a democracia. Não. O que se deseja é acabar com os gangsters que, à pala de serem políticos ou lhes andarem nas imediações, agem discricionariamente e se servem daquela retórica intimidatória, em última análise manipuladora e mentirosa, para seguirem em frente. Com o pretexto de "aprés moi le déluge". Pura encenação, pura velhacaria conceptual. E o resto é conversa...
Pois é, para grandes males grandes remédios. Um Salazar ou Hitler, Stalin ou Mao Tzé tantos faz. Que viva Portugal!
ResponderEliminarPor acaso o eleitorado cuidou de que gastar mais do que o que se tem e pedir emprestado sem saber se se pode pagar, podia dar muito mal? A maioria não cuidou. Agora não gostam da Democracia? Fraca imagem dão de si próprios, comportando-se como uns criançolas. Quem reage assim só dá razão à opinião que Salazar tinha dos portugueses, razão pela qual ele achava que a Democracia não era viável em Portugal.
ResponderEliminarSempre que alguém, justamente indignado, tece críticas à classe política (que se tem portado como uma quadrilha de lapidários, de ladrões e de videirinhos torpes), aparece de imediato um ou mais opinadores ou escrevedores mesmo a dizer que aqui d'el-rei que querem acabar com a democracia. Não. O que se deseja é acabar com os gangsters que, à pala de serem políticos ou lhes andarem nas imediações, agem discricionariamente e se servem daquela retórica intimidatória, em última análise manipuladora e mentirosa, para seguirem em frente. Com o pretexto de "aprés moi le déluge". Pura encenação, pura velhacaria conceptual. E o resto é conversa...
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