Os países mais civilizados, com comunidades envolvidas no auto-governo, com instituições sólidas e uma Administração Pública suficientemente autónoma, tendem a dispensar um Governo Central, que para os portugueses ainda é uma espécie messiânica que tudo irá planificar para nos resolver as frustrações e carências.
Verdadeiramente a uma Nação adulta bastar-lhe-ia o Rei a zelar pela Rés publica.
o pagode contenta-se com: RÉS-VÉS CAMPO DE OURIQUE
ResponderEliminarCarlo Rovelli in LA REALIDAD NO ES LO QUE PARECE
ResponderEliminar"Nada há menos evidente do que a Evidência" (F.Gil, 1986, 'Tratado da Evidência', IN-CM)
ResponderEliminarMantemos ( permitem que mantenhamos...), por enquanto, os " sinais exteriores de independência" : aparecemos diferenciados no mapa da Ibéria, autorizam e pagam a existência de organismos supérfluos e inúteis ( "presidência da república", "governo", parlamento", etc. ) , franquearam-nos as portas do "Club" ( com a condição de saber qual o lugar à mesa...) . Sustentam-nos , eis tudo ( nunca agradeceremos suficientemente a Deus estarmos do lado de cá do Estreito...).
ResponderEliminarResta saber até quando esta condição de " povo mendicante e contentinho"
se vai prolongar...
Já se ouvem as Cassandras...
Juromenha
Quando a administração pública é muito autónoma, deixa de haver democracia: a administração faz aquilo que lhe apraz, em vez de obedecer às ordens dos políticos eleitos.
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ResponderEliminarcada um tem o gil que merece