(...) Manual escolar único, todo o poder à escola do Estado, conceber a escola não-estatal como um pecado social – esta trindade não é inocente e antecede o momento em que sovietes improvisados determinarão o que é correto ensinar-se em matéria de História, por exemplo, e em que os professores serão instrumentos da ação educativa e política do Estado (será a segunda fase, mas está no programa). Para esta nova geração de incumbentes, a escola é uma das divisões do aparelho ideológico do Estado. É gente bem intencionada e perigosa.
... E, no entanto, Francisco José Viegas não parece incomodado por estar integrado no «soviete improvisado» do acordismo ortográfico, outro elemento fundamental da Escola Estatal.
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