"Não considera que essa reação internacional é justificada? Israel não poderia conduzir esta operação de outra forma, sem matar tantos civis?
Não. Não acho que haja outra forma de fazer isto. Não quando o inimigo estabelece as suas bases militares, intencionalmente entre a população civil. Dezenas de milhares de rockets, 500 quilómetros de túneis subterrâneos… O que podia Israel fazer? Só tinha duas ou três opções. Podia não fazer nada, mas essa não era claramente uma opção viável. Podia mergulhar de cabeça, com uma operação que destruía tudo na sua passagem. E escolheu o caminho do meio: tentar fazer o máximo a partir do ar e dar tempo aos palestinianos para saírem de Gaza norte. Quase um milhão de pessoas saiu e isso vai minimizar o número de baixas. Mas agora temos de entrar. As pessoas que dizem reconhecer o direito de defesa a Israel, mas que consideram que esta não é a maneira de o garantir, na verdade não percebem muito de operações militares. Aquilo que estão a dizer é, na verdade, que Israel não tem o direito a defender-se.
Não há outra maneira de Israel se defender?
Não creio. Não vou justificar cada bombardeamento, ok? Talvez alguns pudessem ser evitados. Mas, de forma geral, não, não há outra maneira."
De uma entrevista no Observador que vale a pena ler, fica o resumo das minhas opiniões em posts anteriores.
Nada disto significa menos atenção, empatia ou o que quer que seja pelas vítimas principais disto tudo: as pessoas comuns que vivem na Palestina que não é directamente governada por Israel e nos campos de refugiados dos países envolventes que restringem fortemente os direitos dessas pessoas a esquecer o passado e seguir em frente com a sua vida, impedindo-as de aceder à cidadania, ao trabalho e outras coisas que tais.
«
ResponderEliminar1 (https://web.archive.org/web/20220307220554id_/https://journals.openedition.org/nuevomundo/70524#ftn1)2 (https://web.archive.org/web/20220307220554id_/https://journals.openedition.org/nuevomundo/70524#ftn2)
ResponderEliminaruma entrevista no Observador
Entrevista a quem?
ResponderEliminarNão há outra maneira de Israel se defender?
Mas Israel não se está a defender. Israel está a atacar Gaza (ou o Hamas, se se preferir).
Defesas era aquilo que Israel tinha antes, e o Hamas conseguiu ultrapassá-las. Defesa é o Iron Dome, que Israel tem e está a funcionar com bastante eficácia.
Não se deve confundir a defesa com o ataque. (Tal como não se deve confundir o Ministério da Defesa com o Ministério da Guerra.)
Subscrevo tudo o que disse. No seu post anterior referi (as minhas escusas por me citar a mim mesmo) que nem sempre as vítmas mostradas são civis. Entre elas estão os próprios guerrilheiros do Hamas. Usam técnicas de dissimulação, uma delas é lutarem sem farda, vestidos à civil, para, em caso de morte, figurarem entre o número de civis inocentes atacados por Israel _ como espalha a propaganda e que o sr.da Onu aparentemente "desconhece", tal como "ignora" os factos aqui referidos por si.
ResponderEliminarOutros exemplos desta ambiguidade podiam ser lembrados, como o caso duma conferência de Imprensa dada pelos "médicos" dum Hospital ao qual não faltaram os acessórios no respectivo décor para dar mais credibilidade e verosimilhança à encenação.
Mas nenhum destes casos de duplicidades do Hamas _ já comprovados_ demove "o estado de alma" dessa grande referência que é o importante sr.da Onu. Continuará firme e impante nas suas crenças e a espalhar a sua fezada.
Já várias vezes tens defendido a teoria de que se eu te der um murro porque me levantaste a mão para me bater, não me estou a defender, mas a atacar.
ResponderEliminarAcontece que as pessoas comuns e o direito têm outra opinião, acham que destruir um arsenal que vai ser usado para me atingir ou uma plataforma de lançamento de rockets que vai ser usada contra mim, são acções de defesa.
Independentemente dessas discussões semânticas, acha mesmo que o relevante é discutir se Israel se está a defender ou a atacar?
Qual é o propósito destes comentários completamente absurdos?
É isso exactamente o que faz o Hamas : entrincheirarem-se no seio da população. Deste modo a população torna-se também vítima do Hamas que expõe e usa os seus civis. Mas, incompreensivelmente, pessoas em elevados cargos e com altas responsabilidades não denunciam este crime de guerra do Hamas que coloca em risco a sua própria população.
ResponderEliminarCom a agravante de os coagir a serem mártires.
ResponderEliminarse eu te der um murro porque me levantaste a mão para me bater, não me estou a defender, mas a atacar
Não. Nesse caso está-se a defender.
Mas se eu lhe bater, o Henrique cair no chão magoado, ficar lá 5 minutos a gemer, e depois levantar-se e dar-me um murro, então sim, o Henrique estará a atacar-me.
Foi isso que aconteceu. Israel foi vítima de um ataque e, depois desse ataque concluído, de forma irreparável, começou a atacar.
ResponderEliminarNão acho que haja outra forma de fazer isto.
Possivelmente não haverá, tecnicamente falando. Mas qualquer ataque a um país estrangeiro deve ser precedido de uma queixa junto do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
ResponderEliminarPois, e o Governo libanês age, dessa forma, muito corretamente. Queixa-se e espera, a ver o que acontece. Só após constatar que nada acontece (se esse fôr o caso) é que, eventualmente, terá o direito de (tentar) entrar por Israel adentro e partir aquilo tudo. Sendo que, se o fizer, estará a atacar Israel - não a defender-se de um ataque que já foi perpetrado e concluído.
A semântica de quem "ataca" quem / quem se "defende" de quem, é completamente absurda.
ResponderEliminarJá se sabe que "Quem vai para a guerra dá e leva". Mas qual é o espanto? E Israel até está a tentar cumprir as regras da justiça na guerra, na medida do possível, dentro do cenário montado pelo Hamas que o HPS descreve, em que...
Tens toda a razão: a Ucrânia não se está a defender de uma invasão Russa, está a atacar posições russas.
ResponderEliminarE fez muito mal em se defender antes de se ir queixar da Rússia ao Conselho de Segurança onde a Rússia tem poder de veto: primeiro, queixava-se da invasão, depois então, ao fim de algum tempo, respondia aos ataques e, mesmo assim, de forma imediata, se deixasse passar uns dias, passava a ser o atacante.
ResponderEliminarExacto. Num teatro de guerra declarada, quem será o responsável pelo morticínio de civis?.
Quem carrega no gatilho ou quem coloca, à força, as potenciais vítimas civis bem no meio de um legítimo alvo militar, pré-anunciado?.
Para quem é tão cauteloso com os números que chegam da guerra está a ser muito descuidado. Nunca lhe ocorreu que Israel pode estar a disparar indiscriminadamente para criar o terror na população inimiga e, sempre que acerta onde não deve (hospitais, escolas, prédios civis, funcionários da ONU, etc), usa a disculpa fácil de dizer que, como está lá um terrorista do Hamas, é um alvo legítimo.
ResponderEliminarComo se o Hamas viesse dizer que no festival de música estavam militares israelitas à paisana..
ResponderEliminarHPS,
> > "Aquilo que estão a dizer é, na verdade, que Israel não tem o direito a defender-se"
Como é Verdade, incomoda muita gente, sobretudo os tolos e os estúpidos.
Deve-se ler "Nunca houve um Estado Palestiniano" em:
O sr Bergoglio está a concorrer com o sr Guterres dos pântanos para o próximo Nobel da pás?
ResponderEliminarEm síntese, mão na cara do João Neves, penalte, mão na cara do Bragança, segue jogo. Até o Papa se benze.
ResponderEliminarHoje é o general Patton! Melhor que isto só Madame Tegueza de Bragança (Herman José), professora doutora, arquitecta, adida cultural, engenheira e empresária de um espaço onde também se comia.
ResponderEliminarDa mais absoluta correcção: um eventual erro de identificação dos ocupantes de um carro numa zona de guerra não pode passar impune, conselho de segurança das Nações Unidas de imediato.
ResponderEliminarJá ter no seu território, de forma inteiramente livre, um grupo terrorista financiado por uma potência externa da região que todos os dias faz ataques sobre civis a partir do território libanês, pode ser chato, mas enfim, a vida não é perfeita, não vamos agora incomodar os senhores do Conselho de Segurança da ONU por causa de um pormenor desses.
O que tem o seu comentário com números? Não percebi
ResponderEliminar
ResponderEliminarMAIS UMA OPERAÇÃO FALSE-FLAG
.
Why did the almighty United States not warn Israel about the impending attack?!?! Palestine.
Zakharova
.
.
.
E QUANTO MAIS ESCANDALOSO MELHOR... O OBJETIVO DA OPERAÇÃO FALSE-FLAG É APANHAR O IRÃO NA CURVA
.
O Ocidente mainstream usa mercenários e extremistas para operações de false-flag:
- exemplo 1: Iraque, Síria, Líbia: mercenários (e extremistas islâmicos) financiados pelo Ocidente mainstream implementaram um caos... aproveitado pelo Ocidente mainstream para roubar petróleo.
- exemplo 2: Donbass: mercenários (e extremistas neonazis) financiados pelo Ocidente mainstream perseguiram/bombardearam/massacraram russófonos do Donbass... com o objectivo de apanhar a Rússia na curva.
[nove, em cada dez, dos mais variados analistas ocidentais garantiam: armas da NATO na Ucrânia... juntamente com sanções económicas à Russia... e a Russia seria conduzida ao caos: tal seria uma oportunidade de ouro: iria proporcionar um saque de riquezas da Russia muito muito muito superior ao saque de riquezas que ocorreu no 'caos-Ieltsin' na década de 1990].
- exemplo 3: Palestina: mercenários e extremistas religiosos (vulgo Hamas) financiados pelo Ocidente mainstream combateram os palestinos moderados (consequência: o Ocidente mainstream proclama: «não existem palestinos moderados com quem negociar»; nota: o Ocidente mainstream exerceu sabotagem/boicotou negociações tendo em vista a criação de um Estado Palestiniano; nota2: com os índios americanos o Ocidente mainstream fez o mesmo)... quanto mais escandalosa for 'a coisa' melhor... o objetivo é apanhar o Irão na curva.
.
.
.
.
.
O OCIDENTE MAINSTREAM QUER GUERRAS MAS NÃO VAI TER GUERRAS... VAI SER DERROTADO COM PACIÊNCIA DE CHINÊS
.
Provocações: Donbass/Rússia, Taiwan/China, Palestina/Irão, etc... quando o planeta deixar de aceitar o dinheiro falso (vulgo dólar) do Ocidente mainstream... o Ocidente mainstream não vai conseguir sustentar as 800 bases militares que possui nos cinco continentes.
E o sr vai bater palmas de contentamento com a desgraça do ocidente e depois vai-se arrepender. Tente ser quem é lá na China
ResponderEliminar« (...) O dirigente do Hamas, Mousa Abu Marzouk, eibiu total desprezo pelas vidas dos seus compatriotas quando lhe perguntaram se não poderiaproteger os civis nos 500Km de túneis que dizem ter construído. A resposta foi cruel: !Construímos ostúneis para proteger os combatentes do Hamas, não os civis".E, como quem sacode mosquitos,acrescentou: 75% da população de Gaza são refugiados, a responsabilidade de os proteger é das Nações Unidas".
ResponderEliminarO Hamas rejeita as responsabilidades de Estado. Tem um só propósito: destruir Israel. Combate pelo combate. Para isso, constrói túneis mesmo sob hospitais, protegendo-se com a carne para canhão dos seus (?) civis. O sofrimento dos palestinianos é o combustível do Hamas.»
(Opinião - Manuel S. Fonseca, editor CM)
Estou a dizer que tem duvidado dos números de baixas civis que o Hamas publica, o que é legítimo, visto não se poder verificar.
ResponderEliminarPor outro lado parece acreditar sempre que Israel diz que visa o Hamas quando aponta a civis, mesmo sem verificar se é verdade. Nunca lhe ocorreu que o exército israelita pode estar a bombardear sítios onde está muita gente, sem levar em conta se são civis ou não. Se forem do Hamas, ótimo, se forem civis, dizem que são do Hamas e está tudo perdoado.
1) Que existe um sistema de túneis é um facto incontroverso;
ResponderEliminar2) O Hamas diz que morreram dez mil pessoas desde 7 de Outubro, se Israel quisesse matar 40 mil num quarto de hora era bombardear o hospital que, segundo a sua direcção, dá protecção a 40 mil pessoas;
3) Se Israel quisesse matar pessoas não estaria a insistir para que saíssem da zona de maior atrito.
Ou seja, a sua hipótese é completamente absurda.
Se há ou não uma infraestrutura do Hamas por baixo do hospital, não sei, isso veremos com o tempo.
em síntese , a táctica de herodes , de matar centenas de crianças , por não saber qual delas seria o Cristo , foi perfeitamente legitima. espero que recuperem a reputação do homem , estava apenas adiantado no tempo.
ResponderEliminar
ResponderEliminarÉ incontroverso que existem túneis não é incontroverso que estejam debaixo de comboios de ambulâncias.
Israel não quer matar civis, nem quer que eles vivam, está-se nas tintas para eles. Quer que eles se vão embora ou morram para lhes ficar com as terras.Só mandou evacuar a zona para facilitar a entrada de tropas, se eles se forem embora não tem de matá-los.
Camarada HPS, é para mim um privilégio, uma grande honra e um enorme prazer levar ao seu conhecimento que acaba de ser ser arvorado no posto de Major-General e imediatamente passado à reserva.
ResponderEliminarComo ex-Chefe do seu meteórico Estado Maior, permita-me, meu General, levar até si as insistentes diligências da embaixada dos ditos cujos para que lhe seja fornecido o mapa dos túneis que permitiram ao seu meteórico ex-pessoal de engenharia, de cuja existência nem eu nem ninguém tem o mínimo conhecimento, o que é de louvar dado o secretismo da missão, medir a extensão dos ditos túneis, avaliada pelo meu General em 500 km, e sobre os quais os ditos cujos nada sabem.
Nem eles nem ninguém para além do meu General, o que reforça a sua inegável excepcionalidade agora já passada à reserva.
Não é incompreensível, essas pessoas apoiam o Hamas.
ResponderEliminarUmas por interesse seja profissional, seja social, seja monetário e outras político por exemplo Guterres está dependente de Ditaduras,e a burocracia da ONU é controlada por uma aliança neo-marxista logo anti-Ocidente e Islâmica.
ResponderEliminarEntretanto mais de de 1000 rockets do Hamas cairam sobre Gaza...
Mas como você quer defender o Hamas e os seus massacres assim como os rockets que caiem em Israel todos os dias mas os jornalistas censuram...
ResponderEliminar
ResponderEliminarMas não é de admirar, é duvidoso que o Papa seja sequer Cristão. É mais líder de uma ONG.
Os capacetes azuis assim como o Governo Libanês eram suposto terem desarmado o Heezbollah.
ResponderEliminarFaz parte do acordo de cessar fogo com Israel.
É ainda significativo que o balio não fale da morte de Israelitas pelo Heezbollah.
ResponderEliminarCivilizacionalmente é muito pior, essas pessoas recompensam o Hamas por não se preocupar com quem vive em Gaza e penalizam Israel por se preocupar com os seus civis e com os de Gaza.
ResponderEliminarSe Israel diz aos civis para saírem é criticado, se o Hamas força os civis a ficar não é criticado .
ResponderEliminarcome at a cost (http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/3984575.stm)eight hundred civilians (https://www.democracynow.org/2004/11/17/red_cross_estimates_800_iraqi_civilians)buildings were damaged (https://www.armyupress.army.mil/Portals/7/Primer-on-Urban-Operation/Documents/Breaking-the-Mold.pdf)
Passando agora aos resultados desportivos, d
ResponderEliminar"A senior Israeli security source has disclosed that an estimated 20,000 people were killed in occupation airstrikes in the Gaza Strip. Itamar Eichner, the diplomatic correspondent of Yedioth Ahronoth wrote today that the security source added that: “Hundreds were killed in the rubble of the tunnels. The pressure on Hamas is increasing, and only when they feel the sword on their necks will they offer a deal to release the abductees in order to save their skins.”
(https://www.middleeastmonitor.com/20231105-israel-security-source-claim-20000-killed-in-gaza/)
Grande vitória de Israel. 7500 palestinianos mortos até 5 de Outubro + 20000 depois disso contra um total aproximado de 3000 israelitas e o jogo ainda não acabou.
Israel a um passo de se qualificar para a final.
Mais notícias desportivas, agora com a carta de demissão do árbitro, Craig Mokhiber, Director of New York Office of the UN High Commissioner of Human Rights. Alguns excertos:
ResponderEliminar"I write at a moment of great anguish for the world, including for many of our colleagues. Once again, we are seeing a genocide unfolding before our eyes, and the Organization that we serve appears powerless to stop it. As someone who has investigated human rights in Palestine since the 1980s, lived in Gaza as a UN human rights advisor in the 1990s, and carried out several human rights missions to the country before and since, this is deeply personal to me.
I also worked in these halls through the genocides against the Tutsis, Bosnian Muslims, the Yazidi, and the Rohingya. In each case, when the dust settled on the horrors that had been perpetrated against defenseless civilian populations, it became painfully clear that we had failed in our duty to meet the imperatives of prevention of mass atrocites, of protection of the vulnerable, and of accountability for perpetrators. And so it has been with successive waves of murder and persecution against the Palestinians throughout the entire life of the UN.
As a human rights lawyer with more than three decades of experience in the field, I know well that the concept of genocide has often been subject to political abuse. But the current wholesale slaughter of the Palestinian people, rooted in an ethno-nationalist settler colonial ideology, in continuation of decades of their systematic persecution and purging, based entirely upon their status as Arabs, and coupled with explicit statements of intent by leaders in the Israeli government and military, leaves no room for doubt or debate. In Gaza, civilian homes, schools, churches, mosques, and medical institutions are wantonly attacked as thousands of civilians are massacred. In the West Bank, including occupied Jerusalem, homes are seized and reassigned based entirely on race, and violent settler pogroms are accompanied by Israeli military units. Across the land, Apartheid rules."
(https://aurdip.org/en/resignation-letter-from-the-director-of-new-york-office-of-un-high-commissioner-of-human-rights/)
O árbitro vê o que se passa no jogo, mas as câmaras só mostram a ave longínqua e como diria alguém, se a vossa casa foi arrasada, se não têm para onde ir com os filhos nos braços e já não têm pão, comam brioche.
Os seguintes parágrafos da carta de demissão de Craig Mokhiber constituem a síntese perfeita de muito do que tenho vindo a afirmar:
ResponderEliminar"This is a text-book case of genocide. The European, ethno-nationalist, settler colonial project in Palestine has entered its final phase, toward the expedited destruction of the last remnants of indigenous Palestinian life in Palestine. What’s more, the governments of the United States, the United Kingdom, and much of Europe, are wholly complicit in the horrific assault. Not only are these governments refusing to meet their treaty obligations “to ensure respect” for the Geneva Conventions, but they are in fact actively arming the assault, providing economic and intelligence support, and giving political and diplomatic cover for Israel’s atrocities.
In concert with this, western corporate media, increasingly captured and state-adjacent, are in open breach of Article 20 of the ICCPR, continuously dehumanizing Palestinians to facilitate the genocide, and broadcasting propaganda for war and advocacy of national, racial, or religious hatred that constitutes incitement to discrimination, hostility, and violence. US-based social media companies are suppressing the voices of human rights defenders while amplifying pro-Israel propaganda. Israel lobby online-trolls and GONGOS are harassing and smearing human rights defenders, and western universities and employers are collaborating with them to punish those who dare to speak out against the atrocities. In the wake of this genocide, there must be an accounting for these actors as well, just as there was for radio Milles Collines in Rwanda."
(https://aurdip.org/en/resignation-letter-from-the-director-of-new-york-office-of-un-high-commissioner-of-human-rights/)
Muitas vezes ouvi dizer(ou li aqui na net) que os jornais, e os média em geral, estavam nas mãos dos hebreus,mas afinal...já não sei o que pensar.
ResponderEliminarE como é que essa teoria explica a retirada unilateral de Israel da Faixa de Gaza, incluindo a destruição pela força (israelita) dos colonatos que entretanto se tinham instalado?
ResponderEliminarO uso de metáforas absurdas apenas serve para caracterizar o que pensa, não serve para descrever a realidade
ResponderEliminarPareceu cristão no discurso do CCB (primeiro discurso na visita de Agosto) quando falou contra a morte suicidada de doentes e velhos,cuja lei foi imposta pelo actual "governo"(que estavam na plateia a aplaudir) e cujo chefe foi a Roma agradecer ao sr Bergoglio pela visita e pela JMJ.
ResponderEliminarnão é uma metáfora , é uma correlação. e não é absurda , os israelitas matam indiscriminadamente , como ,herodes , por não saberem quais daqueles desgraçados serão do hamas. e o Henrique acha bem.
ResponderEliminarExactamente, efectivamente e completamente!
ResponderEliminar