É irónico como as opiniões de Fernanda Câncio afinal revelem por estes dias uma extraordinária e devota religiosidade, no sentido de relação com “o absoluto”. Sem imaginação, as suas "nobres" causas resumem-se a um cinzento exercício de fidelidade canina, digna de um vulgar assessor Abrantes, na ingrata promoção duma fantástica narrativa maniqueísta, de intriga artificial. Uma fórmula mirabolante que branqueie e indulgencie a ressabiada troupe de José Sócrates que nos enterrou neste atoleiro.
Eu diria socretinismo incurável terminal.
ResponderEliminarNunca leu Camilo? Ele explica bem os arroubos da mulher que ama.
ResponderEliminarCausa-me sempre confusão as pessoas que confundem o papel de opinador com o de jornalista...
ResponderEliminarÉ mau,
Não confundo jornalismo com opinião. Mas principalmente a quem emite opiniões gostamos de vislumbrar um mínimo de independência intelectual, ou será que não, Nelson? Não tem graça ler artigos que se adivinham só pela assinatura.
ResponderEliminarA Fernanda Cãncio tem independência intelectual. Apoia quem ela quer, e não quem o João Távora, ou outro qualquer, quer que que ela apoie.
ResponderEliminarBela escolha de adjectivo.
ResponderEliminarAh, pois é.
ResponderEliminarAinda me rio um bom bocado quando me vem à memória a figura que essa tal f. fazia num programa de CCS, com Francisco José Viegas e João Pereira Coutinho, figura tão indecente e má que tiveram de arranjar um substituto...