Tenho mais que fazer do que perder tempo com a leitura de bisbilhotices, e francamente estou-me nas tintas com quem as pessoas dormem ou deixam de dormir. Mas depois de ler a Fernanda Câncio com as suas indignações selectivas na sua crónica de ontem no DN a espumar ódio ao António José Saraiva opto por abster-me quanto ao assunto - expôr a vida intima de "fachistas" não conta, pois não? Acontece que desconfio sempre mais do ódio - um sintoma de mentes doentes.
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A Câncio só sabe escrever com ódio, porque não só tem complexos de suburbana como não é capaz de digerir um namoro mal sucedido com uma figura odiada pelo mal que fez a este país. De facto, é muito ódio.
ResponderEliminarVocês concordam, ou não, com as coisas, em função do que a Câncio diz? Ela diz o que pensa, como qualquer pessoa. E vocês são comandados na vossa consciência pelo diz a Câncío?
ResponderEliminarFernanda Câncio incomoda muita gente! Incomoda a direita marialva, por exemplo! Incomoda os instalados! Mas ainda bem que Passos apresenta aquela pouca vergonha, cai-lhe a máscara. Que porcaria!
ResponderEliminarCá está o agente de serviço do socratismo Carlão, protector da frustrada Câncio.
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ResponderEliminarquem não se está nas tintas para a vida sexual dos outros, incluindo a Câncio e o Portas, etc, é o vosso paladino Saraiva. Mas entendo que assobiem para o lado.
António José Saraiva era o pai, e já faleceu (em 1993). Quem está em causa é José António Saraiva, o filho.
ResponderEliminarFC escreve o que lhe apetece, é livre de o fazer, ninguém a deve censurar. Concordar com ela, isso podemos. Mas não nos incomoda o que escreve. Incomoda o seu sectarismo, a sua demência intelectual, o seu caso patológico. Mas ela só pode viver fazendo esse papel, mesmo quando a certa altura sente necessidade de se distanciar de quem abraçou (salvo seja ela).
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