Criou-se a ideia de que o trabalho dos jornalistas é adivinhar o que está escondido (o Observador até tem o hábito de, depois de qualquer intervenção pública com alguma relevância, fazer umas peças a explicar aos broncos dos seus leitores as entrelinhas dessas intervenções).
Ao mesmo tempo, gostam muito de tentar reduzir as coisas a manhosices, de que é exemplo a forma como andam a tratar a entrevista a Passos Coelho sobre os tempos da troica, onde o que se destaca é a suposta fricção com Montenegro e Portas, em vez de realçar o carácter documental da entrevista.
A minha sugestão é simples, em vez de fazerem interpretações criativas ou acentuar questões relativamente marginais (interessantes no conjunto da entrevista mas sem qualquer razão para ser destacadas), porque não se limitam ao essencial?
Por exemplo "Ao contrário do Senhor Engenheiro Sócrates que estava sempre, no governo anterior, a fazer de conta que tomava medidas e a adiar os problemas, nós queríamos tentar resolver os problemas, para criar condições de crescimento mais tarde" é uma ideia bem mais próxima da substância da entrevista que a conversa de porteiras dos senhores jornalistas sobre o afastamento de Montenegro do passismo.
Mas se preferem ficar no registo do confronto, então destaquem o que diz Passos Coelho sobre a intervenção do tribunal constitucional, esse sim, um conflito que nos devia obrigar a pensar na arquitectura do sistema político e institucional que temos.
ResponderEliminarO dr. Pedro Coelho é um cara-de-pau, um indivíduo que trabalhou sempre contra o Interesse Nacional, os Portugueses, e a República.
O dr. Pedro Coelho liderou o XIXº Governo liberal/maçónico responsável pela destruição da economia e do trabalho em Portugal - que já de si eram frágeis -, deu cabo do que restava do Estado que é um dos pilares fundamentais da Soberania e da Sociedade de qualquer País.
Para todos aqueles que nasceram no Século XX até à Década de 80 começava-se a trabalhar entre os 16 e os 18 anos (alguns até mais cedo), os homens ainda tinham que cumprir o Serviço Militar caso contrário teriam muita dificuldade em arranjar trabalho, e aos 23 anos, grande parte dos Portugueses já vivia sozinho ou constituía família.
Era esta a realidade de Portugal até 2012 quando foi subvertida pelo XIXº Governo liberal/maçónico liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que provocou uma crise económica e social sem precedentes, tendo liderado o ataque à Classe-Média Portuguesa com o objectivo de a destruir.
O Governo liderado pelo dr. Pedro Coelho foi o responsável pelo impulso definitivo para exterminar a Família e os Valores e Princípios da Sociedade Portuguesa e dos Portugueses, através da promoção do homossexualismo/pedofilia (também conhecido como "lgbt+" ou "ideologia de género") e um dos maiores promotores do "wokismo", mas agora aparece como imaculado, a defender o contrário daquilo que foi praticado de forma sub-reptícia pelo seu Governo, chama-se a isto, imposturice.
Post-Scriptum: O que refiro no meu comentário é só uma ponta dos imensos crimes praticados pelo XIXº Governo liberal/maçónico liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, mas existem muitos mais, inclusive crimes de lesa-Pátria, cometidos pelo seu Executivo que por sinal até perdeu as Eleições Legislativas de 2011 (alcançou somente 2.159.742 Votos) para a Abstenção que representa a Maioria Silenciosa dos Portugueses e venceu esse Acto Eleitoral com 4.035.539 Eleitores.
Somos um país de alcoviteiras. As tricas e novelas rendem sempre mais do que conversa séria sobre o país e o seu futuro.
ResponderEliminarConsiderar "engenheiro" o bicharel sócrates, desqualifica todo e qualquer discurso...
ResponderEliminarJuromenha
Ainda tem uma estranha esperança no jornalismo...
ResponderEliminarQuando a maior parte dos jornalistas criou isto:
“Hamas is perhaps the first regime in recorded history to fight a war designed to maximize casualties among their own population.”
😁😄😆
ResponderEliminarAs porteiras tinham mais piada.
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ResponderEliminarA "arquitectura do sistema político e institucional que temos" é similar àquela que existe em muitos outros países democráticos. Em muitos deles há um Tribunal Constitucional, que é fortemente político. Segundo já ouvi dizer, o nosso Tribunal Constitucional (tal como o nosso ordenamento jurídico em geral) é, de facto, muito similar ao alemão.
O nosso Tribunal Constitucional é tão político, de facto, que os seus membros, embora sejam designados por "juízes", não são de facto, na sua maioria, juízes, nem têm qualquer formação judicial: são somente juristas (isto é, licenciados em Direito), mas que nunca exerceram a função de juízes nem têm a formação necessária para a exercer.
Além da irracionalidade, Nota-se que V.Exª está cheio de asco. Deve ser um protegido de Costa.
ResponderEliminarVocê não tem argumentos.
ResponderEliminarÀ luz do que Passos Coelho disse, com todas as letras, de Paulo Portas (a meu ver, que, para minha vergonha, votei CDS em 2011, não é nada de novo e/ou surpreendente), O HPS mantém a sua tese de que a razão para não se fazer acordos com o André Ventura é o facto de não se poder confiar nele?
ResponderEliminarDuas recomendações:
ResponderEliminara) Mais tabaco na mistura
b) Ouvir uma segunda opinião. A medicação está, definitivamente, desajustada.
Mais um(a), você não tem argumentos.
ResponderEliminarA liberdade de expressão/pensamento é um dos pilares da democracia.
ResponderEliminarA critica e o contraditório são os seus suportes.
A verdade/razão é assunto de outro nível.