De vez em quando volto à ideia de que Portugal devia mudar a capital para Castelo Branco.
E digo-o a sério, não é uma piada.
Eu sei que custa dinheiro - e capital não é coisa em que Portugal esteja a nadar, muito menos o estado português -, eu sei que tem muitas contra-indicações (incluindo a discussão interminável sobre a escolha do sítio para onde mudar a capital, se não se consegue decidir onde localizar um aeroporto, imagine-se discutir para onde mudar a capital) e por aí fora.
Mas quando vejo isto, a ideia volta a tropel.

O Estado cria um programa de estágios (eu acho uma chinezice, mas enfim) e Lisboa tem mais vagas que o resto do país todo junto.
E cada uma das pessoas que trabalham em Lisboa precisa de um sítio onde dormir, de espaço para se deslocar do sítio onde dorme para o sítio onde trabalha, escolas para os filhos, centros de saúde, postos de correio, balcões bancários, etc., etc..
Podíamos começar por coisas simbólicas e que não exijam muito investimento: mudar a Presidência da República para Castelo Branco (só a quantidade de jornalistas que iriam atrás já daria para se fazer notar nos próximos censos da população).
Depois a presidência do Conselho de Ministros.
Depois os ministérios, um a um.
Depois da Assembleia da República.
E, aos poucos, os serviços de apoio.
Tudo isso gera ineficiência?
Sim, gera.
Eu acho é que, no longo prazo, gera muito menos ineficiência que ter uma administração que acha normal ter mais lugares de estágio na administração pública em Lisboa que no resto do país todo junto.
ResponderEliminarCastelo Branco é um sítio onde faz um calor horrível no verão.
Creio que Tomar seria melhor.
P`ra Vila Real de Trás-os-Montes inda era mais fresquinho...
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ResponderEliminarTransferir a capital para Castelo Branco, ou outro sítio qualquer, apenas faria passar os 884 estágios de Lisboa para CB. Seria substituir uma macrocefalia por outra.
Eu diria que o que é necessário é diminuir a macrocefalia.
ResponderEliminarHá uma possibilidade alternativa que é, em vez de transferir a capital, transferir as universidades.
Fazer como nos EUA, onde as universidades públicas de boa parte dos estados (não de todos) se situam em relativamente pequenas cidades universitárias, criadas exclusivamente para esse fim, tipicamente perto do centro do estado.
Por exemplo, a Penn State University fica em State College, no centro da Pensilvânia, e a universidade do Massachusetts fica em Amherst, também no centro do estado.
Seria uma revolução na cultura portuguesa, obrigar a generalidade dos estudantes universitários e irem viver separados dos papás, e obrigar a generalidade dos professores universitários a irem viver em cidades menores.
ResponderEliminarPortugal é Lisboa. O resto é paisagem rural para umas escapadinhas semanais.
Embora perceba o fascínio pelo campo, há que manter os serviços em ambiente urbano.
Exactamente, é o que pretendo, mudar de macrocefalia e estranho que não tenhas percebido que é exactamente essa a proposta
ResponderEliminarEu preferia uma ideia à Juscelino Kubiteckek que mandou fazer uma cidade nova, Brasília. Ora, para Portugal, era de projetar e construir uma cidade capital, algures entre os distritos de Santarém, Portalegre e Castelo Branco. Ficava no centro de Portugal e construi-se à medida pretendida. Nome? bem portugália não podia ser não fossem julgar que era uma cervejaria, mas podia ser Nova Portugal.
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ResponderEliminarTudo isso tem a ver com o número deputados com hipóteses de serem eleitos em boletins de voto só com icons partidários e sem nomes de candidatos.
A vasta massa de eleitores, na grande Lisboa, é sagrada para os partidos manterem os seus (pindéricos) números de eleitores.
Nomeadamente para um partido que mente despudoradamente em campanha eleitoral.
Organismos do estado em cidades com menor população, aonde não é tão fácil o anonimato partidário seria, como claramente se constata nas eleições municipais, muito perigoso para o pessoal do aparelho partidário.
Esta concentração de funcionalismo na Capital faz parte do ganhar e manter o poder político.
Já li, por várias vezes, este comentário à procura de uma interpretação alternativa, mas sozinho não chego lá.
ResponderEliminarNão está a sugerir que Castelo Branco não se caracteriza por um ambiente urbano, ou está mesmo a fazer a demonstração da utilidade de ter a capital noutro lado qualquer, que não Lisboa?
Um comentário sensato do Sr. Balio (Castelo Branco é, de facto, impossível no Verão), excepto o dar-se cabo de Tomar, que é uma perfeita maravilha. Podia ser no Pinhal Interior: sugiro Vila de Rei, que assim ninguém se queixa!
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ResponderEliminarNão estou a sugerir, estou a afirmar (eu, que moro na província), que não há qualquer terreola para lá das raias do Cacém que tenha prestígio para ser capital da Nação, ou sequer ter lá estruturas estatais, para lá daquelas teias de qq-coisa-regional.
E mudar a capital para Madrid?
ResponderEliminarÈ só vantagens.
E porquê Castelo Branco? Será que o autor do "post" é de Castelo Branco?
ResponderEliminarPorque não Moura? Ou Olival de Frades? Ou a Porcalhota?
Quando é para dizer mal vale tudo. Será que as coisas não podem funcionar como estão?
Em vez de mandar abaixo será que não se poderia dar sugestões?
Criticar é tão fácil, fazer melhor...pois...
Deveria limitar-se o número de habitantes por cidade. Criavam-se Cidades médias, com bons equipamentos e bons serviços. Cidades planeadas e pensadas para as famílias com vista a reverter a pirâmide demográfica. A proliferação de cidades médias promovia o desenvolvimento de todo o país de forma equitativa, com mais equilíbrio e harmoniosa; aumentaria a qualidade de vida das suas populações quase automaticamente e acabava-se com as assimetrias actuais que grassam por todo o país a todos os níveis. E, mais importante, seria uma forma eficaz de combater outros graves problemas crónicos do país: a habitação, o despovoamento e a desertificação, sendo estes dois, uma das causas próximas do abandono das terras e do consequente flagelo dos incêndios.
ResponderEliminar(Por falar de assimetrias: Gostava de saber porque é que uma faixa da população urbana, centrada principalmente no litoral, tem transportes públicos e passe gratuito e noutra parte do país (que abrange quase todo o interior) não existe sequer esse tipo de transportes, nem outras regalias, tendo as pessoas de se deslocar obrigatoriamente por meios próprios no seu dia a dia? E contudo, estas populações pagam os seus impostos exactamente como as restantes. Não seria da mais elementar justiça que lhes fossem concedidos alguns benefícios _no mínimo _ uma compensação para rectificar estes desequilíbrios e desigualdades de tratamento? Subentenda-se redução substancial de impostos e dos preços dos combustíveis. Obviamente há aqui um problema grave de falta de equidade e de justiça que deve ser corrigida.)
ResponderEliminarPodia ser no Pinhal Interior
Não é má ideia, dado tratar-se de terras pobres, que não se perde muito em ocupar com casas. Ao contrário da zona de Lisboa, que tinha dos melhores solos do país, agora lamentavelmente quase todos cobertos de casas.
Fica ademais bastante perto de boas fontes de água - o rio Zêzere.
Não discuti prestígios, mas sim o facto de considerar Castelo Branco como "campo" que não serve para coisas que precisem de estar em ambientes urbanos
ResponderEliminarOs raciocínios simplistas do Carlos Sousa leva-me, às vezes, a pensar que ele é um simples. Ou será antes um simplório?
ResponderEliminarPorque fica no meio do país, porque tem uma posição fisiográfica que permite o seu crescimento urbano sem sacrifício de solos de elevada produtividade ou problemas com elevados declives (como aconteceria, por exemplo, em Tomar), porque é servido por auto-estradas e comboios.
ResponderEliminarNão tenho nada contra Moura, mas tem muito menor acessibilidade e menos vocação urbana.
Também não tenho nada contra Olival de Frades, mas o investimento na estruturação urbana teria de ser muito maior, seria necessário praticamente fazer uma cidade de raiz.
Contra a Porcalhota tenho, não me parece que a Amadora, que está na área metropolitana de Lisboa, seja uma alternativa a Lisboa como capital porque a Amadora faz parte da Grande Lisboa.
Quanto ao resto, não percebi: de que é que eu disse mal?
De resto eu faço a sugestão de mudar a capital para Castelo Branco e pergunta-me se não era melhor eu dar sugestões?
ResponderEliminarNão seria melhor ir ao médico antes que o seu problema se agrave?
Olhando para aquele mapa, por acaso acho que a sua ideia se devia replicar por todo o país. Cidades de dimensão idêntica e com a mesma importância.
ResponderEliminarClaro que seriam dispensadas de encontros com Assembleias da República e protegidas de um face-a-face com indesejáveis "personalidade". Mas, sobretudo... seriam poupadas a maçadores conselhos de ministros!
Ninguém se importaria de ficar com todas as outras "sobras" de Lisboa. Tudo o resto, que enumerou, podia ir à vontade para Castelo Branco! :-))
A Cidade da Guarda está Muito mais Bem Localizada, com Melhores Confluências Rodoviárias e Ferroviárias.............!!! Questão Interesses e Vontade.
ResponderEliminarMuito bem! O que é preciso é pensar fora da caixa.
ResponderEliminarEm Tomar este ano fizeram 47 graus em Julho. Não é um sítio fresco no Verão aliás todo o distrito de Santarém é dos mais quentes.
ResponderEliminarEu não disse para dar sugestões em cima de uma alternativa, eu disse para dar sugestões para melhorar o que está mal e não para alterar toda uma estrutura, pois nada garante que essa deslocalização fosse melhorar o que quer que fosse.
ResponderEliminarVocê entendeu, mas como é do contra é mesmo só para contrariar.
Figueira da Foz a capital.
ResponderEliminarSem conversa.
Karmiko, está lá um que teve a "triste" ideia de tirar os ministérios do Paço
Vale tudo, até dizer que 50% da população está enfiada em 2 áreas metropolitanas, e que isso é um dos impedimentos do progresso do país. Uns mal dizentes, está tudo bem.
ResponderEliminarpois, mais nao fosse, vale (outra vez a cena de que uma imagem vale por mil palavras ) pelos numeros.
ResponderEliminarTive uma ideia : badajoz e olivença "pertencem" ao distrito ?
Falando assim para o ar até porque os bitaites ainda não pagam impostos, já que criar toda uma estrutura numa cidade capaz de acolher toda a máquina administrativa (e não só) de Lisboa não era propriamente algo barato nem fácil, e porque não descentralizar uma série de organismos públicos, tais como ministérios, órgãos de supervisão e regulação, observatórios, etc, etc? Pelo menos nas capitais de distrito o Estado até já tem vários imóveis em sua posse e ao dia de hoje com os meios de comunicação existentes não é complicado ter organismos em diferentes geografias a trabalhar em conjunto. Sei lá porque não ter o ministério da agricultura em Évora? Ou o das obras públicas e transportes em Viseu? Ou o do ambiente em C Branco? Ou o da justiça em Coimbra? Porque não ter os serviços centrais da ANPC em Santarém? Ou do BdP no Porto? Ou a DGS em Braga? Ou a autoridade marítima em Faro? Ou o IMT em Aveiro? Ou o ICNF em Bragança?
ResponderEliminarNão resolvia tudo mas era o início da descentralização. Os institutos, observatórios, entidades reguladoras e até os ministérios não têm que estar todos em Lisboa digo eu! Claro que os srs doutores não iriam achar piada como ainda há pouco tempo se verificou com o chumbo da alteração do TC para Coimbra mas se se for atrás dos caprichos dos interesses instalados nunca nada irá mudar.
Se fosse para a Covilhã ainda tinha lógica!
ResponderEliminarQuando quiserem que a capital deixe de ser Coimbra, é só promulgar em DR. Até lá, sonhem.
ResponderEliminarMudar a capital? simplesmente voltar o poder para a verdadeira capital do país, Coimbra. Que se saiba de jure Coimbra ainda é a capital do país.
ResponderEliminarAs vagas não são proporcionais à população dos distritos, será que tem a ver com a proporção de votantes no tal partido?
ResponderEliminarEssa é que era, Henrique. Lisboa ficava definitivamente despoluida.
ResponderEliminarEsta discussão é muito interessante e válida, porque levanta questões filosóficas mas também práticas. Eu sou de Lisboa, mas se fosse de Viseu ou de Moura ou de Castelo Branco, não ia achar piada nenhuma à ideia de a capital se mudar para a minha cidade. Como se percebe, iria desvirtuá-la do ponto de vista social, patrimonial, cultural, etc, atraíndo fenómenos de turismo indesejados que se agregam ao crescimento económico. Mas há sempre quem more nessas cidades ditas secundárias e que adore essa ideia por questões de poder e importância (mesmo que simbólica). Eu como Lisboeta digo que, para desvirtuada e irreconhecível, já basta Lisboa. Por outro lado, acredito que a descentralização de alguns organismos do estado poderiam ajudar a mitigar as assimetrias do país, mas isso já é outra conversa.
ResponderEliminarEstá visto que não conhece o Samouco.
ResponderEliminarO problema não é, obviamente, Lisboa ser a capital política de Portugal, algo que está consolidado historicamente.
ResponderEliminarO problema é Lisboa ser a capital económica, financeira, cultural, administrativa, etc. (curiosamente, não é a capital desportivo-futebolística, que essa é o Porto, o que até, a meu ver, deveria indignar os portuenses).
Não é preciso mudar a capital (coisa que os Estados raramente fazem), mas sim, dito de forma simples e lata, descentralizar como o fazem os países ditos civilizados... e ideia de cidades intermédias ou de média dimensão é muito interessante!
O Carlos Sousa é tão quadrado! Areje as ideias, homem! Diz sempre as mesmas coisas presumo que também faça sempre as mesmas coisas), mas olhe que não custa assim tanto experimentar pensar em outras soluções e alternativas para resolver alguns problemas (o HPS apenas expôs alguns).
ResponderEliminarPara se ir do ponto A ao ponto B porque se há-de percorrer sempre o mesmo caminho??? Há tantos possibilidades de se chegar lá, com melhores soluções, trajectos mais mais fáceis de percorrer... e mais: podem ser bastante mais interessantes.
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ResponderEliminarQuase que atinje uma ideia que tenho há muitos anos. Eu não vou por mudar a Capital, pelo menos para já, mas apoiar fortemente qualquer empresa que se estabeleça na região de Castelo Branco, isentá-la , ou facilitar as despesas de portagens e transportes ferroviários, ou de camionagem ( pelo menos durante um periodo bastante alargado), e outras melhorias que seriam necessárias para uma zona em desenvolvimento económico.
Politicos não, iriam infectar a região.
Tudo conversas da treta !
ResponderEliminarJoão Távora, lá ficar ficava, mas já viu depois o que seria dos activistas do clima? E dos defensores da redução da velocidade para 10/à hora? Ficavam sem o seu modo de vida e sem os seus "empregos"... já viu que desgraça?!
ResponderEliminarSeria possível talvez não seja má ideia para uma cidade como castelo branco onde não se passa nada e ao fim de semana então nem se fala .
ResponderEliminarAbsolutamente de acordo
ResponderEliminarOra aqui está um peixe esclarecido pelos blogues. Espero que já tenha chegado a algum lado e não siga a tendência dos estúpidos a cometer sempre os mesmos erros.
ResponderEliminarOra diga o que é que você já inovou e que desse provas bastante mais interessantes?
Ou aquilo que você diz é só para a treta e não há provas nenhumas porque nada foi experimentado.
As experiências são muito giras, se dão resultado são boas, se não dão resultado paciência fazemos de outra maneira porque a responsabilidade é zero.
Ó anónimo não queiras brincar com a vida das pessoas.
Porquê Castelo Branco e não a Guarda, que fica à mesma distância de Lisboa e de Madrid? É que Castelo Branco fica muito próxima de Lisboa...🤭😅
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ResponderEliminarPorquê só os senhores doutores?
ResponderEliminarO resto do pessoal, que por acaso é a grande maioria, ía achar piada?
Sugiro a Sibéria,está muito na moda novamente e mais fresquinha(poupava-se muita energia e tem gás à porta).
ResponderEliminarA questão da localização não é de todo tão grave como a qualidade (ou falta dela) dos ditos representantes e afins.
ResponderEliminarHá um princípio básico da gestão traduzido no ditado popular que diz que não se deve pôr todos os ovos no mesmo cesto. Os grandes "centros de decisão" de um país são o económico, o cultural, o informacional e o político. Todos eles estarão sempre onde estiver a maioria das pessoas e não se mudarão simplesmente por decisão política. O único que se pode mudar por decisão política é precisamente o centro de decisão política. Por isso facilmente se percebe que Lisboa não precisa de continuar a ser a capital política para continuar a ser a cidade mais importante do país e que esta há muito devia ser no interior e o mais central possível em relação a todo o território. A cidade mais central é Abrantes e nela se decidiu Portugal sempre que esteve em causa a sua sobrevivência: Aljubarrota, Invasões francesas, etc. Se não gostarem de Abrantes pode ser na Pucariça, uma aldeia lá perto, agora Castelo Branco, de que muito gosto, é na raia, logo periférica. Entendam-se quanto ao lugar mas há séculos que a capital política devia ser estrategicamente usada como fator de coesão nacional através do desenvolvimento do interior. A maior cidade é sempre a pior opção. Por isso é que a da Holanda não é Amesterdão, a do Japão não é Tóquio, a da Austrália não Sidney ou dos EUA não é Nova Yorque. São estes subdesenvolvidos que são parvos ou somos nós que andamos a dormir?
ResponderEliminarE essa foi uma das piores ideias pro meio ambiente que destruiu uma area super protegida pra construir um ideal frocho vale lembrar que eh foi assassinado num acidente de carro dentro de um tunel.
ResponderEliminarVai-me desculpar, mas o seu comentário é muito idiota! E preconceituoso.
ResponderEliminarNão está provado que foi assassinado mas tudo indica que assim foi, numa altura que o Brasil já estava a ferro e fogo. Quanto a áreas protegidas estamos conversados. Utilizou uma área protegida na sua época, e depois o que aconteceu no Brasil? Todos ignoraram áreas protegidas e agiram como lhes deu mais jeito, diga-se, interesses, aliás, isso não é exclusivo do Brasil.
ResponderEliminarLisboa tem de ser a capital porque a estupidez deve ter um largo habitat (os estúpidos em Portugal são muitos!). Seria criminoso levar para ambientes ainda algo cuidados em matéria de decência e sã convivência, os imbecis "anónimos" que pululam no bueiro central e seus esgotos limítrofes (tantos deles afectos aos centros "de comando" dos serviços públicos.
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