Com as manifestações editoriais do Público sempre sabemos ao que vamos: por exemplo o jornal apoiou o aborto, o casamento gay e hostilizou Cavaco Silva. Nessa mesma linha, hoje esse jornal insurge-se contra o apelo ao voto de Cavaco Silva, relevando que a democracia admite outras formas de participação. O facto é que o presidente não disse que quem não vota a seguir tem de ficar calado; disse que perde legitimidade de se queixar do governo, coisa do domínio do bom senso. Interpretar outra coisa é um abuso politicamente enviesado. Sabemos muito bem como uma certa comunicação social a par duma minoria parlamentar da extrema exquerda, acalenta o secreto desejo de fazer de Lisboa uma fervilhante Praça Tahrir. Para seu azar tem que se contentar com meia dúzia de ganzados na Praça do Rossio.
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No entanto, nem todo o chinfrim ao longo de semanas, foi suficiente para mobilizar 1%3 dos eleitores (10%são os tais "fantasmas"). Eles que pensem nisso, a começar pelo lorpa 23%
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