sábado, 13 de agosto de 2011

Por outras palavras

Londres a arder: Falta pai. Falta muito pai. Nenhum Estado, nenhuma escola ou  nenhum psicólogo pode substituir a figura de um pai em casa. E o pior é que os pais destes também já crescerem sem pai. Quiseram famílias livres , monoparentais, como dizem os escreventes,  de ocasião,  rearranjadas e outras farras, não foi?.


 


Do novo esconderijo de Filipe Nunes Vicente

6 comentários:

  1. Análise a atirar para o simplex...

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  2. O autor deve acreditar que houve um tempo em que não existiam famílias, monoparentais, rearranjadas, etc... e tudo vivia feliz num casamento monogâmico, perpétuo e indissolúvel. Deve pensar que só nas últimas duas gerações se deu tal fenómeno. É comovedora tanta ingenuidade... O problema é que esse mundo "in illo tempore" nunca existiu (a não ser na imaginação de alguns, que nunca ouviram falar na "roda dos enjeitados" ou nunca leram o nosso Camilo ou o Charles Dickens). A vida real e as relações humanas foram sempre mais complicadas do que o autor imagina...

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  3. Não acredito que nem o autor nem ninguém acredite nisso, que antes todas os casamentos eram idílicos e as famílias perfeitas. O que acontecia no tempo dos meus avós, pais e tios (ao todo dezenas de parentes cujas existências testemunhei  partilhei com o gosto) é generalizando, com mais ou menos "felicidade" (o que é isso afinal?) as prioridades do casamento eram distintas das actuais. Eram o bem e subsistência do grupo, com todas as maçadas que isso implica.

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  4. Que berzundas .  E leram Dickens, foi? . A sério? Quem é? Joga  adonde?
    João, mais  a sério: análise simples? Não, infelizmente , não. Como pode verificar pelos comentáros.

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  5. caro João


    Simples, porque eficaz. Toca num problema de fundo, se calhar o principal.

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