Ao contrário dos maçons que por já por aí uivam e acirrados rosnam salivando ódio com a ameaça da extinção do 5 de Outubro, o modo conformado com que a Igreja concede na eliminação de duas importantes festas religiosas, coincide com a maneira polida característica das forças mais tradicionalistas, que também se resignam com o fim do feriado da Restauração da Independência. De facto o mundo não acabará por isso, mas o fenómeno encerra em si um terrível simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”?
De resto, ontem à noite, quase setecentos portugueses entre os quais muitos jovens juntaram-se no Centro Cultural de Belém numa evocação aos heróis que há 371 anos instauraram a “Dinastia Portuguesa” da Casa de Bragança em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa. Com a habitual leitura da mensagem de S.A.R. tratou-se duma sóbria manifestação de sentido pátrio e solidariedade olimpicamente ignorada pelos média, demasiado ocupados com o exercício de bajulação ao decrépito regime encarnado por Mário Soares que promovia uma vernissage na sala ao lado com o lançamento do seu livro.
Porreiro pá!
Mário Soares, anda a promover o Iberismo, eles já se movem...aliás, a introdução de um Rabi neste Governo, que é um defensor do Iberismo convicto, como Ministro da Cultura...esta tudo dito...basta vêr que este Ministro irá promover a cultura espanhola em Portugal, mais do que promover a própria cultura...e o primeiro sinal, foi o envio do filme ( com produção estrangeira ) de Saramago para os prémios judaicos de cinema, conhecidos por Oscares
ResponderEliminarEste post parece-me bastante injusto.
ResponderEliminarPor um lado, parece ficar no ar a ideia de que só se consegue juntar quase setecentos portugueses para evocar os nossos heróis se tal ocorrer em véspera de feriado. Que, não havendo feriado, se tornará (quase) impossível alcançar tal feito.
Por outro lado, mesmo que a estupidez continue a reinar, a verdade é que também não faltam aqueles que, sim, dão imenso valor a essa coisa estravagante que é a soberania ou a independência. A começar pela individual. E que sabem que tal só só foi conseguido no passado através da luta e da labuta, de trabalhos e batalhas, pegando em arados e segurando em espadas. E que hoje continua a ser esse o único caminho realista para recuperar o que se perdeu. E que se for necessário sacrificar horas de descanso, dias de férias, feriados e pontes, e outros caprichos da ilusão socialista, sacrificá-los-emos. Por amor à independência e à soberania. Própria e colectiva.
apoiado!
ResponderEliminarMeus caros, tanta serenidade, tanto desprendimento e conformismo, e querem que vos levem a sério? Porque iriam os media dar atenção a essa reunião, se vocês próprios dizem que não vem nenhum mal ao mundo se acabar o 1º de Dezembro? E dizem-se vocês herdeiros daqueles que fizeram o 1º de Dezembro? Patético. São antes herdeiros daqueles que foram vencidos por meia dúzia de valentes do 5 de Outubro. Antes os republicanos a rosnar e uivar. A esses resta sangue na guelra, a vocês, chá de tília.
ResponderEliminarAs pessoas são educadas a aceitarem tudo e o poder - que em Portugal passa pelo bloco central & maçonarias - quando sente mole calca. Do acordo ortográfico, ao aborto pago, o poder sabe que ainda conta com a gente sensata que não gosta de causas perdidas. Agora é o 1º de Dezembro.
ResponderEliminarÉ isso...
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