O autor deve acreditar que houve um tempo em que não existiam famílias, monoparentais, rearranjadas, etc... e tudo vivia feliz num casamento monogâmico, perpétuo e indissolúvel. Deve pensar que só nas últimas duas gerações se deu tal fenómeno. É comovedora tanta ingenuidade... O problema é que esse mundo "in illo tempore" nunca existiu (a não ser na imaginação de alguns, que nunca ouviram falar na "roda dos enjeitados" ou nunca leram o nosso Camilo ou o Charles Dickens). A vida real e as relações humanas foram sempre mais complicadas do que o autor imagina...
Não acredito que nem o autor nem ninguém acredite nisso, que antes todas os casamentos eram idílicos e as famílias perfeitas. O que acontecia no tempo dos meus avós, pais e tios (ao todo dezenas de parentes cujas existências testemunhei partilhei com o gosto) é generalizando, com mais ou menos "felicidade" (o que é isso afinal?) as prioridades do casamento eram distintas das actuais. Eram o bem e subsistência do grupo, com todas as maçadas que isso implica.
Que berzundas . E leram Dickens, foi? . A sério? Quem é? Joga adonde? João, mais a sério: análise simples? Não, infelizmente , não. Como pode verificar pelos comentáros.
Análise a atirar para o simplex...
ResponderEliminarO autor deve acreditar que houve um tempo em que não existiam famílias, monoparentais, rearranjadas, etc... e tudo vivia feliz num casamento monogâmico, perpétuo e indissolúvel. Deve pensar que só nas últimas duas gerações se deu tal fenómeno. É comovedora tanta ingenuidade... O problema é que esse mundo "in illo tempore" nunca existiu (a não ser na imaginação de alguns, que nunca ouviram falar na "roda dos enjeitados" ou nunca leram o nosso Camilo ou o Charles Dickens). A vida real e as relações humanas foram sempre mais complicadas do que o autor imagina...
ResponderEliminarNão acredito que nem o autor nem ninguém acredite nisso, que antes todas os casamentos eram idílicos e as famílias perfeitas. O que acontecia no tempo dos meus avós, pais e tios (ao todo dezenas de parentes cujas existências testemunhei partilhei com o gosto) é generalizando, com mais ou menos "felicidade" (o que é isso afinal?) as prioridades do casamento eram distintas das actuais. Eram o bem e subsistência do grupo, com todas as maçadas que isso implica.
ResponderEliminarÉ simplex mas fulcral.
ResponderEliminarQue berzundas . E leram Dickens, foi? . A sério? Quem é? Joga adonde?
ResponderEliminarJoão, mais a sério: análise simples? Não, infelizmente , não. Como pode verificar pelos comentáros.
caro João
ResponderEliminarSimples, porque eficaz. Toca num problema de fundo, se calhar o principal.