sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Estive a ver as notícias na TV

Sou cristão, contra aborto, a favor da família tradicional, patriota e europeísta reticente. Sou um marginal fascista? Não, desde que guarde essas convicções no foro privado.


Os progressistas apropriaram-se da narrativa e da semântica política - não há mais pluralidade.

18 comentários:

  1. ao PR hoje faltou coragem para denunciar os donos da verdade

    ResponderEliminar
  2. O ser chamado de fascista já não mete medo. Sá Carneiro, Freitas Amaral, Cavaco Silva e várias gerações de politicos à direita também assim foram chamados. É chamar lhes de comunistas que eles ficam loucos. A esquerda sempre foi arrogante pq metia medo a todos com o seu ativismo e chantagem de insultos. Hoje já não é assim. Se me chamam de fascista é um elogio , primeiro não sabem o que foi o fascismo. Depois pq vindo de malta que apoia Cuba Venezuela Coreia Norte Russia etc é só mesmo para rir.

    ResponderEliminar
  3. A própria questão "sou um marginal fascista?" encerra já um equívoco e uma armadilha induzida pelo "progressismo". 
    O domínio da linguagem e do discurso corrente, pela esquerda progressista e radical, acantonou a palavra "fascista" no léxico dos horrores que não se podem pronunciar abertamente e desprovida de qualquer dignidade política. É o mesmo que "diabólico".  Já a palavra "comunista" é algo nobre e de proclamação livre de conotação pejorativa, antes pelo contrário, associada a seriedade e comprometimento. 
    É essa a armadilha. 

    ResponderEliminar
  4. Percebo-o e não imagina a que patamares já chegou  a minha revolta e perturbação. Por vezes chego a sentir-me ferido na minha Honra e insultado nas minhas convicções. E tomo as atitudes que descreve como uma tentativa de "abate" desenfreado dos nossos  valores civilizacionais. E é uma questão de tempo, porque terá certamente consequências: muitos portugueses estão a chegar a um ponto tal de cansaço e de indignação que estão na disposição de votar em qualquer partido que lhes dê garantias mínimas de que é possível retirar essa gente da frente. 
    (É espantoso que tantos se debrucem a estudar as "Causas" de certos fenómenos de radicalismo.)

    ResponderEliminar
  5. Parece que é uma batalha perdida, quando até meus conhecidos e alguns amigos, com quem tinha afinidades, vão transigindo e contemporizando com "a nova semântica" e falta de pluralidade democrática. 
    Muita gente sente-se impotente para reverter esta situação e acha que "até" os partidos tradicionais mais moderados estão a ceder ao progressismo, entrando numa espécie de catch-all  achando que assim conseguem conquistar mais votos. Ora as pessoas deixam de se sentir representadas, têm a perceção de não terem quem as defenda ou proteja os seus valores e convicções.  Desta feita, agarram-se às únicas armas de que podem dispor: ou se "vingam" desmobilizando-se e abstendo-se ; ou "desforram-se" votando em perigosas soluções "radicais". 

    ResponderEliminar
  6. Tem toda a razão o autor do post  ,mas então e o neo-francis-canismo progressista? Não veio contribuir ainda mais para essa situação permitindo o desenvolvimento dessa agenda no próprio meio cristão-católico??

    ResponderEliminar
  7. Tal é estado a que chegámos (em nome das liberdades e do progresso) com o "alto" patrocinio do presidente-comentador, cujo primeiro acto externo depois de ser eleito(há 6 anos) foi ir ao beija-mão ao papa progressista. 

    ResponderEliminar
  8. Mas condiciona muita gente,e sabemos (os que observamos as conversas no espaço público) que certos assuntos são evitados (ou cinicamente abordados ) por receio do que dirão os outros ,e estes outros são todos os que seguem,com mais ou menos convicção,a cartilha da moda progressista e politicamente dita correcta(promovida amplamente nos média em geral). 

    ResponderEliminar
  9. O Sr. esteve a ver as notícias na tv e tirou as suas conclusões.
    Eu estive a ler o artigo que se segue e também consolidei as minhas conclusões sobre os últimos anos : 
    em 2015 trocámos um Homem por uns bonecreiros reles  (por sinal os responsáveis por tudo o que apontou)..



    A ler:
    https://observador.pt/especiais/passos-tentou-coligacao-com-seguro-antes-de-portas-reverter-a-demissao-irrevogavel-lider-do-ps-infelizmente-nao-aceitou/

    ResponderEliminar
  10. Nem é preciso ser contra, basta não ser a favor...

    ResponderEliminar
  11. 1- Não existe família tradicional, família é família.
    2- fascismo é irmão do comunismo/socialismo
    3-As pessoas pouco a pouco vão abrindo os olhos, pena só que em Portugal, as "coisas" chegam sempre com atraso.

    ResponderEliminar
  12. Mas há familias modernas, ou não? Perguntemos ao pan ou então aos ilgários. 

    ResponderEliminar
  13. Os radicais são perigosos (para quem? ) e os moderados são os gerentes da situação  ,o pântano da corrupção e do "todos iguais" na desgraça geral. Haverá terceira opção?

    ResponderEliminar
  14. E além disso (agora é que é) "Portugal é a California da Europa" e "Portugal é isto, a diáspora". Pronto, eis a solução (final talvez) como isto não funciona no Rectângulo  vamos todos para a diáspora que nos "há-de parir".

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...