(...) Acho que, menos pelo episódio do Público do que pelo rústico enredo de espionagem que originou o episódio, o sr. Relvas não devia permanecer no governo. Acho que a direcção do diário em causa não devia ser selectiva na escolha das pressões que valentemente denuncia ou que estrategicamente esconde. Acho que o jornalismo que dorme com políticos não devia estranhar que os leitores fujam da promiscuidade. Acho que quem aguarda a sentença da absurda ERC devia esperar sentado.(...)
Alberto Gonçalves a ler na intregra aqui
ResponderEliminarNão gosto de politicos como o Relvas. Lembra-me os presidentes de concelhia, com os seus caciques locais, favores intrometidos, cobertos de oportunismo, e a escolha do partido foi feita há uns dez anos atrás em plena conversa de bilhar com o amigalhaço da terra.
Mas, nao considero que devesse ser demitido. Pois não é assunto.
O único facto relevante é o de saber se sabia da vida privada da jornalista e como a soube.
O resto num país livre, os jornalistas como a policia têm de assumir riscos inerentes.
E pressões, se é que existe "pressões". E o que há mais neste país é interpretações, e não factos. Há mais contextos, do que textos. Mais julgamentos, e menos conhecimento.
O Relvas deve ser demitido quando demorar em eliminar camaras e freguesias, rtp ´s e etc..
Também acho que se percebe hoje melhor que tocaram numa corda sensível do sr. Relvas (que, segundo li por aí, para ministro fala demasiado ao telemóvel), abordando um assunto que lhe era completamente desconfortável ou mesmo tabu, o que lhe fez perder a cabeça e saír-se com uma ameaça do mais risível.
ResponderEliminarE depois acho que estou até aos cabelos com este caso que promete durar, durar, durar...