Pouco tempo depois do meu pai morrer, há quase 30 anos, a família recebeu em casa uma acta assinada da assembleia municipal em que se aprovava, por unanimidade, a atribuição a ele de um nome de rua - falou-se que seria na zona oriental então em crescimento. Evidentemente tal nunca se veio a concretizar. Bom é fingirmos que a toponímia de Lisboa não reflecte uma batalha política controlada pela esquerda radical. Aqui chegados, os nomes das ruas, praças e avenidas da nossa cidade não reflectem o valor dos protagonistas da nossa vida pública, reflectem a ideologia dominante promovida por uma escassa minoria.
Entretanto assinemos esta petição
PS: Entretanto o Patriarcado de Lisboa emitiu o seguinte comunicado, que um Senhor que é Senhor não aceita uma luta na lama:
O Patriarcado de Lisboa informa que D. Manuel Clemente pediu para não se efetivar a atribuição do seu nome à ponte ciclopedonal sobre o rio Trancão. Agradece a atenção da Câmara Municipal de Lisboa, mas não quer, de modo algum, que a atribuição seja causa de divisão, ou que alguém se sinta ofendido. A Jornada Mundial da Juventude, quis ser, muito pelo contrário, uma ocasião de reencontro de todos, em favor de uma sociedade mais justa e solidária.
A ponte deve se chamar Dom Manuel Clemente e o parque Papa Francisco!! A Jacobinada que espume á vontade de raiva porque já ficou demonstrado que a juventude católica é mil vezes mais civilizada que as aberrações que dominam a comunicação social portuguesa. Nunca pensei que o lobby jacobino + LGBT...domina se de forma flagrante os mass média tal como domina as políticas educativas do paisPortugal não admira
ResponderEliminarÉ significativo que nenhum dos mártires do combate ao Islamismo Radical tem nome de rua em Portugal.
ResponderEliminarJá assineia a petição, caro João Távora.
ResponderEliminarCurioso que a topomínia das nossas vilas e cidades podem ter "anti-fascistas" mas ainda não vi nenhuma a dizer 'anti-comunista".
Ainda mais curioso é haver uma praça em Alfragide com o nome de um psicopata chamado Hugo Chavez e ninguém se ter importado com isso, a não ser na altura, o CDS.
Mas é o país que (não) temos: quando um PR condecora um assaltante de bancos e terrorista com uma comenda vemos o porquê do atraso estrutural que temos.
Estamos neste ponto civilizacional no ocidente, muito o devemos à Igreja. O resto são "Loucãnices" de gente que vive do ódio e do rancor e que desconhece a História de maneira confrangedora.
Esquerdeopatices...
Independentemente da ideologia de cada um, por princípio sou contra a opção de se dar o nome de pessoas vivas a infraestruturas de qualquer natureza, isto porque considero que não existe o distanciamento emocional suficiente para se poder avaliar o mérito (ou a falta dele) daqueles que se pretende homenagear.
ResponderEliminarEste é um aspecto que também é debatido noutros países. A título de exemplo, cito de um documento do governo de Queensland, Austrália, sobre os princípios que regem a atribuição de nomes a infraestruturas:
Nem o Martim Moniz?
ResponderEliminarSaúde-se o correto comunicado do Patriarcado. Oxalá as Câmaras de Lisboa e de Loures acedam ao pedido que o Patriarcado faz e não deem à ponte o nome de uma pessoa ainda viva, o que em geral é sempre má prática.
ResponderEliminarEstou totalmente de acordo.
ResponderEliminarEsse já foi reconquistado pelo islão com o apoio do estado português! A próxima zona a ser reconquistada pelos mohameds vai ser a mouraria, e vai ter apoio do estado português...estamos entregues aos bichos
ResponderEliminarjacobinada é a corja que andou e continua a andar a aterrorizar e estropiar crianças comandadas pelos por ti designados como donos de bens que é a maioria dos Portugueses proprietários dos mesmos que tem que designar e não uma ninharia de ratos de sacristia.
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