Com as manifestações editoriais do Público sempre sabemos ao que vamos: por exemplo o jornal apoiou o aborto, o casamento gay e hostilizou Cavaco Silva. Nessa mesma linha, hoje esse jornal insurge-se contra o apelo ao voto de Cavaco Silva, relevando que a democracia admite outras formas de participação. O facto é que o presidente não disse que quem não vota a seguir tem de ficar calado; disse que perde legitimidade de se queixar do governo, coisa do domínio do bom senso. Interpretar outra coisa é um abuso politicamente enviesado. Sabemos muito bem como uma certa comunicação social a par duma minoria parlamentar da extrema exquerda, acalenta o secreto desejo de fazer de Lisboa uma fervilhante Praça Tahrir. Para seu azar tem que se contentar com meia dúzia de ganzados na Praça do Rossio.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A responsabilidade política de Fernando Alexandre
Houve quem visse na minha recusa total da ideia infantil que Fernando Alexandre optou pela sua ambição contra o interesse dos alunos uma te...
-
Um dia destes, o Público tinha uma chamada de primeira página e uma página inteira (que não li, passei os olhos por um ou outro parágrafo pa...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
-
Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
No entanto, nem todo o chinfrim ao longo de semanas, foi suficiente para mobilizar 1%3 dos eleitores (10%são os tais "fantasmas"). Eles que pensem nisso, a começar pelo lorpa 23%
ResponderEliminar