"“Não está a haver uma proteção eficaz dos civis em Gaza“, diz António Guterres".
Isto é verdade e esta frase é verdadeira.
Mas a razão para que assim seja, não está no facto de Israel atacar alvos civis, está no facto do Hamas transformar civis em alvos.
Para os civis que morrem é igual, mas para os outros não é e convém não confundir as coisas.
Infelizmente as agências da ONU e o seu Secretário-geral estão há dois meses a confundir isto e a lançar confusão sobre isto.
Talvez se o HAMAS entregasse os reféns acabava com a guerra. Sempre ouvi Israel propô-lo.
ResponderEliminarPorque será que todas as organizações não põem hipótese em primeiro lugar?
A O-nu é um Pantanal global à escala mundial (passe a triângulancia).
ResponderEliminarFelizmente temos bloggers e tiktokers a reportar o que na realidade se passa em Gaza, ao invés dos propagandistas ineptos das NU.
ResponderEliminarEstão é a meter cada vez mais "lenha" na já instalada confusão (a qual realmente não apareceu do nada e tem décadas, a certo nível político, e séculos a outro nível mais profundo e histórico-religioso,ambos os níveis manipulados conforme os interesses e as ideologias). A ONU é como aquele circo decadente que só tem audiência nas aldeias medievais e é mantido para distrair as populações carentes.
ResponderEliminarO que ninguém entende no mundo é porque os Palestinianos não podem ter um exército, e os outros que os atacam e cercam há mais de 60 anos podem?
ResponderEliminarOu alguém acredita que o exército dos outros não é tão terrorista como o Hamas?
Por mais que tentem enganar a populaça, por mais escritos e lábias que inventem, não fazem senão figuras de palermas.
ResponderEliminarOs Gazeanos tiveram muito azar nas escolha dos seus políticos. Não é só ali. Pouco digno espetáculo, alguém cometeu erros.
Por um lado Hamaz e Gazeanos, misturados, caíram no erro de matar (e chacinar) civis. Se tivessem raptado uma dúzia de reféns teriam ganho uns cobres. Descontrole?. "Quem vai à guerra dá e leva". Naquele teatro de guerra não se consegue separar civis e "militares" sobretudo à paisana". Quem paga é o mechilão.
Por outro lado caíram na armadilha empurrados pelos ayatolas que apenas queriam apalpar o terreno, ali e não só. E agora?. Alguma vez avançariam em defesa dos irmãos muçulmanos?. Esperem sentados.
Uma coisa é o que o Sr. ONU diz e faz, é o emprego dele. Outra coisa é o que acontece. Sempre com um piscar de olhos de permeio.
Um não assunto, o Movimento de Resistência Islâmica («HAMAS») foi criado e apoiado pelo "Estado" de Israel, está ligado ao grupo terrorista Confraria dos Irmãos Muçulmanos («Muslim Brotherhood») criada sob a influência da Grande Loja Unida da Inglaterra.
ResponderEliminarAqui fica algo que realmente importa, um importante documentário publicado hoje na Internet sobre o Presidente Rui Rio:
«Rui Rio - Uma Liderança Diferente»
https://www.youtube.com/watch?v=FpWQGH0-vSs
A diferença de agora para antes, é que agora os EUA (os países colonialistas da Europa) e Israel já não conseguem derrotar o Irão, os países do Médio Oriente que vivem em redor, mais a China e a Rússia.
ResponderEliminarÉ essa diferença e essa mudança que veio mais depressa do que julgaram.
Agora, já não conseguem ganhar pela força militar, nem sequer conseguem amedrontar os outros países como fizeram desde o séc. XV.
Fiquei com a ideia de que o Hamas pretendia o mesmo.
ResponderEliminarTalvez tenha entendido mal.
Entregar os reféns e parar a invasão.
Claro que depois disso, nada impediria um acerto de contas.
Solução Israel com Natanyahu?
ResponderEliminarA) Que esperar de um território reduzido a pó,
as zonas urbanas desfeitas, novos ocupantes?
Porque não, a oportunidade de um grande Israel,
fronteiras seguras com os estados vizinhos?
Não é esse o sonho dos ultras que sustentam Natanyhau, este, do antecedente em perigo de ser preso?
B) Os indígenas da Palestina, dispersos pelo território, uma parcela a tratar de emigrar, o restante a desaparecer na História.
Incapazes de ultrapassar os desafios, condenados como sociedades a soçobrar perante desafios excessivos-referido no monumental HISTÓRIA de Toynbee. Israel, perante os desafios como estímulos que o vão fortalecendo.
C) Teoria dois Estados. A falácia que embala os tolos. Perante o contínuo avançar dos colonos, e esta Operação de limpeza, um segundo Estado,
como e para o quê? Com quem?
Àh, a ONU, pois.
O Sec. Geral da ONU é um mestre-de-cerimónias. Não tem autoridade sobre nenhum Estado. As várias resoluções da ONU são propostas, sujeitas a vários tipos de votação. Ser imparcial, no cargo, é elementar. Voz firme, clara, mas neutra. Nada fácil para alguém como A. Guterres.
ResponderEliminarGuterres é o anti Peter, é a prova provada que ser um verdadeiro incompetente nunca lhe impôs qualquer limite aos cargos que ocupa. Um irresponsável. Também é o anti Midas, por onde passa e onde toca em vez de ouro transforma tudo em pirite... Saber o que se sabe sobre os colaboradores da ONU em Gaza deviam fazer com que tivesse vergonha na cara, mas para isso era preciso ter alguma integridade. Diz o Marcelo que este era o melhor deles todos... Assustador... Ele que tente pôr lá capacetes azuis...
ResponderEliminare o que propõem que os palestinianos façam para parar com os colonatos ilegais dos israelitas e a okupação das suas terras? estão a lidar com okupas, pura e simplesmente, com a bênção do ocidente. safam--se a Espanha e o sr. Guterres
ResponderEliminarSe depois da entrega dos reféns nada impediria um acerto de contas, parece-me que antes da entrega dos reféns também nada está a impedir o acerto de contas. Na verdade os reféns até estão a dar a Israel um argumento para o acerto de contas. Que existe e existirá em qualquer dos casos.
ResponderEliminarEste argumento, a propósito de Gaza, de que foram retirados à força todos os colonos, e desmantelados, à força, todos os colonatos, pelo governo Israelita, não deixa de ser um bocado estranho.
ResponderEliminarQuando, há uns anos, um gajo fez uns quantos reféns numa dependência bancária qualquer, a quem competia defender os reféns, à polícia ou ao ladrão?
ResponderEliminarPodia, na sua opinião, o atirador matar um refém se, com o mesmo tiro, matasse o ladrão, usamos a sua justificação de que quem pôs o civil em perigo foi o ladrão?
Questões de extrema complexidade... E muito confusas...
O seu exemplo não tem nada de confuso, é até de exemplar clareza.
ResponderEliminarÉ evidente que tudo o que acontecer ao refém é da responsabilidade do ladrão, em primeiro lugar.
É também evidente que a polícia deve fazer tudo o que for possível para evitar a morte do refém e, já agora, também do ladrão.
Mas é ainda evidente que a polícia não pode encolher os ombros e deixar o ladrão em paz, porque há o risco do refém ser morto, tem de continuar a procurar soluções para resolver a situação, libertar o refém e prender o ladrão, se for possível, matá-lo se for a solução mais viável para eliminar o risco sobre o refém.
O que a situação em Gaza tem de diferente é que não se trata de apenas um ladrão e um refém, mas de um grupo de criminosos que usam toda uma população como refém (em Gaza não existem apenas 138 reféns, existem quase dois milhões de reféns do Hamas).
E usam os reféns não apenas para evitar ser atacados, mas para melhor preparar os ataques em que estão empenhados.
Clarinho, clarinho, clarinho.
Wokismo em todo o seu esplendor.
ResponderEliminarOuçam os cientistas, dizem. Quando um cientista diz algo que vai contra o que defendem, são uns propagandistas com agenda, a Greta é que sabe.
(um dos problemas da geração woke é que pensam que toda a informação é tornada pública. Pouca ou mal, ainda existe alguma discrição no mundo)
Eu não falei em responsabilidade. Aliás, a responsabilidade será sempre de quem comete o crime. Isso é de facto óbvio. Falei em defesa, ou proteção, dos civis, se quiser, e depois de como se justifica a morte de civis. Ignorou as minhas questões e fez bem!
ResponderEliminarNão percebo o que torna a situação se Gaza diferente, a não ser os números.
Temos os terroristas, temos os reféns (concordo consigo, são 2 milhões) e temos os que querem libertar os reféns. Os números envolvidos no mínimo obrigariam a mais prudência do que a que certamente tiveram os policias portugueses aquando do sequestro no BES que exemplifiquei no comentário anterior.
Sujeitas a votação e a vetos.
ResponderEliminarO Sec Geral é uma espécie de Tribunal de Contas, dá pareceres, bota sentenças, mas na realidade manda tanto como um professor na sala de aulas
Desconheço os números reais, só conheço os que divulga o ladrão
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ResponderEliminarcomo muito bem sabe , estou a falar destes e do que os palestinianos poderão fazer para acabar com esta sem vergonha . a fazer-se de parvo ?
https://pt.euronews.com/2023/06/27/israel-aprova-a-construcao-de-milhares-de-novas-casas-em-colonatos-israelitas-ilegais
https://www.publico.pt/2022/07/15/p3/fotogaleria/um-olhar-asseptico-sobre-os-colonatos-israelitas-ilegais-na-cisjordania-408443
https://www.dn.pt/internacional/israel-rejeita-na-onu-interromper-construcao-de-colonatos-na-palestina-16601248.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_colonatos_israelitas
Esses não são em Gaza, como sabe.
ResponderEliminarÉ por isso que estranho que fale disso a propósito de Gaza.
Agora vai melhorar muito:
ResponderEliminarA hipótese A) seria desastrosa para Israel. As outras são ambas inviáveis.
ResponderEliminarA C) porque deixaria desempregados centena de funcionários das agências da ONU e sem financiamento dezenas de ONGs que disso vivem
A B) porque, dada a lição do 7 de Setembro, Israel - se não virar suicida - nunca permitirá, fora do seu controlo, um porto em Gaza ou um aeroporto internacional na Cisjordânia.
A situação ainda tem de piorar antes de uma solução possível0
11 de Setembro (não 7 de Setembro).
ResponderEliminarA ONU apoia o Hamas, basta ver o que Guterres acabou de fazer e nunca fez no seu mandato.
ResponderEliminarE quem é que a UNRWA apoia.
Muitos palestinianos estão a protestar o desvio da ajuda para o Hamas e a ONU nada diz e nada faz.
ResponderEliminarQuando você estudar alguma coisa verificará que há muitos mais povos no Médio Oriente que o Árabes e muito mais religiões que o Islão. Nessa altura vai começar a perguntar quem afinal são os colonialistas.
ResponderEliminarImparcial? desde quando. Guterres é tudo menos imparcial. Veja-se quando é que ele montou um voto de emergência mas nunca o fez antes em situações muito mais graves.
ResponderEliminarE como é que se pode ser imparcial no forum onde não há lei e onde uns são tratados de maneira diferente de outros e apenas o voto determina a justiça?
ResponderEliminaromg !!não são em Gaza , mas são dos palestinianos. o que é que sugere que façam? que contratem a legião estrangeira? que peçam o exercito iraniano emprestado ? que façam greve de fome? que deixem os que conjugam o verbo israeler roubá-los na boa ?
ResponderEliminarou não consegue responder ?
Ao contrário do que parece ser a sua ideia, a situação no Médio Oriente é muito complicada há muitos anos.
ResponderEliminarHavia comunidades judaicas em todos os países árabes, que hoje já não existem.
E havia muitos judeus na Palestina antes da criação do Estado de Israel.
A ONU, com o vota contra dos países árabes, achou que a melhor solução era fazer dois estados, um dos quais judaico.
No dia seguinte à criação desse Estado, os cinco vizinhos, com apoio da liga árabe, invadiram o novo país e perderam essa guerra (na verdade, antes da criação de Israel já havia uma guerra civil em curso na Palestina).
Como resultado dessa opção, 700 mil árabes saíram da Palestina mas os vizinhos árabes recusaram-se a integrar esses refugiados nesses países, criando um tremendo problema de refugiados pagos pela ONU (eram 700 mil, hoje são cinco milhões, o genocídio parece que está a correr mal para os genocidas).
Depois dessa guerra, os vizinhos árabes de israel começaram várias outras guerras e perderam-nas todas.
Em consequência, as fronteiras de Israel foram mudando até Israel ter hoje o tamanho do Alentejo (boa parte do qual é deserto).
Contra as resoluções da ONU, Israel começou a criar colonatos nos territórios ocupados.
Se os palestinianos querem queixar-se deste resultado, o melhor é dirigirem-se à ONU e aos restantes países árabes, que têm impedido qualquer solução de longo prazo para o problema.
O que não faz sentido é defender a selvajaria do Hamas com base nesta história que é tudo menos linear.
Muito bem.
ResponderEliminarMuito bem.
ResponderEliminarNão é a Democracia a funcionar?
ResponderEliminarNesse regime Democrático não ganha e tem legitimidade quem tem mais votos?
e desde quando países são criados por instituições , sem ser conquistados pelas populações , e postos no meio das terras de outros ? é óbvio e expectável que esses outros respondam ao invasor cara de pau.
ResponderEliminarisrael é uma aberração anglo sionistas , criada pelo
É pena que não tenha dado atenção ao essencial do meu comentário: ali existiam muitas comunidades de muitas culturas diferentes, incluindo muçulmanos, judeus e cristãos, com um crescimento progressivo dos judeus.
ResponderEliminarEssa situação deu origem a uma guerra civil.
Dizer que os judeus vieram de outro lado qualquer não faz o menor sentido: alguns vieram, sim, porque eram perseguidos e foram expulsos dos sítios onde estavam, incluindo vários países árabes da região (vieram muitos do Iémen, por exemplo), mas sempre estiveram ali comunidades diferentes.
A solução dos dois estados foi uma tentativa de resolver uma guerra civil que existia (e existe, não apenas em Israel, mas no Líbano, no Irão, na Turquia, etc., sem qualquer relação com Israel ou os judeus).
É a recusa Árabe em discutir qualquer solução que não passe pela destruição de Israel que cria o gravíssimo problema da Palestina, alimentado pelo dinheiro da ONU e do petróleo.
Pretender que os judeus são okupas é simplesmente absurdo.
Com esta e outras afins, a ONU continua a cavar a sepultura da sua credibilidade.
ResponderEliminarJá te perguntaste por que razão nenhum país árabe aceita refugiados palestinianos?
ResponderEliminarJá te perguntaste por que razão a Jordânia expulsou milhares de refugiados palestinianos em setembro de 1971?
Já te perguntaste porque razão o Koweit expulsou mais de 300 mil palestinianos no fim da 1ª Guerra do Golfo, em 1991?