Os investigadores das universidades de Filosofia de Milão e de Melbourne argumentam no artigo 'After-birth abortion: Why should the baby live?' ('Aborto pós-parto: Porque deve o bebé viver?') que um feto e um recém-nascido são dois seres «moralmente equivalentes», na medida em que ambos estão num estádio em que apenas têm o potencial para se tornarem pessoas. Justificam assim que «o aborto pós-parto deveria ser possível em todos os casos em que o aborto o é, e explicitam: «Inclusive quando não há malformações no feto».
Alberto Giubilini e Francesca Minerva, inevstigadores.
Muito resumidamente estas são as principais razões que me movem contra o aborto. A questão é metafisica, no sentido de filosófica: em gestação ou recém-nascido estamos sempre perante um ser único, irrepetível e… indefeso.
ResponderEliminarComo seria a votação do referendo do aborto se este estudo já existisse? Algo me diz que muita gente que o votou favoravelmente não o teria feito!
Sinceramente não consigo perceber porque se dá tanta relevância a este artigo estapafúrdio publicado numa revista sem impacto.
ResponderEliminarA ideia defendida não tem ponta por onde se lhe pegue. Com milhões de artigos publicados todas as semanas vai-se logo pegar neste. chiça!