segunda-feira, 14 de agosto de 2023

A guerra nas ruas

Pouco tempo depois do meu pai morrer, há quase 30 anos, a família recebeu em casa uma acta assinada da assembleia municipal em que se aprovava, por unanimidade, a atribuição a ele de um nome de rua - falou-se que seria na zona oriental então em crescimento. Evidentemente tal nunca se veio a concretizar. Bom é fingirmos que a toponímia de Lisboa não reflecte uma batalha política controlada pela esquerda radical. Aqui chegados, os nomes das ruas, praças e avenidas da nossa cidade não reflectem o valor dos protagonistas da nossa vida pública, reflectem a ideologia dominante promovida por uma escassa minoria.


Entretanto assinemos esta petição


PS: Entretanto o Patriarcado de Lisboa emitiu o seguinte comunicado, que  um Senhor que é Senhor não aceita uma luta na lama:


O Patriarcado de Lisboa informa que D. Manuel Clemente pediu para não se efetivar a atribuição do seu nome à ponte ciclopedonal sobre o rio Trancão. Agradece a atenção da Câmara Municipal de Lisboa, mas não quer, de modo algum, que a atribuição seja causa de divisão, ou que alguém se sinta ofendido. A Jornada Mundial da Juventude, quis ser, muito pelo contrário, uma ocasião de reencontro de todos, em favor de uma sociedade mais justa e solidária.

9 comentários:

  1. A ponte deve se chamar Dom Manuel Clemente e o parque Papa Francisco!! A Jacobinada que espume á vontade de raiva porque já ficou demonstrado que a juventude católica é mil vezes mais civilizada que as aberrações que dominam a comunicação social portuguesa. Nunca pensei que o lobby jacobino + LGBT...domina se de forma flagrante os mass média tal como domina as políticas educativas do paisPortugal não admira 

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  2. É significativo que nenhum dos mártires do combate ao Islamismo Radical tem nome de rua em Portugal.

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  3. Já assineia a petição, caro João Távora.
    Curioso que a topomínia das nossas vilas e cidades podem ter "anti-fascistas" mas ainda não vi nenhuma a dizer 'anti-comunista". 
    Ainda mais curioso é haver uma praça em Alfragide com o nome de um psicopata chamado Hugo Chavez e ninguém se ter importado com isso, a não ser na altura, o CDS.
    Mas é o país que (não) temos: quando um PR condecora um assaltante de bancos e terrorista com uma comenda vemos o porquê do atraso estrutural que temos.
    Estamos neste ponto civilizacional no ocidente, muito o devemos à Igreja. O resto são "Loucãnices" de gente que vive do ódio e do rancor e que desconhece a História de maneira confrangedora.
    Esquerdeopatices...

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  4. Independentemente da ideologia de cada um, por princípio sou contra a opção de se dar o nome de pessoas vivas a infraestruturas de qualquer natureza, isto porque considero que não existe o distanciamento emocional suficiente para se poder avaliar o mérito (ou a falta dele) daqueles que se pretende homenagear.
    Este é um aspecto que também é debatido noutros países. A título de exemplo, cito de um documento do governo de Queensland, Austrália, sobre os princípios que regem a atribuição de nomes a infraestruturas:


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  5. Saúde-se o correto comunicado do Patriarcado. Oxalá as Câmaras de Lisboa e de Loures acedam ao pedido que o Patriarcado faz e não deem à ponte o nome de uma pessoa ainda viva, o que em geral é sempre má prática.

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  6. Estou totalmente de acordo.

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  7. Esse já foi reconquistado pelo islão com o apoio do estado português! A próxima zona a ser reconquistada pelos mohameds vai ser a mouraria, e vai ter apoio do estado português...estamos entregues aos bichos

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  8. jacobinada é a corja que andou e continua a andar a aterrorizar e estropiar crianças comandadas pelos por ti designados como donos de bens que é a maioria dos Portugueses proprietários dos mesmos que tem que designar e não uma ninharia de ratos de sacristia.

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