terça-feira, 13 de março de 2012

Jornalismo de causas ou fidelidade canina?

 


É irónico como as opiniões de Fernanda Câncio afinal revelem por estes dias uma extraordinária e devota religiosidade, no sentido de relação com “o absoluto”. Sem imaginação, as suas "nobres" causas resumem-se a um cinzento exercício de fidelidade canina, digna de um vulgar assessor Abrantes, na ingrata promoção duma fantástica narrativa maniqueísta, de intriga artificial. Uma fórmula mirabolante que branqueie e indulgencie a ressabiada troupe de José Sócrates que nos enterrou neste atoleiro.

7 comentários:

  1. Eu diria socretinismo incurável terminal.

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  2. Nunca leu Camilo? Ele explica bem os arroubos da mulher que ama.

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  3. Causa-me sempre confusão as pessoas que confundem o papel de opinador com o de jornalista...
    É mau,

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  4. Não confundo jornalismo com opinião. Mas principalmente a quem emite opiniões gostamos de vislumbrar um mínimo de independência intelectual, ou será que não, Nelson? Não tem graça ler artigos que se adivinham só pela assinatura.

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  5. A Fernanda Cãncio tem independência intelectual. Apoia quem ela quer, e não quem o João Távora, ou outro qualquer, quer que que ela apoie.

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  6. Ah, pois é.

    Ainda me rio um bom bocado quando me vem à memória a figura que essa tal f. fazia num programa de CCS, com Francisco José Viegas e João Pereira Coutinho, figura tão indecente e má que tiveram de arranjar um substituto... 

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