Agora que fede exposta e putrefacta toda aldrabice, desfaçatez e depravação, que imperava na sinistra entourage de José Sócrates, gostava que a Fernanda Câncio nos explicasse na sua coluna do Diário de Notícias como foi essa experiência de privar pessoalmente o tal Miguel Abrantes que não era Miguel Abrantes. Ou será que o avençado António Mega Peixoto embarrilou-a como tentou fazer comigo?
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O genocídio
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