quinta-feira, 27 de julho de 2023

Mundofrenetico lda

FB_IMG_1690495080490.jpg


Mundofrenetico Lda. é a empresa de Bordallo II autor desta palhaçada que facturou mais de 700 mil euros em contratos públicos nos últimos 5 anos. E não foi para dar aos pobres nem salvar as almas. Bordallo ii é essencialmente mais um fidalgo da corte socialista que sofre de indignações selectivas e que vive à conta dos nossos impostos.


 

26 comentários:

  1. Presumido e megalómano, João Távora! Não o fez por menos...Bordalo! _ veja a falta de noção!!!  Não haveria uma alminha caridosa que pudesse ter explicado o atrevimento a este pobre coitado, para que se enxergue? 
    É claro que dali, daquele habitat intelectual, não podia haver grandes expectativas. Que outra coisa  se esperaria  senão uma mensagem "plana", básica, de fácil digestão?...  

    ResponderEliminar
  2. E estamos assim: 
    Ele factura e nós pagamos a conta. 

    ResponderEliminar
  3. ...deve ser por isso que se chama "mundo frenético". Bem visto!

    ResponderEliminar
  4. No base.gov "só" se encontram 70.000 euros.

    ResponderEliminar
  5. não conseguiu facturar?

    ResponderEliminar
  6. A sátira e a comédia devem ter graça, e ter uma carga de crítica social. Devem provocar riso, e fazer pensar um bocadito.
    Claro que o humor só é bom quando aplicado aos outros... fosse o tapete na sede da TAP ou no Rato já teria graça.
    No caso em concreto, esta é a dita piada fácil, nem exige grande cabeça nem tem tanta piada assim.

    ResponderEliminar
  7. Pois é, quando ele reclamou o 'subsidiosito' de 3,2 mil milhões à FlyingFlag, decorando os aviões com a nova pintura de moedas de euro ninguém reclamou. Agora é só indignação. Olhem, habituem-se!

    ResponderEliminar
  8. Quando vi a primeira vez julguei ser um vídeo de efeitos especiais. Pergunto-me, como é possível alguém chegar ali e fazer aquilo? Um lugar de elevado custo ao erário, além de pré-sacralizado, o acesso dá para isto, ao deus dará e sujeito aos oposicionistas?

    ResponderEliminar
  9. Este Balio não deve ter médico, deve estar à espera de um Cubano!

    ResponderEliminar
  10. Desculpe, importa-sede repetir? Não sei se entendi bem: comparou os porcos à Igreja católica, portanto aos católicos?
    Se quer usar essa linguagem de fino recorte, continuemos então a falar de "gamelas". Não sei se sabe, mas a Igreja católica tem matado a fome a muita gente.
    No mais, faz todo o sentido que parte dos custos sejam sustentados pelo Estado. O país vai ter retorno. E só indirectamente a Igreja. 

    ResponderEliminar
  11. Balio, eu sei que gostos não se discutem e nem se podem padronizar _ há gostos para tudo! Mas diga-me: o que visita quando viaja por países ocidentais?
    Suponho que não exclui dos seus roteiros Igrejas, Catedrais, Museus repletos de pinturas cuja fonte de inspiração está impregnada de cristianismo... precisamente!
    Reconhece ao menos o que a matriz judaico-cristã já fez pela  Arte e Cultura ocidental? 

    ResponderEliminar
  12. Este "chico-esperto" que  apanhe o "ferry" em Algeciras  e, do outro lado, " à saída de Ceuta"  que  se meta com a fé dos autóctones...

    ResponderEliminar
  13. É um facto, sou um dos muitos residentes na zona de Lisboa que não tem médico de família no SNS.

    ResponderEliminar

  14. Quem mata a fome é mesmo o porco. Nós, membros da Igreja Católica ou não, matamos apenas o porco. Quem não gosta de porco, como eu, por exemplo, mata e come galinhas. Nunca matei uma galinha, mas fui ajudante ativo de uma grande matadora de galinhas, a minha avó, católica devota de Fátima e frequentadora de igrejas, missas e funerais, e acima de tudo uma grande alcoviteira. Tinha vários amigos e inimigos. Entre os inimigos, nenhuma galinha, entre os amigos, eu diria que várias, a julgar pela harmonia da capoeira. Comi várias galinhas por ela decapitadas a sangue frio. Termino dizendo que, no mais, fazia todo o sentido que parte dos custos de matar galinhas fossem sustentados pelo Estado. Isto é, devia haver a secretaria de estado da matança da galinha, ou coisa parecida, e anualmente as jornadas mundiais da galinha, onde, além de se comer galinha, celebrar-se-iam as heroínas que as matam. O país teria retorno. E só indiretamente as gali... Não, as galinhas não têm retorno algum. Talvez a igreja tivesse. 

    ResponderEliminar
  15. Claro que vai ter retorno
    Como teve com o Euro, websummits, e todos os demais eventos "que se pagam".
    Cofres cheios.

    ResponderEliminar
  16. Mantenho
    Vender isto a quem o vá gerir como realmente é: um parque temático cheio de atracções e eventos.

    ResponderEliminar
  17. A Hotelaria também dá retorno. 
    A paga do Presidente da Camara Moedas tal como todos os sociais democratas quando estão nos governos é aumentar os impostos nunca se distinguindo dos socialistas, Neste caso Moedas já disse sem pudor a taxa turística além de existir vai aumentar.

    ResponderEliminar
  18. O Balio é daqueles que desconhece o que significa inflação e também não deve conhecer o que significa per capita.

    ResponderEliminar
  19. Tem Graça,muita Graça,tem mesmo muita Graça.Mas até gostamos dele e faz muitos "trabalhos" para a CML. Interessa é a segurança do "santo" papa Francisco.  Fim de citação  

    ResponderEliminar
  20. Este Bordalo, que não é Pinheiro, tem telhados de vidro e sabe bem disso. Por esse motivo, embora fale a verdade sobre este escândalo das JMJ, teria primeiro que fazer una introspeção. No entanto, este Bordalito, teve como objetivo único fazer esta ação de protesto, com o intuito de se andar a falar do seu nome durante uns dias. E conseguiu.

    ResponderEliminar
  21. Gostaria que o porco {que estes animais me desculpem}, cobarde e fico por aqui, este traste apresenta-se para praticar as birras de puto malcriado as tantas da madrugada, que se passa? So no escuro da desvergonha consegue actuar? E bom possivel, pois que a sua coragem ficou-lhe no fundo das calcas.

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...