Não se entende o espanto que por aí anda com o juízo de Gabriela Canavilhas partilhado ontem sobre a jornalista do Público que descreveu algo que ela não concorda. Não deveria ser preciso recuar à sangrenta Revolução Francesa, à tirania da Primeira República ou ao PREC de má memória para sabermos que as esquerdas não têm qualquer predisposição ou simpatia particular no que respeita à liberdade de expressão… dos outros. Por isso é que me parece que a antiga ministra socialista não caiu numa ratoeira, a Direcção Editorial do Público é que tarda a libertar-se dela.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Canavilhas
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
No centenário da "Revolução Nacional"
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
-
"Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Orien...
-
Tem havido, recentemente, alguma discussão sobre a necessidade de transparência a propósito de Aguiar Branco, quer pelo que disse no 25 de ...
-
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
E pensar que esta senhora chegou a ministra da cultura. Pobre Portugal.
ResponderEliminarQuanto ao facto de ter sido com o Público, estāo bem um para o outro. Mais dois dias e estāo a pedir desculpa à senhora.
uma questão de ratas
ResponderEliminarÉ fantástico como têm moral para abrir a boca depois de DÉCADAS de PIDE a sufocar as opiniões da quem não aceitava o regime de Salazar. Ou de séculos de censura da "heterodoxia" na Igreja. Aposto que não suportam o papa Franscisco por ele dizer que a Igreja passa demasiado tempo a pensar em preservativos.
ResponderEliminarRealmente, já nada me espanta. Que anedota de blog, este.
A verdadeira anedota é um Comunista meter-se a debater este tema :-)
ResponderEliminarClaro vindo de alguém do cds-pp, era previsível o jogo de palavras, mas se o PCP não branqueia o mal feito pelos auto-intitulados regimes comunistas, que desvirtuaram completamente esta doutrina de defesa da igualdade entre os homens, que teve em Cristo o seu fundador, não vejo a direita portuguesa retratar-se da PIDE e do fascismo.
ResponderEliminarSó lhe vem à memória a censura dos tempos da primeira república e do PREC. Isto é que é ter memória seletiva!
ResponderEliminarEntão a Censura do Botas, não conta?
E a lei da rolha do nosso rei D. Carlos o caçador?
Mesmo a Revolução Francesa foi feita contra o regime democrático de Luís XVII?
Já agora, deixando de lado a censura e olhando para a notícia. Diz que os organizadores da manifestação da escola Pública falam em 80 000 pessoas mas a polícia (que afirma que nunca fornece números) fala em 15 000. Mais à frente diz que a manifestação da Escola Ponto (os amarelos) teve 40 000 pessoas, número avançado pelos organizadores. Neste caso não se consulta a polícia porque quem veste de amarelo está sempre certo.
Penso que não se deve censurar o jornalismo, mas não era má ideia que o jornalismo fosse sério.
Claro até porque a coreia do norte não é um regime comunista (Bernardino Machado )
ResponderEliminarEstão muito felizes com as conquistas do povo na Venezuela ...
E com o fortissimo nível de vida da população Cubana...
Ou nenhum destes países é comunista?
Não são comunistas, são países cristãos porque praticam a "doutrina de defesa da igualdade entre os homens, que teve em Cristo o seu fundador". Um fedor a Teologia da Libertação que tresanda!
ResponderEliminarJá agora, o fascismo está mais para a esquerda que para a direita. Associar o fascismo à direita é uma "mentirinha" espalhada pelo esquerdume.
Não branqueiam? E a aquela pequena, a Rato, do PCP que nunca ouvi falar em gulags?
O jornalismo só não é sério quando não agrada "ás esquerdas"...
ResponderEliminar