sábado, 17 de fevereiro de 2024

Sonhar alto

Os países mais civilizados, com comunidades envolvidas no auto-governo, com instituições sólidas e uma Administração Pública suficientemente autónoma, tendem a dispensar um Governo Central, que para os portugueses ainda é uma espécie messiânica que tudo irá planificar para nos resolver as frustrações e carências.


Verdadeiramente a uma Nação adulta bastar-lhe-ia o Rei a zelar pela Rés publica.

6 comentários:

  1. o pagode contenta-se com: RÉS-VÉS CAMPO DE OURIQUE

    ResponderEliminar
  2. Carlo Rovelli in LA REALIDAD NO ES LO QUE PARECE

    ResponderEliminar
  3. "Nada há menos evidente do que a Evidência" (F.Gil, 1986, 'Tratado da Evidência', IN-CM)

    ResponderEliminar
  4. Mantemos ( permitem que mantenhamos...), por enquanto, os " sinais exteriores de independência"  : aparecemos diferenciados no mapa da Ibéria,  autorizam e pagam a existência de  organismos supérfluos e inúteis ( "presidência da república", "governo", parlamento", etc. ) , franquearam-nos as portas  do "Club" ( com a condição de saber qual o lugar à mesa...) .  Sustentam-nos , eis tudo ( nunca agradeceremos suficientemente a Deus estarmos do lado de cá do Estreito...).
    Resta saber até quando esta condição de " povo mendicante e contentinho"
    se vai prolongar...
    Já se ouvem as Cassandras...
    Juromenha

    ResponderEliminar
  5. Quando a administração pública é muito autónoma, deixa de haver democracia: a administração faz aquilo que lhe apraz, em vez de obedecer às ordens dos políticos eleitos.

    ResponderEliminar

  6. cada um tem o gil que merece

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...