
Golpe de Estado é a fórmula típica portuguesa de fazer as reformas que os apaniguados do regime protelam e empurram com a barriga. É assim há mais de 200 anos a "começar de novo" e não tem dado bom resultado. Uma sondagem há dias dizia que o 25 de Abril é o momento histórico mais importante da história de Portugal. Aguardemos pelo próximo.
A Constituição da República Portuguesa atribui ao Presidente da República um poder semelhante ao Monarca no Reino Unido.
ResponderEliminarNo R. U. o (soberano) Parlamento, uninominalmente eleito, elege um Primeiro Ministro. Este apresenta-se ao Monarca que, formalmente, certifica o recém eleito como chefe do Executivo ... até o Parlamento lhe enviar outro para certeficação. Muitos séculos de democracia.
Os próprios discursos reais são intimamente produto do Executivo.
A Raínha sempre guardou para si eventuais devaneios políticos, tarefa que apenas pertece aos eleitos, no Parlamento.
Assim foi com a Rainha Elizabeth II e a razão porque merece todo o prestígio que granjeou. Sempre a última, a imparcial, instância.
No R. U. dir-se-ia que os Deuses escolheram aquela Raínha.
Em Portugal o eleitorado escolheu a actual Presidente.
Meio século "depois", mais infantilizados e mais, muito mais , ignorantes ( e proporcional atrevimento...)....
ResponderEliminarVivó Regime!...
Juromenha
Isso discordo.
ResponderEliminarA ignorância no 24 de Abril era ainda mais que agora. Só assim se pode explicar a aderência ao Mao , ao Estaline, ao Enver Hoxa e a todo totalitarismo de muitos que fizeram o 25 de Abril com muitos portugueses a passarem de vivas a Marcelo para vivas ao Socialismo...
A Ditadura Conservadora entregou a ensino dos jovens á extrema esquerda ainda durante a sua vigência.
Precisando. A esquerda e a Maçonaria, dominaram a Educação ainda no anterior regime. A extrema-esquerda, só entrou depois do 25 de Abril, acompanhando o aumento de poder da esquerda militar. Só que o 25 de Novembro, travou a esquerda militar, mas não excisou as metásteses. De facto ilibou-lhes os crimes do PREC - incluindo cárcere privado e tortura - e não os saneou dos empregos públicos. Partcicularmente ao PCP, garantiu protecção e ameaçou quem tomasse acções retaliatórias ou invadisse sedes do PCP e do MDP-CDE (discurso de Melo Antunes na TV a seguir ao 25 de Novembro).
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ResponderEliminar"Senhor Presidente, se ainda tem algum sentido de dignidade e de respeito pelo cargo que ocupa e pelos portugueses, por Portugal e pela sua História, peço-lhe que apresente a renúncia ao seu mandato, nos termos constitucionalmente previstos (art. 131º).
Se o fizer, talvez a História o venha a julgar com menos severidade."
Teresa de Melo Ribeiro no Observador(artigo de leitura aberta sem assinatura)